Confecções
Pela manhã, Marconi reuniu-se ontem com segmentos das confecções -- Sindicato das Roupas (SindRoupas), Associação Goiana das Indústrias de Confecções (Agicon) e Sindicato dos Vestuários (SinVest). O presidente da Agicon, Edílson Borges, entregou um documento a Marconi com as principais reivindicações da categoria. Entre elas, redução do ICMS de 7% para 1% o que, segundo o presidente, propiciaria a geração de cerca de 80 mil empregos. Foi solicitada também linha de crédito específica para as indústrias de confecções. A pedido do presidente, Marconi assinou um termo comprometendo-se, sendo eleito, a reduzir o ICMS e garantir uma linha de crédito a um valor a ser decidido entre as indústrias, sendo aplaudido por todos.
Marconi lembrou que, ao chegar ao governo, o setor produtivo estava sem competitividade e, por meio de algumas políticas implantadas, foi possível fazer em pouco tempo com que o setor chegasse ao sétimo lugar em competitividade no Brasil. Ele lembrou ainda que houve muitos incentivos do Estado às promoções, como a Feira Internacional da Indústria Têxtil (Fenit). “Não tenho dúvida de que nós teremos de ser muito mais agressivos agora para atrair mais compradores, mais interessados em negócios do Estado. Podem ter certeza da minha palavra no sentido de promover a confecção e a moda goiana, pois enxergo a grande quantidade de empregos que foram gerados em Goiás pela moda”, disse.
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Marconi na Ceasa - 5ª-feira
O candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, senador Marconi Perillo (PSDB), fez ontem (5ª-feira 26) uma visita à Centrais de Abastecimento (Ceasa). Tendo conhecimento das dificuldades enfrentadas na Ceasa, Marconi comprometeu-se, sendo eleito, a destinar R$ 2 milhões do orçamento do Estado para que a ela possa resolver os problemas de infraestrutura. “Vamos dar independência e autonomia para a Ceasa e para a gestão da Ceasa. Me comprometi a colocar R$ 2 milhões do orçamento do Estado para que a Ceasa possa realizar os investimentos necessários, resolver seus problemas de infraestrutura para dar mais conforto, tranqüilidade e segurança para todos que trabalham e dependem de seus serviços”, afirmou.
O governadoriável discutiu, em entrevista concedida à Rádio Ceasa, o comprometimento com a diminuição de impostos para todos os produtos agrícolas e agropecuários do Estado e a volta dos programas sociais criados em seus governos, de forma a beneficiar aqueles trabalhadores. “Pretendo diminuir impostos para todos os produtos agrícolas e agropecuários do Estado. É preciso valorizar aqueles que produzem os alimentos que vão parar na mesa do povo goiano. Quero me comprometer com os trabalhadores do Ceasa que precisarem do Cheque Moradia para reforma, ampliação, para a melhoria da sua casa. Se for eleito, preparem um cadastro com todas as famílias que utilizam, trabalham na Ceasa e que precisarem desse benefício, para contarem comigo”, disse.
Marconi caminhou por todas as alas, cumprimentando funcionários e ouvindo palavras de incentivo e apoio para que volte ao governo do Estado. O proprietário da empresa Frutas da Bahia, Luís de Paula, afirmou que nos governos de Marconi a Ceasa funcionou plenamente. “Apoio Marconi agora como apoiei nas outras candidaturas. Ele tem dedicado a sua vida inteira a Goiás, inclusive no Senado fez um ótimo trabalho, conseguiu verbas para Goiás e gerou muitos empregos para todo o Estado. É um homem de respeito, que tem dignidade e, por isso, merece todo o nosso apoio. Durante os governos dele a Ceasa funcionou plenamente, atendendo aos interesses do produtor e do permissionário”, afirmou.
A funcionária Edna Rodrigues, que trabalha há 20 anos na Ceasa, também lembrou de como era o funcionamento da empresa durante os governos de Marconi. “Apoio Marconi porque ele é o melhor candidato. Disse a ele que será nosso próximo governador e futuro presidente da República. Quando ele foi governador nosso trabalho aqui era muito melhor, não tínhamos tantos problemas como agora”, declarou.
O diretor José Prado, na Ceasa há 25 anos, disse que à época de Marconi governador as vendas melhoraram. “Antes dos governos de Marconi tínhamos alguns problemas aqui, mas depois dele melhorou muito, agregamos o mercado, as vendas melhoraram muito. Nossa empresa, nossa família toda apoia Marconi”, frisou.
O governadoriável discutiu, em entrevista concedida à Rádio Ceasa, o comprometimento com a diminuição de impostos para todos os produtos agrícolas e agropecuários do Estado e a volta dos programas sociais criados em seus governos, de forma a beneficiar aqueles trabalhadores. “Pretendo diminuir impostos para todos os produtos agrícolas e agropecuários do Estado. É preciso valorizar aqueles que produzem os alimentos que vão parar na mesa do povo goiano. Quero me comprometer com os trabalhadores do Ceasa que precisarem do Cheque Moradia para reforma, ampliação, para a melhoria da sua casa. Se for eleito, preparem um cadastro com todas as famílias que utilizam, trabalham na Ceasa e que precisarem desse benefício, para contarem comigo”, disse.
Marconi caminhou por todas as alas, cumprimentando funcionários e ouvindo palavras de incentivo e apoio para que volte ao governo do Estado. O proprietário da empresa Frutas da Bahia, Luís de Paula, afirmou que nos governos de Marconi a Ceasa funcionou plenamente. “Apoio Marconi agora como apoiei nas outras candidaturas. Ele tem dedicado a sua vida inteira a Goiás, inclusive no Senado fez um ótimo trabalho, conseguiu verbas para Goiás e gerou muitos empregos para todo o Estado. É um homem de respeito, que tem dignidade e, por isso, merece todo o nosso apoio. Durante os governos dele a Ceasa funcionou plenamente, atendendo aos interesses do produtor e do permissionário”, afirmou.
A funcionária Edna Rodrigues, que trabalha há 20 anos na Ceasa, também lembrou de como era o funcionamento da empresa durante os governos de Marconi. “Apoio Marconi porque ele é o melhor candidato. Disse a ele que será nosso próximo governador e futuro presidente da República. Quando ele foi governador nosso trabalho aqui era muito melhor, não tínhamos tantos problemas como agora”, declarou.
O diretor José Prado, na Ceasa há 25 anos, disse que à época de Marconi governador as vendas melhoraram. “Antes dos governos de Marconi tínhamos alguns problemas aqui, mas depois dele melhorou muito, agregamos o mercado, as vendas melhoraram muito. Nossa empresa, nossa família toda apoia Marconi”, frisou.
Marconi recebe apoio de policiais civis
A exemplo do tratamento que deu aos funcionários públicos em seus dois governos, pagando salários em atraso há muito tempo e trazendo inovações, como o décimo-terceiro pago no mês do aniversário do servidor, o candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, senador Marconi Perillo (PSDB), recebeu na segunda-feira (23) o apoio unânime da União Goiana de Policiais Civis (Ugopoci), consolidado na sede do órgão.
Ainda que os policiais tivessem novas reivindicações, todos pediram que Marconi desse continuidade aos trabalhos que realizou em seus dois governos, quando conseguiu também que a polícia goiana, que antes recebia uma das piores remunerações proporcionais do Brasil, conquistasse o segundo lugar no País. O agente de primeira classe da Polícia Civil Francisco afirmou que nenhum governo fez pela polícia o que Marconi fez. “Esperamos que ele faça o que fez em seus dois governos, valorizando a polícia, porque nenhum governo fez o que ele fez para nós. Apoiamos nas outras vezes e vamos continuar a apoiar, porque ele cumpriu suas promessas, é um político honesto, e o que falta muito nos outros candidatos é honestidade. E como senador ele continuou ao nosso lado, nunca deixou de pensar em nós”, disse.
O policial Sebastião de Araújo afirmou que seus colegas ficaram satisfeitos com os governos de Marconi e apontou algumas das necessidades da classe. “Temos as melhores expectativas possíveis, porque o que esperávamos ele cumpriu nos outros governos. Um das maiores reivindicações da polícia hoje é que ele melhore as instalações das delegacias, precárias, e que aumente o número de agentes carcerários”, afirmou. O comissário de polícia Cid Almeida endossou o discurso: “Esperamos que faça o que ele já fez para nós, policiais civis e até mesmo os militares. Ele é excelente para nós, e acreditamos que nós vamos ganhar no primeiro turno”, frisou.
Das mãos do presidente da Ugopoci, José Virgílio, Marconi recebeu um documento com as principais reivindicações dos policiais. “Se Deus quiser, o senhor estará aqui conosco dia 1° de janeiro como governador de Goiás”, disse o presidente antes de ler o documento. Entre as principais reivindicações estão o piso salarial do policial civil, conclusão da Academia da Polícia Civil, realização de concurso público, reforma das delegacias, que estão em situação precária, e eleição direta de delegado de polícia, com o voto de todos os policiais.
Virgílio lembrou quando Marconi fez uma das maiores promoções da história da Polícia Civil goiana. “Lembro-me que, em 2005 para 2006, o senhor fez a maior promoção da história na Polícia Civil: 1349 promoções. Tínhamos colegas com 23 anos de polícia que nunca haviam sido promovidos, e aqueles que tinham três anos de polícia também conseguiram ser promovidos junto com eles”, disse.
Marconi, por sua vez, agradeceu pelo apoio e falou da vontade política de resolver os problemas da polícia, como fez em seus governos anteriores, por gostar e respeitar os policiais. “Preciso dizer da satisfação e alegria que sinto por ter sido tão bem recebido mais uma vez por vocês. É a quarta eleição majoritária que disputo e todas as vezes venho à Ugopoci para fazer compromissos, para conversar e, graças a Deus, receber o apoio de vocês. O que vocês pedem hoje são praticamente as mesmas reivindicações que recebi quando cheguei ao governo em 1998. Naquela época fomos pagando as diferenças e consegui deixar o governo muito melhor do que encontrei. Mas infelizmente deram uma patinada nesses últimos quatro anos. Se formos eleitos, precisaremos enfrentar isso de novo. Tenho vontade política para resolver esses assuntos que vocês me trazem e eu vou à luta para ajudá-los a resolver, por uma razão simples: gosto de vocês, respeito vocês e tenho a convicção que vocês fazem um excelente trabalho”, afirmou.
Marconi falou ainda sobre a vontade de recuperar o espaço conquistado pela polícia que, em seus governos, conseguiu obter o segundo lugar entre as melhores remunerações proporcionais do Brasil. “Quando cheguei ao governo a polícia tinha uma das piores remunerações proporcionais do Brasil, e eu deixei os salários da polícia no segundo lugar do Brasil naquela época. Depois que saí a polícia perdeu esse espaço, e eu quero recuperar esse espaço que a polícia perdeu”, declarou.
Noroeste
Após a reunião na Ugopoci, Marconi seguiu para uma reunião com membros de conselhos tutelares na região Noroeste, no Setor Morada do Sol. Centenas de pessoas dividiram espaço em uma galeria lotada. Muita gente teve de assistir ao discurso de Marconi do lado de fora, através de um telão. O presidente dos conselhos tutelares de Goiânia, Wesley Sousa, afirmou que, de 30 presidentes de conselhos tutelares, 25 estavam presentes apoiando Marconi. “Este povo se uniu a você, Marconi, porque um dia nos reunimos com você e você abraçou as ideias sociais. Os jovens, os idosos e os conselheiros tutelares de Goiânia querem Marconi de volta ao governo”, afirmou.
Marconi, que já havia se reunido com conselheiros tutelares recentemente, reafirmou seu compromisso de apoio material para que eles possam realizar o trabalho necessário para cada região na área da saúde, segurança pública e moradia. O governadoriável reafirmou também os compromissos firmados com a região Noroeste, como o de construir um hospital de urgências na região, a maior unidade da Universidade Estadual de Goiás (UEG), a Delegacia da Mulher, a Central de Flagrantes, um colégio militar e uma unidade do Vapt-vupt.
Inauguração
Marconi participou ainda da inauguração do comitê do deputado federal Carlos Alberto Leréia (PSDB), candidato à reeleição. Leréia lembrou a trajetória de Marconi e, em resposta aos ataques recentes por parte do governo, afirmou: “Marconi foi o governo que revolucionou a história de Goiás, com seus programas sociais copiados pelo Brasil e trabalhou muito para vencer as eleições de 2002 no primeiro turno, mas trabalhou mais ainda para eleger seu sucessor, que hoje está no governo e foi um traidor medíocre, que o apunhalou pelas costas”, disse.
Marconi lembrou que Leréia está ao seu lado há muitos anos e reforçou a luta do deputado em defender o partido e as causas em que acredita. O governadoriável brincou ao afirmar que muitas pessoas acreditam que Leréia fala em seus discursos a pedido dele, pela forma como o defende, mas “Leréia é indomável, independente e fala por si mesmo, fala tudo o que pensa e defende as causas que acredita”, disse, sob muitos aplausos. “Todo mundo respeita Leréia por sua grandeza de espírito, por ser um político sério, mas, principalmente, por ser coerente, leal aos seus princípios, seus propósitos e aos seus amigos”, completou.
Ainda que os policiais tivessem novas reivindicações, todos pediram que Marconi desse continuidade aos trabalhos que realizou em seus dois governos, quando conseguiu também que a polícia goiana, que antes recebia uma das piores remunerações proporcionais do Brasil, conquistasse o segundo lugar no País. O agente de primeira classe da Polícia Civil Francisco afirmou que nenhum governo fez pela polícia o que Marconi fez. “Esperamos que ele faça o que fez em seus dois governos, valorizando a polícia, porque nenhum governo fez o que ele fez para nós. Apoiamos nas outras vezes e vamos continuar a apoiar, porque ele cumpriu suas promessas, é um político honesto, e o que falta muito nos outros candidatos é honestidade. E como senador ele continuou ao nosso lado, nunca deixou de pensar em nós”, disse.
O policial Sebastião de Araújo afirmou que seus colegas ficaram satisfeitos com os governos de Marconi e apontou algumas das necessidades da classe. “Temos as melhores expectativas possíveis, porque o que esperávamos ele cumpriu nos outros governos. Um das maiores reivindicações da polícia hoje é que ele melhore as instalações das delegacias, precárias, e que aumente o número de agentes carcerários”, afirmou. O comissário de polícia Cid Almeida endossou o discurso: “Esperamos que faça o que ele já fez para nós, policiais civis e até mesmo os militares. Ele é excelente para nós, e acreditamos que nós vamos ganhar no primeiro turno”, frisou.
Das mãos do presidente da Ugopoci, José Virgílio, Marconi recebeu um documento com as principais reivindicações dos policiais. “Se Deus quiser, o senhor estará aqui conosco dia 1° de janeiro como governador de Goiás”, disse o presidente antes de ler o documento. Entre as principais reivindicações estão o piso salarial do policial civil, conclusão da Academia da Polícia Civil, realização de concurso público, reforma das delegacias, que estão em situação precária, e eleição direta de delegado de polícia, com o voto de todos os policiais.
Virgílio lembrou quando Marconi fez uma das maiores promoções da história da Polícia Civil goiana. “Lembro-me que, em 2005 para 2006, o senhor fez a maior promoção da história na Polícia Civil: 1349 promoções. Tínhamos colegas com 23 anos de polícia que nunca haviam sido promovidos, e aqueles que tinham três anos de polícia também conseguiram ser promovidos junto com eles”, disse.
Marconi, por sua vez, agradeceu pelo apoio e falou da vontade política de resolver os problemas da polícia, como fez em seus governos anteriores, por gostar e respeitar os policiais. “Preciso dizer da satisfação e alegria que sinto por ter sido tão bem recebido mais uma vez por vocês. É a quarta eleição majoritária que disputo e todas as vezes venho à Ugopoci para fazer compromissos, para conversar e, graças a Deus, receber o apoio de vocês. O que vocês pedem hoje são praticamente as mesmas reivindicações que recebi quando cheguei ao governo em 1998. Naquela época fomos pagando as diferenças e consegui deixar o governo muito melhor do que encontrei. Mas infelizmente deram uma patinada nesses últimos quatro anos. Se formos eleitos, precisaremos enfrentar isso de novo. Tenho vontade política para resolver esses assuntos que vocês me trazem e eu vou à luta para ajudá-los a resolver, por uma razão simples: gosto de vocês, respeito vocês e tenho a convicção que vocês fazem um excelente trabalho”, afirmou.
Marconi falou ainda sobre a vontade de recuperar o espaço conquistado pela polícia que, em seus governos, conseguiu obter o segundo lugar entre as melhores remunerações proporcionais do Brasil. “Quando cheguei ao governo a polícia tinha uma das piores remunerações proporcionais do Brasil, e eu deixei os salários da polícia no segundo lugar do Brasil naquela época. Depois que saí a polícia perdeu esse espaço, e eu quero recuperar esse espaço que a polícia perdeu”, declarou.
Noroeste
Após a reunião na Ugopoci, Marconi seguiu para uma reunião com membros de conselhos tutelares na região Noroeste, no Setor Morada do Sol. Centenas de pessoas dividiram espaço em uma galeria lotada. Muita gente teve de assistir ao discurso de Marconi do lado de fora, através de um telão. O presidente dos conselhos tutelares de Goiânia, Wesley Sousa, afirmou que, de 30 presidentes de conselhos tutelares, 25 estavam presentes apoiando Marconi. “Este povo se uniu a você, Marconi, porque um dia nos reunimos com você e você abraçou as ideias sociais. Os jovens, os idosos e os conselheiros tutelares de Goiânia querem Marconi de volta ao governo”, afirmou.
Marconi, que já havia se reunido com conselheiros tutelares recentemente, reafirmou seu compromisso de apoio material para que eles possam realizar o trabalho necessário para cada região na área da saúde, segurança pública e moradia. O governadoriável reafirmou também os compromissos firmados com a região Noroeste, como o de construir um hospital de urgências na região, a maior unidade da Universidade Estadual de Goiás (UEG), a Delegacia da Mulher, a Central de Flagrantes, um colégio militar e uma unidade do Vapt-vupt.
Inauguração
Marconi participou ainda da inauguração do comitê do deputado federal Carlos Alberto Leréia (PSDB), candidato à reeleição. Leréia lembrou a trajetória de Marconi e, em resposta aos ataques recentes por parte do governo, afirmou: “Marconi foi o governo que revolucionou a história de Goiás, com seus programas sociais copiados pelo Brasil e trabalhou muito para vencer as eleições de 2002 no primeiro turno, mas trabalhou mais ainda para eleger seu sucessor, que hoje está no governo e foi um traidor medíocre, que o apunhalou pelas costas”, disse.
Marconi lembrou que Leréia está ao seu lado há muitos anos e reforçou a luta do deputado em defender o partido e as causas em que acredita. O governadoriável brincou ao afirmar que muitas pessoas acreditam que Leréia fala em seus discursos a pedido dele, pela forma como o defende, mas “Leréia é indomável, independente e fala por si mesmo, fala tudo o que pensa e defende as causas que acredita”, disse, sob muitos aplausos. “Todo mundo respeita Leréia por sua grandeza de espírito, por ser um político sério, mas, principalmente, por ser coerente, leal aos seus princípios, seus propósitos e aos seus amigos”, completou.
IQUEGO
A Indústria Química do Estado de Goiás S/A, Iquego, é o laboratório farmacêutico oficial no Estado. A instituição é responsável pela produção dos medicamentos essenciais de atendimento básico. A Iquego produz remédios de controle da pressão arterial, antitérmicos, analgésicos, antibióticos. E também é o único laboratório do Brasil que produz a lamivudina oral, um dos antirretrovirais utilizados no tratamento contra a Aids. A produção deste tipo de solução é possível devido a um acordo com o Ministério da Saúde. Em entrevista, o diretor de produção, Daniel Jesus de Paula, diz que o laboratório está em constante desenvolvimento. Segundo ele há ainda um acordo para que o laboratório possa exportar medicamentos para África e alguns países da Ásia.
Sabatina na FIEG
Em sabatina promovida pela Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg), o senador Marconi Perillo (PSDB), candidato a governador pela Coligação Goiás Quer Mais, surpreendeu os membros da entidade ao comprometer-se a trabalhar, sendo eleito, pela construção de uma sede própria para a Facieg, já que a entidade funciona no mesmo prédio da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). O presidente da Facieg, Deocleciano Moreira, elogiou a atitude de Marconi, que também foi louvada pelos demais membros da associação antes de dirigirem perguntas ao candidato, e aplaudida por todos, unanimemente. O candidato comprometeu-se ainda, sendo eleito, que as primeiras entidades a serem ouvidas serão a Facieg e a Fieg.
Marconi, em sua apresentação, lembrou os avanços de Goiás em seus dois governos, como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que saltou de R$ 17, 5 milhões para R$ 57 bilhões, e a geração de mais de 500 mil empregos diretos. Ele voltou a destacar a importância dos programas criados em suas gestões referentes ao desenvolvimento industrial e à criação e manutenção das estradas, como o Programa Produzir, Pró-Melhor e Terceira-Via, e discutiu a necessidade de trazê-los de volta.
Marconi respondeu perguntas baseadas nas necessidades que o Estado de Goiás apresenta.. Em relação à qualificação de mão-de-obra, apontou a proposta de seu plano de governo de criar cem escolas técnicas utilizando estruturas físicas que já existem, de forma a adequá-las para o uso. “Vamos usar cem escolas, que já existem, voltadas para qualificação de mão-de-obra, identificar nas regiões onde há exigência de mão-de-obra qualificada, e adequar essas escolas já existentes para que esse cursos sejam ministrados com professores adequados e monitores. O Estado deve ter a disposição de acordo com cada necessidade. Vamos contar com bolsas de instituições que possam vender seus serviços para o Estado, de acordo com as necessidades de cada região”, disse.
O governadoriável criticou a atual situação das rodovias, principalmente as da região Sudoeste, explicando que as estradas foram feitas sem planejamento. “As estradas da região Sudoeste estão completamente abandonadas. No passado não havia planejamento para se construirem estradas, e hoje, quando se tenta arrumar uma estrada, fazem uma operação tapa-buraco. É preciso arrancar o pavimento velho e fazer tudo de novo. Essas estradas que estão estragadas precisam ser reconstruídas”, disse. Em seguida, criticou o abandono pelo atual governo do Programa Terceira Via. “Infelizmente abandonaram o e Terceira Via. O que aconteceu com ele foi que as empreiteiras ficaram meses sem receber. É preciso voltar com o Terceira via e o Pró-Melhor”, afirmou. Marconi disse ainda estar estudando algumas duplicações e federalização de algumas dessas rodovias.
Celg
O caso Celg foi tema discutido por todos os candidatos, igualmente sabatinados, um por um, pela Facieg. Marconi, que conseguiu, por meio de uma reunião com representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e representantes da Celg, que não haverá abertura do processo de caducidade até as eleições, tocou na questão da Celg quando foi questionado sobre um possível apagão elétrico no Estado. O tucano relembrou que a venda da Usina de Cachoeira Dourada foi responsável por 65% do desequilíbrio econômico da Celg e explicou o que foi discutido na reunião com a Aneel.
“O problema da Celg é um caso sério. A CPI identificou 11 problemas referentes à Celg, e o maior deles foi a venda da Usina de Cachoeira Dourada, responsável por 65% do desequilíbrio econômico da empresa. Depois das eleições, a Aneel vai encaminhar à Celg um pedido de reapresentação de um cronograma de reajuste econômico financeiro e administrativo da empresa. A empresa vai apresentar isso nos próximos meses à Aneel, que vai analisar se há viabilidade nessa proposta de reajuste econômico. Havendo essa possibilidade, a Aneel vai concordar e apoiar a reestruturação; caso contrário, abre-se o caminho para a caducidade da concessão”, disse.
Marconi comprometeu-se, sendo eleito, a destinar a primeira parcela do empréstimo exclusivamente a pagar encargos intrassetoriais da empresa. Ele anunciou ainda a escolha de técnicos graduados que farão a gestão completa da empresa, de forma absolutamente técnica. “Se for eleito, esse empréstimo de R$ 1,2 bilhão não vai para nenhum lugar a não ser para pagar encargos intrassetoriais. Fiz o compromisso de não tocar a mão nesse dinheiro. Se for preciso, vamos vender parte das ações até completar o pagamento da divida. Eleito governador, vamos escolher os mais graduados técnicos da empresa, escolher junto com os funcionários, e eles terão a gestão completa da empresa. Talvez, traremos alguém da Eletrobrás e da Aneel para que possamos ter uma gestão absolutamente técnica”, afirmou, sob intensos aplausos.
Marconi, em sua apresentação, lembrou os avanços de Goiás em seus dois governos, como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que saltou de R$ 17, 5 milhões para R$ 57 bilhões, e a geração de mais de 500 mil empregos diretos. Ele voltou a destacar a importância dos programas criados em suas gestões referentes ao desenvolvimento industrial e à criação e manutenção das estradas, como o Programa Produzir, Pró-Melhor e Terceira-Via, e discutiu a necessidade de trazê-los de volta.
Marconi respondeu perguntas baseadas nas necessidades que o Estado de Goiás apresenta.. Em relação à qualificação de mão-de-obra, apontou a proposta de seu plano de governo de criar cem escolas técnicas utilizando estruturas físicas que já existem, de forma a adequá-las para o uso. “Vamos usar cem escolas, que já existem, voltadas para qualificação de mão-de-obra, identificar nas regiões onde há exigência de mão-de-obra qualificada, e adequar essas escolas já existentes para que esse cursos sejam ministrados com professores adequados e monitores. O Estado deve ter a disposição de acordo com cada necessidade. Vamos contar com bolsas de instituições que possam vender seus serviços para o Estado, de acordo com as necessidades de cada região”, disse.
O governadoriável criticou a atual situação das rodovias, principalmente as da região Sudoeste, explicando que as estradas foram feitas sem planejamento. “As estradas da região Sudoeste estão completamente abandonadas. No passado não havia planejamento para se construirem estradas, e hoje, quando se tenta arrumar uma estrada, fazem uma operação tapa-buraco. É preciso arrancar o pavimento velho e fazer tudo de novo. Essas estradas que estão estragadas precisam ser reconstruídas”, disse. Em seguida, criticou o abandono pelo atual governo do Programa Terceira Via. “Infelizmente abandonaram o e Terceira Via. O que aconteceu com ele foi que as empreiteiras ficaram meses sem receber. É preciso voltar com o Terceira via e o Pró-Melhor”, afirmou. Marconi disse ainda estar estudando algumas duplicações e federalização de algumas dessas rodovias.
Celg
O caso Celg foi tema discutido por todos os candidatos, igualmente sabatinados, um por um, pela Facieg. Marconi, que conseguiu, por meio de uma reunião com representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e representantes da Celg, que não haverá abertura do processo de caducidade até as eleições, tocou na questão da Celg quando foi questionado sobre um possível apagão elétrico no Estado. O tucano relembrou que a venda da Usina de Cachoeira Dourada foi responsável por 65% do desequilíbrio econômico da Celg e explicou o que foi discutido na reunião com a Aneel.
“O problema da Celg é um caso sério. A CPI identificou 11 problemas referentes à Celg, e o maior deles foi a venda da Usina de Cachoeira Dourada, responsável por 65% do desequilíbrio econômico da empresa. Depois das eleições, a Aneel vai encaminhar à Celg um pedido de reapresentação de um cronograma de reajuste econômico financeiro e administrativo da empresa. A empresa vai apresentar isso nos próximos meses à Aneel, que vai analisar se há viabilidade nessa proposta de reajuste econômico. Havendo essa possibilidade, a Aneel vai concordar e apoiar a reestruturação; caso contrário, abre-se o caminho para a caducidade da concessão”, disse.
Marconi comprometeu-se, sendo eleito, a destinar a primeira parcela do empréstimo exclusivamente a pagar encargos intrassetoriais da empresa. Ele anunciou ainda a escolha de técnicos graduados que farão a gestão completa da empresa, de forma absolutamente técnica. “Se for eleito, esse empréstimo de R$ 1,2 bilhão não vai para nenhum lugar a não ser para pagar encargos intrassetoriais. Fiz o compromisso de não tocar a mão nesse dinheiro. Se for preciso, vamos vender parte das ações até completar o pagamento da divida. Eleito governador, vamos escolher os mais graduados técnicos da empresa, escolher junto com os funcionários, e eles terão a gestão completa da empresa. Talvez, traremos alguém da Eletrobrás e da Aneel para que possamos ter uma gestão absolutamente técnica”, afirmou, sob intensos aplausos.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Marconi Perillo: Aneel só decidirá sobre Celg após as eleições
Reunião entre a bancada goiana e a agência afasta risco de caducidade e garante promessa de solução técnica para renegociação das dívidas da estatal
Brasília, (23 de agosto de 2010) – Em reunião suprapartidária, capitaneada pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO), o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, garantiu nesta segunda-feira (23) que a renegociação das dívidas da Celg só será finalizada após o período eleitoral.
SOLUÇÃO TÉCNICA
Na conversa com a bancada goiana no Congresso Nacional, Hubner também afastou o fantasma da caducidade da concessão da estatal e disse que qualquer medida a ser tomada será eminentemente técnica. “Há total disposição da agência em buscar com o próximo governo uma solução que devolva o equilíbrio financeiro e garanta a capitalização da empresa”, resumiu Marconi Perillo, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto para o Palácio das Esmeraldas.
Segundo o tucano, uma vez estabelecido o acordo com a Aneel, a Celg poderá realizar “novos investimentos capazes de fazer frente à demanda reprimida de energia no estado”. Conforme o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), também presente à reunião, a Aneel garantiu que o governo estadual está livre para dar prosseguimento ao empréstimo de R$ 3,7 bilhões acordado com Governo Federal, mesmo com as mudanças feitas na Assembléia Legislativa.
SUBSTITUTIVO
Em votação na semana passada, a Assembléia Legislativa aprovou, em primeiro turno, o projeto que autoriza o empréstimo. Pelo texto aprovado, de autoria do relator, deputado Daniel Messac (PSDB), a primeira parcela dos recursos deverá ser destinada exclusivamente ao pagamento de dívidas da estatal com a Eletrobras e não poderá ser usada para pagar créditos do ICMS, como previsto no texto original enviado pelo Executivo.
“Se o governo estadual resolver cumprir o que a Assembléia decidiu, a situação da Celg estará resolvida. Caso contrário, a deliberação só vai ocorrer após as eleições, o que é bastante razoável”, explicou Demóstenes. Na avaliação da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), foram dois os resultados mais importantes da reunião: “tirar a questão da pauta eleitoral e garantir que o processo não será precipitado”. Participaram também da reunião o deputado federal Roberto Balestra (PP) e o deputado estadual Daniel Goulart, presidente do PSDB em Goiás.
“Foi uma reunião de quem quer resolver o problema da Celg, que precisava de uma ação política forte. Agora, a empresa terá mais 30 dias para buscar uma solução já com quem vai administrar o estado a partir do ano que vem”, endossou o deputado Jovair Arantes (PTB-GO). Na mesma linha, o deputado Luiz Bittencourt (PMDB-GO) elogiou a posição da Aneel e atribuiu a indefinição sobre o futuro da empresa à “falta de vontade política” do atual governador.
SEM CADUCIDADE
O peemedebista avaliou que há “condições de negociar a dívida conforme as regras previstas no projeto aprovado pelos deputados estaduais” e sustentou que o caminho está livre para que o governo “faça com que a Celg volte a ser uma grande empresa”. Primeiro suplente de Perillo, o empresário Cyro Miranda elogiou o sentimento de “goianidade” que orientou o encontro e também defendeu o substitutivo da Assembléia como a melhor alternativa para a solução dos problemas financeiros da estatal goiana.
A solução encontrada hoje, na reunião com a Aneel, também foi um alívio para os funcionários da estatal, apontou o representante dos servidores no Conselho de Administração da Celg, Peterson Gomes. Segundo ele, a negociação deu sobrevida à empresa e trouxe segurança aos empregados. “Está definitivamente afastado o fantasma da caducidade da concessão, que vinha rondando a empresa”, garantiu.
“Não há risco de se perder a concessão e deixar um patrimônio construído ao longo dos anos cair como uma bomba nas contas do estado. Somente quando acabar o processo eleitoral é que a caducidade será discutida. Até porque o processo é interrompido no momento em que for apresentado um plano de reestruturação”, concluiu.
Brasília, (23 de agosto de 2010) – Em reunião suprapartidária, capitaneada pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO), o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, garantiu nesta segunda-feira (23) que a renegociação das dívidas da Celg só será finalizada após o período eleitoral.
SOLUÇÃO TÉCNICA
Na conversa com a bancada goiana no Congresso Nacional, Hubner também afastou o fantasma da caducidade da concessão da estatal e disse que qualquer medida a ser tomada será eminentemente técnica. “Há total disposição da agência em buscar com o próximo governo uma solução que devolva o equilíbrio financeiro e garanta a capitalização da empresa”, resumiu Marconi Perillo, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto para o Palácio das Esmeraldas.
Segundo o tucano, uma vez estabelecido o acordo com a Aneel, a Celg poderá realizar “novos investimentos capazes de fazer frente à demanda reprimida de energia no estado”. Conforme o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), também presente à reunião, a Aneel garantiu que o governo estadual está livre para dar prosseguimento ao empréstimo de R$ 3,7 bilhões acordado com Governo Federal, mesmo com as mudanças feitas na Assembléia Legislativa.
SUBSTITUTIVO
Em votação na semana passada, a Assembléia Legislativa aprovou, em primeiro turno, o projeto que autoriza o empréstimo. Pelo texto aprovado, de autoria do relator, deputado Daniel Messac (PSDB), a primeira parcela dos recursos deverá ser destinada exclusivamente ao pagamento de dívidas da estatal com a Eletrobras e não poderá ser usada para pagar créditos do ICMS, como previsto no texto original enviado pelo Executivo.
“Se o governo estadual resolver cumprir o que a Assembléia decidiu, a situação da Celg estará resolvida. Caso contrário, a deliberação só vai ocorrer após as eleições, o que é bastante razoável”, explicou Demóstenes. Na avaliação da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), foram dois os resultados mais importantes da reunião: “tirar a questão da pauta eleitoral e garantir que o processo não será precipitado”. Participaram também da reunião o deputado federal Roberto Balestra (PP) e o deputado estadual Daniel Goulart, presidente do PSDB em Goiás.
“Foi uma reunião de quem quer resolver o problema da Celg, que precisava de uma ação política forte. Agora, a empresa terá mais 30 dias para buscar uma solução já com quem vai administrar o estado a partir do ano que vem”, endossou o deputado Jovair Arantes (PTB-GO). Na mesma linha, o deputado Luiz Bittencourt (PMDB-GO) elogiou a posição da Aneel e atribuiu a indefinição sobre o futuro da empresa à “falta de vontade política” do atual governador.
SEM CADUCIDADE
O peemedebista avaliou que há “condições de negociar a dívida conforme as regras previstas no projeto aprovado pelos deputados estaduais” e sustentou que o caminho está livre para que o governo “faça com que a Celg volte a ser uma grande empresa”. Primeiro suplente de Perillo, o empresário Cyro Miranda elogiou o sentimento de “goianidade” que orientou o encontro e também defendeu o substitutivo da Assembléia como a melhor alternativa para a solução dos problemas financeiros da estatal goiana.
A solução encontrada hoje, na reunião com a Aneel, também foi um alívio para os funcionários da estatal, apontou o representante dos servidores no Conselho de Administração da Celg, Peterson Gomes. Segundo ele, a negociação deu sobrevida à empresa e trouxe segurança aos empregados. “Está definitivamente afastado o fantasma da caducidade da concessão, que vinha rondando a empresa”, garantiu.
“Não há risco de se perder a concessão e deixar um patrimônio construído ao longo dos anos cair como uma bomba nas contas do estado. Somente quando acabar o processo eleitoral é que a caducidade será discutida. Até porque o processo é interrompido no momento em que for apresentado um plano de reestruturação”, concluiu.
sábado, 21 de agosto de 2010
CASO CELG MARCONI REBATE AS ACUSAÇÕES FEITA POR ALCIDES RODRIGUES
O candidato da Coligação Goiás Quer Mais ao governo do Estado, senador Marconi Perillo (PSDB), rebateu ontem (sexta-feira 20) as críticas feitas pelo governador Alcides Rodrigues (PP) de que ele seria responsável pela atual dívida da Celg. “Acho que o governador deveria ter o mesmo zelo, a mesma responsabilidade, a mesma competência e a mesma honestidade que eu tive quando administrei o Estado”, disse Marconi. O governadoriável afirmou ainda que a emenda proposta pelos deputados e aprovada pela Assembleia Legislativa, para que a primeira parcela do empréstimo da Celg seja exclusivamente para pagar o débito com a Eletrobras, foi o caminho mais sério.
Sobre acusações do governo de que a ação seria como o sepultamento da companhia, Marconi refutou: “Eu não acredito nisso, pelo contrário, se há boa intenção no governo, o melhor que ele deve fazer é cumprir suas obrigações junto à Eletrobras, colocar a Celg adimplente, para que ela possa se equilibrar financeiramente”, disse. “Os deputados fizeram a parte deles, melhoraram muito o projeto, que agora vai destinar exclusivamente o pagamento de débito da Celg para a Eletrobrás. Conversei com funcionários da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), e todos eles acham que essa mudança foi altamente benéfica para a empresa”, completou.
Marconi explicou a importância da modificação do projeto: “A decisão foi correta, porque os recursos do empréstimo não seriam desviados para outras finalidades. Os recursos vão ser aplicados integralmente para pagar o débito que a Celg tem, e com isso se tornar uma empresa adimplente e com as contas reguladas. Acho que é o único caminho mais sério. Se realmente a preocupação do governo é resolver o problema da Celg, na minha opinião esse é o caminho mais sério”, salientou.
Marconi comentou ainda a série de cópias de seus programas que estão indo ao ar no rádio e televisão e também a cópia de seus programas do plano de governo. Programas como o “Amigo”, anunciado pelo senador ainda no mês de maio, que destinará um computador a cada aluno e professor da rede estadual, foi copiado pelo adversário Iris Rezende (PMDB). “Em todas as campanhas, infelizmente isso acontece. Não só o programa de rádio, mas também estão plagiando meus programas. Eu fui o primeiro a falar em computadores para os estudantes, fui o criador da Bolsa Universitária, o primeiro a falar em passe livre para os estudantes, e o que eu estou vendo são os adversários copiando, estão colando os meus programas, estão parecendo meninos, de escolas, que ficam colando”, afirmou.
Caminhada
Marconi e os senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB) fizeram caminhada ontem pelos setores Cidade Jardim e Bairro Rodoviário. Centenas de pessoas e de veículos pararam o trânsito da Avenida Castelo Branco e o comércio local para cumprimentar o candidato e declarar apoio. Logo na chegada de Marconi um grupo de mototaxistas veio abraçá-lo. O comerciante Divino de Sousa, contente em receber Marconi em sua loja, abraçou o tucano e afirmou que ele foi o único governador que conseguiu criar programas que atendessem a todas as áreas. “Ele não escolheu, não priorizou ninguém, todas as classes foram ajudadas por Marconi, e eu pedi para ele que traga os programas sociais que foram extintos”, disse.
Sobre acusações do governo de que a ação seria como o sepultamento da companhia, Marconi refutou: “Eu não acredito nisso, pelo contrário, se há boa intenção no governo, o melhor que ele deve fazer é cumprir suas obrigações junto à Eletrobras, colocar a Celg adimplente, para que ela possa se equilibrar financeiramente”, disse. “Os deputados fizeram a parte deles, melhoraram muito o projeto, que agora vai destinar exclusivamente o pagamento de débito da Celg para a Eletrobrás. Conversei com funcionários da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), e todos eles acham que essa mudança foi altamente benéfica para a empresa”, completou.
Marconi explicou a importância da modificação do projeto: “A decisão foi correta, porque os recursos do empréstimo não seriam desviados para outras finalidades. Os recursos vão ser aplicados integralmente para pagar o débito que a Celg tem, e com isso se tornar uma empresa adimplente e com as contas reguladas. Acho que é o único caminho mais sério. Se realmente a preocupação do governo é resolver o problema da Celg, na minha opinião esse é o caminho mais sério”, salientou.
Marconi comentou ainda a série de cópias de seus programas que estão indo ao ar no rádio e televisão e também a cópia de seus programas do plano de governo. Programas como o “Amigo”, anunciado pelo senador ainda no mês de maio, que destinará um computador a cada aluno e professor da rede estadual, foi copiado pelo adversário Iris Rezende (PMDB). “Em todas as campanhas, infelizmente isso acontece. Não só o programa de rádio, mas também estão plagiando meus programas. Eu fui o primeiro a falar em computadores para os estudantes, fui o criador da Bolsa Universitária, o primeiro a falar em passe livre para os estudantes, e o que eu estou vendo são os adversários copiando, estão colando os meus programas, estão parecendo meninos, de escolas, que ficam colando”, afirmou.
Caminhada
Marconi e os senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB) fizeram caminhada ontem pelos setores Cidade Jardim e Bairro Rodoviário. Centenas de pessoas e de veículos pararam o trânsito da Avenida Castelo Branco e o comércio local para cumprimentar o candidato e declarar apoio. Logo na chegada de Marconi um grupo de mototaxistas veio abraçá-lo. O comerciante Divino de Sousa, contente em receber Marconi em sua loja, abraçou o tucano e afirmou que ele foi o único governador que conseguiu criar programas que atendessem a todas as áreas. “Ele não escolheu, não priorizou ninguém, todas as classes foram ajudadas por Marconi, e eu pedi para ele que traga os programas sociais que foram extintos”, disse.
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