O senador Marconi Perillo disse ontem (6ª-feira 4), durante sessão solene da Câmara Municipal de Serranópolis, onde recebeu Título de Cidadania, que “se os adversários continuarem a dizer que em meus governos não realizei obras, vão perder feio.” “ O povo não gosta de mentiras. Dizer que não cumpri com os compromissos que assumi é tentar ludibriar o povo e esconder a verdade”, advertiu.
Para rebater os ataques que tem sofrido dos adversários, o senador relacionou as obras que realizou em Serranópolis e as ações que desenvolveu em todas as regiões do Estado durante os seus sete anos de administração. O desenvolvimento alcançado por Goiás nos governos de Marconi também serviu de argumento para o ex-presidente municipal do PMDB Fábio Mário justificar seu apoio ao senador.
“Deixei o PMDB de cabeça erguida. Hoje estou apoiando o senador Marconi Perillo, por reconhecer nele o melhor dentre todos os candidatos. Estou com Marconi sem nenhum interesse particular. Sou uma pessoa bem sucedida na vida profissional e não preciso da política para sobreviver. Estou com Marconi porque ele foi o melhor e hoje tem os melhores projetos para Goiás”, declarou.
O ex-presidente municipal do PMDB declarou ainda que se sente orgulhoso em saber que Goiás conta um senador da estatura política e moral de Marconi, “um homem público de quem não se pode criticar uma vírgula e a quem se deve enaltecer por ter criado a mais competente rede de proteção social do Brasil. Eu, mesmo no PMDB sempre acompanhei o seu trabalho e posso garantir que o senhor mereceu cada voto que os goianos lhe deram na esmagadora vitória para o Senado”
O ex-dirigente peemedebista de Serranópolis manifestou-se também apoiador da candidatura de José Serra à Presidência da república. “Sou oposição à baderna implantada neste país pelo PT. Marconi, quando na Presidência do Senado, deu agilidade aos projetos de interesse da Nação, coisa que não ocorreria se o Senado continuasse nas mãos exclusivas dos amigos do presidente da República. Isso mostra o quanto Marconi é comprometido com as causas populares”, salientou.
PIB
Ainda em resposta aos opositores, o senador Marconi Perillo lembrou o salto do PIB goiano conquistado durante os seus governos. Quando assumiu, em 1999, o Produto Interno Bruto de Goiás estava em R$ 17 bilhões. Pouco mais de sete anos depois, já batia na casa dos R$ 57 bilhões. No governo atual, portanto em quase quatro anos, o crescimento do PIB foi de pouco mais de R$ 10 bilhões, hoje alcançando R$ 68 bilhões.
Marconi fez questão de esclarecer que o PIB goiano cresceu pouco nos últimos quatro anos e “ ainda assim em decorrência de projetos que foram gerados no nosso governo. Essa é a pura realidade. E a verdade precisa ser dita”.
O desenvolvimento econômico de Goiás, na visão do senador, não é mais importante do que a justiça social. “Precisamos conquistar o desenvolvimento, mas não podemos deixar que ele se sobreponha a um programa que promova a justiça social. Fiz isso em meus dois governos. Os mais humildes ascenderam na vida porque busquei gerar oportunidades”, declarou.
A solenidade de entrega do Título de Cidadania a Marconi foi prestigiada por prefeitos e lideranças de todas as cidades da região. Na platéia, que lotou as dependências da Igreja Assembléia de Deus de Serranópolis, onde foi realizada a sessão solene, destacaram-se os vereadores de Chapadão do Céu. Todos os nove vereadores estiveram na solenidade para demonstrar apoio ao senador Marconi.
O senador Marconi Perillo passou a tarde de ontem em visita a três cidades da região Sudoeste de Goiás. Em Santa Rita do Araguaia e Serranópolis, recebeu Títulos de Cidadania e, à noite, em Jataí foi homenageado pelo Centro de Tradições Gaúchas com um jantar.
Recebido pelo chamado “patrão” do CTG Querência Goiana, Nelson Maggioni, o senador foi saudado como “um amigo que sempre nos visita e, durante os seus governos, transformou-se no maior aliado das causas dos nossos agricultores e pecuaristas”. Dos dirigentes do CTG e na presença dos convidados que lotaram as dependências do clube, Marconi recebeu uma placa “que sela a nossa amizade”, declarou Maggioni.
O congraçamento com o senador foi prestigiado pelo deputado federal Leonardo Vilela (PSDB), pela deputada estadual Cilene Guimarães (PR) e pelo deputado estadual e vice-presidente da Assembléia Legislativa, Honor Cruvinel (PSDB).De Jataí estiveram o presidente da Câmara Municipal, Gênio Eurípedes (PMDB), o ex-prefeito Fernando da Folha, o presidente do Clube de Dirigentes Lojistas, Geneis Leal, e o ex-candidato a prefeito Victor Priori, além de lideranças políticas e empresariais de toda a região.
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sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Presidente usará prazo legal para se decidir sobre reajuste dos aposentados e o Projeto Ficha Limpa
O governo deve esperar até o fim do prazo legal para dar o parecer sobre duas propostas aprovadas pelo Congresso Nacional e que têm provocado grande repercussão nas últimas semanas: o Projeto Ficha Limpa - que impede a candidatura de políticos condenados em segunda instância - e a medida provisória (MP) que concede reajuste de 7,7% para os aposentados que recebem acima de um salário mínimo e acaba com o fator previdenciário a partir do ano que vem.
Interlocutores do Palácio do Planalto informaram à Agência Brasil que o reajuste dos aposentados está sendo analisado por vários ministérios, como o da Fazenda, do Planejamento e da Previdência Social. O assunto tem sido tratado com cautela pelo governo devido à possibilidade de repercussão negativa em pleno processo eleitoral.
A proposta original do governo era de reajuste de 3,5%, mas, depois de um acordo com as centrais sindicais e entidades dos aposentados, ficou definido o índice de 6,14%. Quando a MP chegou ao Congresso, recebeu duas emendas: uma propondo o fim do fator previdenciário e outra elevando para 7,7% o aumento dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo.
Ministros da área econômica já orientaram o presidente a vetar as duas emendas. Lula tem até o próximo dia 15 para decidir se sanciona a MP da forma como foi aprovada pelo Congresso ou se veta alguns pontos. O presidente já deixou claro que a intenção do governo é de que os aposentados recebam, pelo menos, os 6,14% oferecidos inicialmente. Neste caso, o reajuste concedido pelo Congresso seria vetado e o presidente assinaria um decreto concedendo o percentual inicial.
Em relação ao Projeto Ficha Limpa, Lula tem até o dia 8 para sancioná-lo para que a nova lei tenha validade já para as eleições deste ano. Esta semana, parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) foi favorável à sanção da matéria da forma como foi aprovada pelos parlamentares.
Interlocutores do Palácio do Planalto informaram à Agência Brasil que o reajuste dos aposentados está sendo analisado por vários ministérios, como o da Fazenda, do Planejamento e da Previdência Social. O assunto tem sido tratado com cautela pelo governo devido à possibilidade de repercussão negativa em pleno processo eleitoral.
A proposta original do governo era de reajuste de 3,5%, mas, depois de um acordo com as centrais sindicais e entidades dos aposentados, ficou definido o índice de 6,14%. Quando a MP chegou ao Congresso, recebeu duas emendas: uma propondo o fim do fator previdenciário e outra elevando para 7,7% o aumento dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo.
Ministros da área econômica já orientaram o presidente a vetar as duas emendas. Lula tem até o próximo dia 15 para decidir se sanciona a MP da forma como foi aprovada pelo Congresso ou se veta alguns pontos. O presidente já deixou claro que a intenção do governo é de que os aposentados recebam, pelo menos, os 6,14% oferecidos inicialmente. Neste caso, o reajuste concedido pelo Congresso seria vetado e o presidente assinaria um decreto concedendo o percentual inicial.
Em relação ao Projeto Ficha Limpa, Lula tem até o dia 8 para sancioná-lo para que a nova lei tenha validade já para as eleições deste ano. Esta semana, parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) foi favorável à sanção da matéria da forma como foi aprovada pelos parlamentares.
PSDB diz que interpelação do PT contra Serra é "cúmulo da inversão ética"
O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), criticou o PT por dizer que irá interpelar judicialmente o pré-candidato tucano à Presidência, José Serra. Segundo ele, o processo do PT é o "cúmulo da inversão ética".
Nesta quinta-feira, o PT decidiu interpelar Serra para que ele confirme ou não a declaração na qual atribuiu a Dilma Rousseff (PT) a responsabilidade pela confecção de um suposto dossiê contra ele. Se reafirmar, será processado, segundo os petistas.
"Quem deve alguma explicação a respeito dessa fábrica de dossiês é o PT e a campanha da Dilma", escreveu o senador na sua página no Twitter.
Segundo o tucano, "se a Dilma não manifesta repúdio ao que foi feito, não manda embora e nem entrega os malfeitores, então ela assume a responsabilidade por mais essa trapalhada. Não adianta inverter as coisas."
Depois de uma reunião entre o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o secretário-geral do partido, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), o partido decidiu processar Serra.
"Um candidato à Presidência não pode ficar fazendo acusações ao léu. Se ele confirmar o que disse, entraremos com uma ação por danos morais. Ele terá de provar o que falou. Essa declaração é uma lesão à imagem de Dilma", defendeu Cardozo.
No sábado, a revista "Veja" divulgou que petistas articularam a montagem de uma equipe de espionagem para confeccionar dossiês contra adversários, mas a estratégia não teria ido adiante, em razão de intervenção de outra ala do partido.
Ontem, Serra comentou pela primeira vez o episódio. "A principal responsabilidade desse dossiê é da candidata Dilma. Não tenho dúvidas", afirmou. A ex-ministra da Casa Civil rebateu a acusação. "Isso é uma falsidade. Não vou ficar batendo boca, mas isso é uma falsidade."
Nesta quinta-feira, o PT decidiu interpelar Serra para que ele confirme ou não a declaração na qual atribuiu a Dilma Rousseff (PT) a responsabilidade pela confecção de um suposto dossiê contra ele. Se reafirmar, será processado, segundo os petistas.
"Quem deve alguma explicação a respeito dessa fábrica de dossiês é o PT e a campanha da Dilma", escreveu o senador na sua página no Twitter.
Segundo o tucano, "se a Dilma não manifesta repúdio ao que foi feito, não manda embora e nem entrega os malfeitores, então ela assume a responsabilidade por mais essa trapalhada. Não adianta inverter as coisas."
Depois de uma reunião entre o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o secretário-geral do partido, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), o partido decidiu processar Serra.
"Um candidato à Presidência não pode ficar fazendo acusações ao léu. Se ele confirmar o que disse, entraremos com uma ação por danos morais. Ele terá de provar o que falou. Essa declaração é uma lesão à imagem de Dilma", defendeu Cardozo.
No sábado, a revista "Veja" divulgou que petistas articularam a montagem de uma equipe de espionagem para confeccionar dossiês contra adversários, mas a estratégia não teria ido adiante, em razão de intervenção de outra ala do partido.
Ontem, Serra comentou pela primeira vez o episódio. "A principal responsabilidade desse dossiê é da candidata Dilma. Não tenho dúvidas", afirmou. A ex-ministra da Casa Civil rebateu a acusação. "Isso é uma falsidade. Não vou ficar batendo boca, mas isso é uma falsidade."
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Projeto de Marconi autoriza União a implantar sistema de transporte em Goiânia (matéria Agência Senado)
Vai à Câmara a proposta que permite à União celebrar convênio com o estado de Goiás para viabilizar a implantação, em Goiânia, de um sistema metropolitano de transporte público coletivo. O projeto de lei que autoriza o convênio (PLS 159/09) foi aprovado nesta quarta-feira (2), em decisão terminativa, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Do senador Marconi Perillo (PSDB-GO), o projeto prevê que o convênio a ser celebrado disporá sobre: características físicas, técnicas e operacionais do sistema; suporte técnico e financeiro a ser prestado pelo governo federal; contrapartidas do governo estadual e dos municípios integrantes do aglomerado urbano de Goiânia; e participação de financiamento privado, na forma de parceria público-privada.
Segundo Marconi Perillo, está entre os objetivos do Ministério das Cidades incentivar a implantação de sistemas estruturais de transporte de alta e média capacidade em corredores próprios nas cidades de médio e grande porte. Para o autor, "o futuro da capital goiana aponta nessa direção e a adequada condução do processo de planejamento urbano exige que os investimentos sejam realizados no seu devido tempo, sob pena de inviabilizar-se o atendimento às necessidades de transporte dos seus cidadãos".
Em seu parecer favorável ao projeto, a relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), afirma que a proposta é meritória, pois "a adoção de sistemas de transporte coletivo de alta capacidade é uma necessidade nas grandes cidades e deve ocorrer antes que os problemas se agravem".
Valéria Castanho e Ricardo Koiti/ Agência Senado
Do senador Marconi Perillo (PSDB-GO), o projeto prevê que o convênio a ser celebrado disporá sobre: características físicas, técnicas e operacionais do sistema; suporte técnico e financeiro a ser prestado pelo governo federal; contrapartidas do governo estadual e dos municípios integrantes do aglomerado urbano de Goiânia; e participação de financiamento privado, na forma de parceria público-privada.
Segundo Marconi Perillo, está entre os objetivos do Ministério das Cidades incentivar a implantação de sistemas estruturais de transporte de alta e média capacidade em corredores próprios nas cidades de médio e grande porte. Para o autor, "o futuro da capital goiana aponta nessa direção e a adequada condução do processo de planejamento urbano exige que os investimentos sejam realizados no seu devido tempo, sob pena de inviabilizar-se o atendimento às necessidades de transporte dos seus cidadãos".
Em seu parecer favorável ao projeto, a relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), afirma que a proposta é meritória, pois "a adoção de sistemas de transporte coletivo de alta capacidade é uma necessidade nas grandes cidades e deve ocorrer antes que os problemas se agravem".
Valéria Castanho e Ricardo Koiti/ Agência Senado
Marconi parabeniza Meirelles por atuação no BC e pede informações a ministro sobre RGR
O senador Marconi Perillo (PSDB/GO) apresentou, nesta quarta-feira (02), requerimento de voto de aplauso ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, pelos trabalhos realizados à frente do BC. Segundo Marconi, Meirelles "tem sido sistematicamente reconhecido pela comunidade financeira nacional e internacional pelo trabalho realizado em favor da manutenção da estabilidade da economia e dos mercados financeiros". O senador lembra dos inúmeros prêmios e homenagens recebidos por Meirelles e afirma que "como representante eleito pelo estado de Goiás, queremos reconhecer publicamente o valor desse cidadão de Anápolis, que conquistou notoriedade e respeito no cenário financeiro nacional e internacional e figura como o presidente do Banco Central, há mais tempo no cargo, desde 2003, início do atual governo".
Marconi apresentou ainda requerimento de informações ao Ministro de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmermann, sobre a manutenção ou não da cobrança da tarifa nas contas de energia da Reserva Global de Reversão. A previsão é que a RGR - incluída nos chamados encargos setoriais, que representam cerca de 9% do valor da conta de luz - seja extinta no fim do ano.
Marconi apresentou ainda requerimento de informações ao Ministro de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmermann, sobre a manutenção ou não da cobrança da tarifa nas contas de energia da Reserva Global de Reversão. A previsão é que a RGR - incluída nos chamados encargos setoriais, que representam cerca de 9% do valor da conta de luz - seja extinta no fim do ano.
Foi publicada no Diário Oficial do último dia 28, uma alteração no regulamento do Programa de Desenvolvimento Industrial de Goiás, o Produzir. Em que consiste esta alteração?
José Alves Quinta - Na verdade, foi a inclusão de mais um parâmetro de desconto para as empresas beneficiárias do Produzir para pagar o seu financiamento. As empresas que optarem por utilizar, na atividade industrial, o gás natural canalizado ou o gás natural comprimido vão contar com um desconto de 30%. As empresas que já assinaram contrato de financiamento com o Produzir vão poder ganhar mais esse desconto que poderá ser adicionado aos outros parâmetros que porventura já tenham como por exemplo, o parâmetro de geração de emprego, da adimplência, de estar instalada dentro de um distrito agroindustrial, então ela vai poder adicionar pontos para obter um maior desconto no pagamento do seu financiamento de ICMS. As empresas beneficiárias do antigo Fomentar que se interessarem devem fazer a migração para o Produzir.
O que representa esta medida do governo?
José Alves Quinta - O decreto vai abrir portas para o parque industrial goiano usar o gás natural em substituição a outros mais poluentes. Além do desconto na hora do pagamento do financiamento, o gás natural tem outras vantagens, a de reduzir os impactos ambientais, redução de gastos com manutenção de equipamentos e segurança do usuário e do trabalhador.
A GoiásGás vai ser a distribuidora deste gás?
José Alves Quinta - Sim, a Agência Goiana de Gás Canalizado – Goiásgás é uma empresa de economia mista que tem a concessão para distribuir o gás natural aqui no Estado. O consórcio vai ser responsável pela instalação da infraestrutura para o novo produto, que virá de caminhão de Paulínea, São Paulo, assim como o gás natural veicular - GNV.
Qual a expectativa de adesão ao novo produto?
José Alves Quinta - Nós já estamos começando a viabilizar. Muitas empresas estavam aguardando a publicação do decreto. A Cecrisa, empresa de revestimentos cerâmicos de Santa Catarina, que tem filial no Daia, em Anápolis, deve ser a primeira empresa a assinar contrato para utilizar o gás natural em Goiás. Estamos mantendo contatos, reuniões com o Produzir e diretores da empresa para iniciar o convênio de fornecimento. Tem uma série de fatores, inclusive infraestrutura para o fornecimento, que deve ser, inicialmente de 18 mil metros cúbicos. Antes temos que construir a UAG – Unidade de Armazenamento de Gás.
Que outras empresas já manifestaram interesse?
José Alves Quinta - As empresas interessadas já podem procurar o Produzir. Acho que o decreto vai abrir portas para as várias indústrias no Daia, a Hyundai, a Teuto, a Caramuru, em Itumbiara. Tudo depende também do consumo, porque o investimento em infraestrutura é alto, mas, as indústrias que ficarem próximas a uma unidade de armazenamento vão poder ser beneficiadas pois pode ser aberta uma rede para o fornecimento do gás, porém o consumo deve ser de no mínimo mil metros cúbicos por dia.
Então o decreto também também contribui com o meio ambiente?
José Alves Quinta - Exatamente, tínhamos problema de competitividade, de preço, mas o decreto cria mecanismos para que as empresas mudem, gradualmente. A questão também é cultural e as empresas vão acabar optando por um produto que não seja prejudicial ao meio ambiente. Os grandes concorrentes são a lenha, o bagaço de cana e o óleo diesel, altamente poluentes. É uma questão cultural, um processo demorado, mas o decreto cria mecanismo para o gás se tornar competitivo.
O que representa esta medida do governo?
José Alves Quinta - O decreto vai abrir portas para o parque industrial goiano usar o gás natural em substituição a outros mais poluentes. Além do desconto na hora do pagamento do financiamento, o gás natural tem outras vantagens, a de reduzir os impactos ambientais, redução de gastos com manutenção de equipamentos e segurança do usuário e do trabalhador.
A GoiásGás vai ser a distribuidora deste gás?
José Alves Quinta - Sim, a Agência Goiana de Gás Canalizado – Goiásgás é uma empresa de economia mista que tem a concessão para distribuir o gás natural aqui no Estado. O consórcio vai ser responsável pela instalação da infraestrutura para o novo produto, que virá de caminhão de Paulínea, São Paulo, assim como o gás natural veicular - GNV.
Qual a expectativa de adesão ao novo produto?
José Alves Quinta - Nós já estamos começando a viabilizar. Muitas empresas estavam aguardando a publicação do decreto. A Cecrisa, empresa de revestimentos cerâmicos de Santa Catarina, que tem filial no Daia, em Anápolis, deve ser a primeira empresa a assinar contrato para utilizar o gás natural em Goiás. Estamos mantendo contatos, reuniões com o Produzir e diretores da empresa para iniciar o convênio de fornecimento. Tem uma série de fatores, inclusive infraestrutura para o fornecimento, que deve ser, inicialmente de 18 mil metros cúbicos. Antes temos que construir a UAG – Unidade de Armazenamento de Gás.
Que outras empresas já manifestaram interesse?
José Alves Quinta - As empresas interessadas já podem procurar o Produzir. Acho que o decreto vai abrir portas para as várias indústrias no Daia, a Hyundai, a Teuto, a Caramuru, em Itumbiara. Tudo depende também do consumo, porque o investimento em infraestrutura é alto, mas, as indústrias que ficarem próximas a uma unidade de armazenamento vão poder ser beneficiadas pois pode ser aberta uma rede para o fornecimento do gás, porém o consumo deve ser de no mínimo mil metros cúbicos por dia.
Então o decreto também também contribui com o meio ambiente?
José Alves Quinta - Exatamente, tínhamos problema de competitividade, de preço, mas o decreto cria mecanismos para que as empresas mudem, gradualmente. A questão também é cultural e as empresas vão acabar optando por um produto que não seja prejudicial ao meio ambiente. Os grandes concorrentes são a lenha, o bagaço de cana e o óleo diesel, altamente poluentes. É uma questão cultural, um processo demorado, mas o decreto cria mecanismo para o gás se tornar competitivo.
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