Quando se fala em Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás – FICA – vem à lembrança da população goiana de um modo geral a ousadia de Marconi Perillo, então governador de Goiás, em 1999, quando lançou esse festival, com o intuito de mobilizar o Estado para uma reflexão sobre as questões ambientais e a promoção do cinema produzido no estado.
Recentemente, Marconi comentou com amigos, durante uma dessas viagens que empreende pelas cidades goianas, coincidentemente no período de realização da XII edição do FICA, de 8 a 13 deste mês, na cidade de Goiás, da sua alegria em ver que o festival prosperou e hoje Goiás, o Brasil e o mundo não mais vivem sem ele.
Para o senador Marconi Perillo, a população goiana abraçou o FICA e com ele caminha construindo um caminho que amplia a diversidade cultural goiana. “Graças a Deus o FICA hoje está incorporado ao calendário cultural do Estado de Goiás como um importante meio de promoção do trabalho de criação dos nossos cineastas e de luta de todos os que defendem a preservação do meio ambiente, propondo discussões e assegurando novos rumos ao debate sobre o cinema e o meio ambiente”, observa ele.
Por isso mesmo que em suas propostas, neste período que antecede a pré-campanha eleitoral, Marconi Perillo sinaliza a sua assessoria para demarcar um campo maior de prospecção para o FICA, defendendo a sua ampliação e o seu fortalecimento e propondo convênios com outros festivais de cinema ambiental. Por isso, ele defende um FICA mais internacionalizado e que se insira com maior ênfase nas questões ambientais.
Na opinião de Marconi, porque fascina, o cinema acrescenta, englobando a sedução das outras artes, o que redimensiona a importância de seu papel cultural. “Como não tem fronteiras _ observa Marconi -, proporciona preciosa contribuição ao entendimento entre os povos e à paz internacional. E cada vez mais aproxima os homens no entendimento sobre a questão ambiental, na medida em que se torna fértil o veio cinematográfico que lança sua luz, suas câmeras e suas ações sobre idéias a favor do meio ambiente”.
Para o senador Marconi, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental projeta o Estado como importante referência mundial neste plano da arte cinematográfica motivada pela questão ambiental. Com certeza, diz, o FICA insere-se entre os cinco mais importantes do mundo neste gênero e também se tornou o evento cultural mais importante do Centro-Oeste, por isso mesmo, para ele, precisa ser ampliado, melhorado e valorizado. Além de tudo isso, segundo Marconi, há um considerável implemento no turismo da cidade de Goiás, com lotação total de hotéis e pousadas e uma grande movimentação da economia local.
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
Marconi ressalta políticas para a juventude
Consciente de que um melhor e promissor futuro para o Estado de Goiás, em particular, e para o Brasil, no geral, dependem de políticas e ações que alarguem os caminhos da juventude, o senador Marconi Perillo, pré-candidato do PSDB ao governo de Goiás, tem alertado em todas as 246 cidades goianas ,por onde passou nos últimos quatro meses, recebendo homenagens e mantendo um diálogo com a população, para a necessidade de políticas públicas que dêem atenção específica aos jovens.
Para Marconi, a perspectiva de "um mundo melhor para nossos filhos e netos "depende de um trabalho do poder público que valorize a presença do jovem na sociedade, e na economia, permitindo-lhe que tenha condições de construir ele mesmo e trilhar caminhos que lhe permitam dotar sua vida de dignidade, com humanismo e alegria. “Os governos precisam abrir as portas do mundo real para o jovem que se lança com sua força, mas ainda sem experiência suficiente, ao mundo do trabalho e de construção de seu futuro”, observa Marconi.
Ele tem aproveitado essas oportunidades de encontros com a população para relembrar que em seus governos, de 1999 a março de 2006, todas as políticas foram planejadas no sentido de dar sustentação às demandas da juventude goiana. Assim foi que participou da equipe que sugeriu ao governo federal, em meados de 2004, a criação do Estatuto e do Ministério da Juventude. Na mesma ocasião Marconi foi homenageado pela União Nacional dos Estudantes pela criação da UEG, que abriga mais de 50 mil jovens em seus quadros estudantis, e pelas políticas sociais desenvolvidas por seu governo na formação, desenvolvimento e inclusão social da juventude do estado de Goiás, e por instituir mecanismos de apoio à juventude e às minorias.
De acordo com Marconi, hoje praticamente não se fala em política pública voltada para a juventude goiana, mas que nos governos dele a Unesco apurou que Goiás obteve a melhor classificação no Índice de Desenvolvimento Juvenil (IDJ) no Centro-Oeste e a 10ª posição nacional, levando-se em conta os índices de renda per capta, saúde e educação para a juventude.
Marconi aponta ainda a parceria com a Fundação Pró Cerrado, viabilizando a introdução de jovens no mercado de trabalho, a criação do programa do Primeiro Emprego, a criação da Bolsa Universitária e do programa Escola aberta, franqueando as escolas nos finais de semana para atividades esportivas e de recreação, retirando os jovens das ruas e evitando problemas como o uso de drogas. Cita ainda o aumento das matrículas na Educação de Jovens e Adultos, a criação dos Jogos Abertos de Goiás, do Salário Escola, dos Centros de Ensino Superior Tecnológico, do atendimento de adolescentes nos programas de Inclusão Digital, e do importante programa denominado Se Liga no Futuro, que estimulou o empreendedorismo precoce e favoreceu milhares de jovens goianos que hoje são pais e mães de família trabalhadores e responsáveis.
O senador Marconi Perillo faz questão de ressaltar por onde passa seu compromisso com a juventude goiana, observando sempre que essa é a garantia segura de um futuro melhor para Goiás e uma maneira de dar tranqüilidade aos pais de família com relação ao bom encaminhamento dos seus filhos. Uma forma de também fazer isso, observa, é garantindo uma total inclusão digital acessível a todos os jovens goianos, nas escolas, bibliotecas e em centros de lazer. “Os jovens que ajudamos a preparar hoje desenvolverão Goiás com a força dos seus braços, com a criatividade de seus cérebros e com a emoção dos seus corações, frutificando conhecimento, trabalho e compromisso de construção de cidadania e de uma vida digna para as gerações futuras”, sentencia Marconi Perillo.
Para Marconi, a perspectiva de "um mundo melhor para nossos filhos e netos "depende de um trabalho do poder público que valorize a presença do jovem na sociedade, e na economia, permitindo-lhe que tenha condições de construir ele mesmo e trilhar caminhos que lhe permitam dotar sua vida de dignidade, com humanismo e alegria. “Os governos precisam abrir as portas do mundo real para o jovem que se lança com sua força, mas ainda sem experiência suficiente, ao mundo do trabalho e de construção de seu futuro”, observa Marconi.
Ele tem aproveitado essas oportunidades de encontros com a população para relembrar que em seus governos, de 1999 a março de 2006, todas as políticas foram planejadas no sentido de dar sustentação às demandas da juventude goiana. Assim foi que participou da equipe que sugeriu ao governo federal, em meados de 2004, a criação do Estatuto e do Ministério da Juventude. Na mesma ocasião Marconi foi homenageado pela União Nacional dos Estudantes pela criação da UEG, que abriga mais de 50 mil jovens em seus quadros estudantis, e pelas políticas sociais desenvolvidas por seu governo na formação, desenvolvimento e inclusão social da juventude do estado de Goiás, e por instituir mecanismos de apoio à juventude e às minorias.
De acordo com Marconi, hoje praticamente não se fala em política pública voltada para a juventude goiana, mas que nos governos dele a Unesco apurou que Goiás obteve a melhor classificação no Índice de Desenvolvimento Juvenil (IDJ) no Centro-Oeste e a 10ª posição nacional, levando-se em conta os índices de renda per capta, saúde e educação para a juventude.
Marconi aponta ainda a parceria com a Fundação Pró Cerrado, viabilizando a introdução de jovens no mercado de trabalho, a criação do programa do Primeiro Emprego, a criação da Bolsa Universitária e do programa Escola aberta, franqueando as escolas nos finais de semana para atividades esportivas e de recreação, retirando os jovens das ruas e evitando problemas como o uso de drogas. Cita ainda o aumento das matrículas na Educação de Jovens e Adultos, a criação dos Jogos Abertos de Goiás, do Salário Escola, dos Centros de Ensino Superior Tecnológico, do atendimento de adolescentes nos programas de Inclusão Digital, e do importante programa denominado Se Liga no Futuro, que estimulou o empreendedorismo precoce e favoreceu milhares de jovens goianos que hoje são pais e mães de família trabalhadores e responsáveis.
O senador Marconi Perillo faz questão de ressaltar por onde passa seu compromisso com a juventude goiana, observando sempre que essa é a garantia segura de um futuro melhor para Goiás e uma maneira de dar tranqüilidade aos pais de família com relação ao bom encaminhamento dos seus filhos. Uma forma de também fazer isso, observa, é garantindo uma total inclusão digital acessível a todos os jovens goianos, nas escolas, bibliotecas e em centros de lazer. “Os jovens que ajudamos a preparar hoje desenvolverão Goiás com a força dos seus braços, com a criatividade de seus cérebros e com a emoção dos seus corações, frutificando conhecimento, trabalho e compromisso de construção de cidadania e de uma vida digna para as gerações futuras”, sentencia Marconi Perillo.
Marconi debate trabalho para os jovens
Promovida pelos diretórios e centros acadêmicos da UniAnhanguera, UniEvangélica, UEG e União dos Estudantes Secundaristas de Anápolis, uma mesa redonda debaterá amanhã (terça-feira 15) no auditório do Senai em Anápolis, a partir das 8h30, as políticas públicas de inserção dos jovens no mercado de trabalho. Participarão da mesa o senador Marconi Perillo, o professor Rafael Melo, Danianne Marinho (Faculdade Latino Americana) e Fernando Nunes (Fieg/IEL.
Convenção do PSDB será no dia 30
Com a participação de oito partidos aliados, o PSDB realizará no próximo dia 30, quarta-feira, das 8 às 14 horas, no Goiânia Arena (ao lado do Estádio Serra Dourada), a Convenção Estadual que oficializará a candidatura do senador Marconi Perillo ao governo de Goiás e dos nomes que disputarão vagas no Senado, na Câmara dos Deputados e na Assembléia Legislativa. A Convenção Estadual também deliberará sobre a celebração de coligações. O convite para o evento é assinado pelos presidentes do PSDB, Leonardo Vilela; PMN, Armando Virgilio; PTC, Fernando Meirelles; PRTB, Santana Pires; PTB, Jovair Arantes; PSL, Dário Paiva; PPS, Gilvane Felipe; PTdoB, Edivaldo Cardoso; PHS, Eduardo Machado; e PRB, Jorge Pinheiro.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Reajuste a servidores terá impacto orçamentário de 8,7%, diz Sarney
Mesa Diretora tentou votar proposta, mas não houve unanimidade.
Orçamento do Senado é de R$ 3,1 bilhões para 2010.
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta quarta-feira (9) que o plano de cargos e salários que a Casa está preparando para seus servidores vai ter um impacto de 8,7% no orçamento do Senado, que segundo o Portal de Transparência da Casa é de R$ 3,1 bilhões para 2010. A Mesa Diretora tentou votar a proposta nesta tarde, mas não houve unanimidade.
A proposta de reajuste foi elaborada pelo senador Heráclito Fortes (DEM-PI), primeiro-secretário do Senado, mas não teve revelada os detalhes de como será aplicada a alteração nos salários dos servidores.
Antes de anunciar o impacto, Sarney admitiu não conhecer detalhes do projeto, apesar de ter assinado a proposta, aprovando um relatório de Heráclito Fortes, que trata do tema. Segundo o presidente do Senado, o projeto só não foi aprovado pela Mesa e encaminhado para o plenário porque Marconi Perillo (PSDB-GO) e Serys Shlessarenko (PT-MT) não assinaram.
“Não posso dizer com precisão porque isso foi elaborado pelo relator. Eu assinei aprovando em confiança com o relator e fui informado que o impacto orçamentário será de 8,7%”, afirmou Sarney.
Se os dois senadores que não assinaram mantiverem sua posição, Sarney diz que convocará uma nova reunião sobre o tema. Sarney defendeu pressa para a votação do tema. “Minha posição era votarmos conjuntamente os planos da Câmara e do Senado”. O plano da Câmara prevê reajuste médio de 15% e, em alguns casos, o aumento de salário passa de 30%.
Sarney afirmou que o plano pode ser votado antes da reforma administrativa prometida pelo Senado, que prometia cortar custos, porque “uma coisa não tem nada a ver com a outra”.
O presidente do Senado não vê problema em se votar antes da reforma que promete cortes de gastos um projeto que, na prática, dá aumento para os servidores. “Uma coisa não tem nada a ver com outra. Plano de cargos e salários é circunstancial, a reforma é estrutural, é definitiva. Não tem nenhuma relação”.
Mesa Diretora tentou votar proposta, mas não houve unanimidade.
Orçamento do Senado é de R$ 3,1 bilhões para 2010.
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta quarta-feira (9) que o plano de cargos e salários que a Casa está preparando para seus servidores vai ter um impacto de 8,7% no orçamento do Senado, que segundo o Portal de Transparência da Casa é de R$ 3,1 bilhões para 2010. A Mesa Diretora tentou votar a proposta nesta tarde, mas não houve unanimidade.
A proposta de reajuste foi elaborada pelo senador Heráclito Fortes (DEM-PI), primeiro-secretário do Senado, mas não teve revelada os detalhes de como será aplicada a alteração nos salários dos servidores.
Antes de anunciar o impacto, Sarney admitiu não conhecer detalhes do projeto, apesar de ter assinado a proposta, aprovando um relatório de Heráclito Fortes, que trata do tema. Segundo o presidente do Senado, o projeto só não foi aprovado pela Mesa e encaminhado para o plenário porque Marconi Perillo (PSDB-GO) e Serys Shlessarenko (PT-MT) não assinaram.
“Não posso dizer com precisão porque isso foi elaborado pelo relator. Eu assinei aprovando em confiança com o relator e fui informado que o impacto orçamentário será de 8,7%”, afirmou Sarney.
Se os dois senadores que não assinaram mantiverem sua posição, Sarney diz que convocará uma nova reunião sobre o tema. Sarney defendeu pressa para a votação do tema. “Minha posição era votarmos conjuntamente os planos da Câmara e do Senado”. O plano da Câmara prevê reajuste médio de 15% e, em alguns casos, o aumento de salário passa de 30%.
Sarney afirmou que o plano pode ser votado antes da reforma administrativa prometida pelo Senado, que prometia cortar custos, porque “uma coisa não tem nada a ver com a outra”.
O presidente do Senado não vê problema em se votar antes da reforma que promete cortes de gastos um projeto que, na prática, dá aumento para os servidores. “Uma coisa não tem nada a ver com outra. Plano de cargos e salários é circunstancial, a reforma é estrutural, é definitiva. Não tem nenhuma relação”.
Aprovados na Agrodefesa se reúnem para cobrar convocação
Uma comissão de representantes de aprovados no concurso da Agrodefesa fará uma reunião amanhã, dia 11 de junho, às 15 horas, no miniauditório da Faculdade de Educação da UFG, no Setor Universitário. Eles reivindicam a convocação de todos os 1.088 aprovados. De acordo com a comissão, apenas 372 foram chamados até agora, ou seja, cerca de um terço.
Na última semana, alguns representantes procuraram o deputado estadual Daniel Goulart (PSDB) para expor o problema. “Antes de fazer novos concursos, o atual governo deveria convocar os já concursados, a exemplo do que vem acontecendo no caso da Agrodefesa”, afirma Goulart
Na última semana, alguns representantes procuraram o deputado estadual Daniel Goulart (PSDB) para expor o problema. “Antes de fazer novos concursos, o atual governo deveria convocar os já concursados, a exemplo do que vem acontecendo no caso da Agrodefesa”, afirma Goulart
Goiás poderá ter R$ 1 bi de royalties do petróleo
Goiás terá direito a R$ 1bilhão por ano a título de royalties do petróleo. Essa é a expectativa, a partir da emenda aprovada pelo plenário do Senado, na madrugada desta quinta-feira (10). Depois de mais de 11 horas de discussão e contra todas as orientações do governo, os senadores aprovaram uma emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que define como os royalties do pré-sal serão divididos entre a União, os estados e os municípios. A emenda foi apresentada ao substitutivo aprovado do senador Romero Jucá (PMDB-RR) ao PLC 7/10, que não fazia referências à forma de se distribuir royalties petrolíferos.
Em discurso, o senador Marconi Perillo (PSDB/GO) apoiou a emenda de Simon e criticou a proposta do governo de tentar adiar a votação para novembro. “Nós não vamos engolir essa idéia, porque representa perdas inestimáveis para os estados não-produtores e, consequentemente, para os municípios. Ainda ontem, recebemos uma comitiva de prefeitos extremamente preocupada com essa proposta de deixar a discussão dos royalties para novembro. Os prefeitos de Itaporanga, Britânia, Goianápolis, Bom Jardim, São Miguel do Passa Quatro, Quirinópolis, Hidrolândia, Cezarina, Guapó, Turvelândia, Santo Antonio da Barra e Itapirapuan, todos municípios do Estado de Goiás, estiveram conosco e pediram que viéssemos a esta Tribuna para protestar veementemente contra a atitude proposta pelo Líder do Governo, Romero Jucá.”
A emenda proposta por Simon retira dos estados e municípios confrontantes de áreas produtoras no mar os royalties e participações especiais que recebem hoje (52,5% de todos os royalties) e manda redistribuir o dinheiro indistintamente com todos os estados e municípios. O projeto estabelece que a União ficará com 40% dos royalties e os municípios afetados por operações de embarque petrolífero com outros 7,5%.
Hoje, os Estados considerados produtores recebem 22,5% dos royalties e 30% são destinados aos municípios chamados produtores. Os outros 7,5% são distribuídos para todos os municípios e Estados. Se o atual modelo de partilha fosse mantido, Goiás receberia em 2017, quando está prevista a exploração do petróleo pré-sal, R$ 217 milhões por ano. Com a divisão igualitária, Goiás terá direito a R$ 1bilhão por ano.
Durante toda a tarde e noite, senadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo haviam ocupado a tribuna para condenar a emenda. Pedro Simon esclareceu que os dois estados, que recebem hoje mais de 90% dos royalties do petróleo extraído do mar, serão compensados pela União em suas perdas. O dinheiro sairá, de acordo com a emenda, da própria parcela que royalties que caberá ao governo federal.
A emenda de Simon, aprovada por 41 votos contra 28, é uma repetição da chamada "emenda Ibsen Pinheiro" aprovada pela Câmara no PLC 16/10, exceto pela previsão de que a União compensará os estados que perderem dinheiro. Assim como a "emenda Ibsen", a nova emenda diz que o dinheiro dos royalties para estados e municípios será distribuído como previsto nas normas dos Fundos de Participação dos Estados e Municípios.
O relator da matéria e líder do governo, Romero Jucá, afirmou, durante o debate do projeto, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá vetar essa determinação.
Também foi aprovada emenda resultante de acordo entre os senadores destinando 50% dos recursos do Fundo Social para a educação pública superior e básica. A emenda determina ainda que, do total, 80% dos recursos precisam ser aplicados na educação básica.
Em discurso, o senador Marconi Perillo (PSDB/GO) apoiou a emenda de Simon e criticou a proposta do governo de tentar adiar a votação para novembro. “Nós não vamos engolir essa idéia, porque representa perdas inestimáveis para os estados não-produtores e, consequentemente, para os municípios. Ainda ontem, recebemos uma comitiva de prefeitos extremamente preocupada com essa proposta de deixar a discussão dos royalties para novembro. Os prefeitos de Itaporanga, Britânia, Goianápolis, Bom Jardim, São Miguel do Passa Quatro, Quirinópolis, Hidrolândia, Cezarina, Guapó, Turvelândia, Santo Antonio da Barra e Itapirapuan, todos municípios do Estado de Goiás, estiveram conosco e pediram que viéssemos a esta Tribuna para protestar veementemente contra a atitude proposta pelo Líder do Governo, Romero Jucá.”
A emenda proposta por Simon retira dos estados e municípios confrontantes de áreas produtoras no mar os royalties e participações especiais que recebem hoje (52,5% de todos os royalties) e manda redistribuir o dinheiro indistintamente com todos os estados e municípios. O projeto estabelece que a União ficará com 40% dos royalties e os municípios afetados por operações de embarque petrolífero com outros 7,5%.
Hoje, os Estados considerados produtores recebem 22,5% dos royalties e 30% são destinados aos municípios chamados produtores. Os outros 7,5% são distribuídos para todos os municípios e Estados. Se o atual modelo de partilha fosse mantido, Goiás receberia em 2017, quando está prevista a exploração do petróleo pré-sal, R$ 217 milhões por ano. Com a divisão igualitária, Goiás terá direito a R$ 1bilhão por ano.
Durante toda a tarde e noite, senadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo haviam ocupado a tribuna para condenar a emenda. Pedro Simon esclareceu que os dois estados, que recebem hoje mais de 90% dos royalties do petróleo extraído do mar, serão compensados pela União em suas perdas. O dinheiro sairá, de acordo com a emenda, da própria parcela que royalties que caberá ao governo federal.
A emenda de Simon, aprovada por 41 votos contra 28, é uma repetição da chamada "emenda Ibsen Pinheiro" aprovada pela Câmara no PLC 16/10, exceto pela previsão de que a União compensará os estados que perderem dinheiro. Assim como a "emenda Ibsen", a nova emenda diz que o dinheiro dos royalties para estados e municípios será distribuído como previsto nas normas dos Fundos de Participação dos Estados e Municípios.
O relator da matéria e líder do governo, Romero Jucá, afirmou, durante o debate do projeto, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá vetar essa determinação.
Também foi aprovada emenda resultante de acordo entre os senadores destinando 50% dos recursos do Fundo Social para a educação pública superior e básica. A emenda determina ainda que, do total, 80% dos recursos precisam ser aplicados na educação básica.
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