Lula: “Não quero que Dilma Roussef passe no Senado o sufoco que eu passei. Não quero que ela tenha as pessoas com ódio igual tiveram comigo. Como esse candidato a governador que acabou com a Celg e fez de tudo para impedir o acordo que fizemos para salvar a empresa”.
Durante comício que contou com a presença de mais de 20 mil pessoas na noite desta segunda, 06 de setembro, em Valparaíso-GO, a candidata a Presidenta pela coligação Para o Brasil seguir mudando, Dilma Roussef e o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva defenderam a eleição em Goiás e no Distrito Federal de candidatos aliados de sua futura administração.
Segundo Dilma, eleger Iris governador, Pedro Wilson e Adib Elias senadores e os candidatos a deputado estadual e federal da coligação facilitará as parcerias entre os dois governos estaduais e o governo federal. “Depois do governo do Presidente Lula, o Brasil vem se transformando. Nós somos hoje um povo com auto-estima, confiança e a certeza que a gente tem um rumo, podemos e vamos ser um país desenvolvido. Mas é importante que a gente tenha parceiros, porque senão algumas regiões ficam para trás”.
Dilma considerou um absurdo que a população do entorno não tenha transporte barato e adequado e que na região haja hospitais fechados. Ressaltou que em seu governo, com as parcerias com Goiás e o DF, resolverá esse problemas. “Por isso ali está Agnelo Queiroz e Iris. Goiás e Distrito Federal: é essa parceria que vai permitir conquistar esse futuro melhor”.
Pedro Wilson e Adib
Dilma expressou a importância também da eleição dos senadores Pedro Wilson e Adib Elias em Goiás e Rodrigo Rollemberg e Cristovam Buarque, no DF. Ela citou como exemplo a dificuldade que o Presidente Lula teve para aprovar leis que garantam a continuidade de programas fundamentais para as políticas públicas sociais em vigência: a lei que criou o PROUNI, o Bolsa Família, o Luz Para Todos. “Por isso, precisamos eleger o Rodrigo Rollemberg e Cristovam Buarque. Os dois tem de ser eleitos senadores. Já em Goiás, o Pedro Wilson e o Adib Elias são os nossos dois senadores. Além deles, lembro que os nossos candidatos a estadual e a federal também são importantes”.
Dilma finalizou o seu discurso de 18 minutos afirmando que a oposição sempre teve medo de que um metalúrgico fosse um excelente governante. “E um metalúrgico fez o melhor governo desse país”. Dilma ressaltou que agora, o novo medo é de que uma mulher possa ser eleita e governar bem. “Agora eu quero falar uma coisa pra vocês: essa mulher aqui vai ser a primeira presidenta do Brasil. E vamos fazer um governo voltado com os olhos não para as coisas materiais, mas para as pessoas. Um governo que quer que o nosso povo continue subindo de vida. Nós, mulheres, nos últimos cem anos da República, criamos, demos carinho, tivemos cuidado com todos os presidentes da República. Agora chegou a nossa hora de ser Presidenta. E nós, mulheres, junto com os nossos companheiros que amam as mulheres do centro-oeste, vamos eleger a primeira mulher presidenta desse país”, concluiu.
O Presidente Lula também foi enfático na defesa da eleição de Dilma Presidenta e de candidatos a governador, senador e deputados que sejam aliados da futura presidenta. Lula foi mais enfático ao pedir voto para os senadores. Numa referência ao senador e candidato do PSDB ao governo de Goiás, Marconi Perillo, o Presidente afirmou que não quer que Dilma Roussef passe no Senado o sufoco que ele passou. “Não quero que ela tenha as pessoas com ódio igual tiveram comigo. Como esse candidato a governador que acabou com a Celg e fizeram de tudo para impedir o acordo que fizemos” para salvar a empresa.
Eles ressaltou que os atuais senadores acabaram com a CPMF, que garantiria mais de R$ 40 bilhões para a saúde. “Foi uma vingança. Tiraram de nós o equivalente a R$ 120 bilhões nos quatro anos de mandato”.
Mesmo com os atuais senadores na oposição, Lula ressaltou o caráter republicano de seu governo. “Nunca o Governo de Goiás recebeu tanto dinheiro nos nossos oito anos de Governo. Tanto no governo de nosso adversário, quanto no governo de Alcides Rodrigues”.
Sobre a eleição presidencial, Lula disse que está na hora de o país escolher no voto a primeira mulher Presidente da República Federativa do Brasil. “O Brasil elegeu um metalúrgico, a África do Sul elegeu um negro, a Bolívia elegeu um índio e eu pensei: será que uma mulher não pode ter tanta ou mais competência para governar do que muitos de nós? Pode e essa mulher é Dilma Roussef”, indicou.
Por fim, enfatizou que Dilma não baixará o nível da campanha. “Nós vamos ganhar as eleições falando a verdade, mostrando o que nós fizemos nesse país. Se eles não tem o que mostrar, nós temos o que mostrar”. Quero que todos levantem as mãos para mostrar que vamos eleger o Iris, o Agnelo, Pedro Wilson e Adib e vamos eleger pela primeira vez na história do país, uma mulher presidenta da República Federativa do Brasil”, concluiu.
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Marconi Rebate as críticas de Lula
Nas carreatas da Coligação Goiás Quer Mais que passaram ontem (terça-feira 7) por Palminópolis, Turvânia, Nazário, Avelinópolis, Claudinápolis e Santa Bárbara, no Mato Grosso goiano, lideranças políticas, entre elas do PP e PR, rebateram críticas do presidente Lula ao candidato ao governo do Estado senador Marconi Perillo (PSDB) em comício em Valparaíso, no Entorno de Brasília. Lula, que mais uma vez tentou responsabilizar Marconi pelo endividamento da Celg, mesmo após o resultado da CPI que investigou os responsáveis pelo endividamento da companhia e apontou a venda da Usina Hidrelétrica de Cachoeira Dourada nos governos do PMDB como o principal fator do problema, afirmou também que Marconi não soube administrar o Estado. O presidente teve suas afirmações classificadas como infelizes, equivocadas e sem fundamento por políticos presentes nas carreatas.
Em Palminópolis, milhares de pessoas aguardavam Marconi descer de helicóptero em um campo da cidade para dar início às carreatas. A primeira-dama, Jeanete Araújo, fundadora da Associação Clube de Mães de Palminópolis, reuniu-se com outras mulheres e entregou a Marconi uma Bíblia. “É um momento importante na vida de Marconi e estamos pedindo a Deus que o abençoe. E também em agradecimento a Marconi porque, quando ele foi governador, nos ajudou a terminar a nossa sede do Clube de Mães”, disse. O prefeito, João Foguete (PSDB), foi o primeiro a rebater as críticas do presidente. “Lula faltou com a verdade. Todos nós sabemos que o que quebrou a Celg foi a venda de Cachoeira Dourada. Inclusive já foi provado em CPI. Ele não sabe nada da realidade de Goiás”, disse. O prefeito disse ainda que Marconi tem praticamente o voto de toda a cidade. “Palminópolis é grata por tudo o que Marconi já fez por nós e a cada dia, em reconhecimento, mostra que quer trabalhar por Marconi. Hoje ele tem o voto de praticamente toda a cidade”, declarou.
A presidente do PR de Palminópolis, Islene de Lima, disse que, ao contrário das afirmações de Lula, Marconi foi um dos melhores governadores que Goiás já teve. “São denúncias incabíveis. Sabemos que Marconi foi um governador muito honesto. As afirmações de Lula são equivocadas, ele precisa conhecer a história de Goiás para saber quem quebrou a Celg”, disse.
O ex-prefeito de Palminópolis Erisval Vicente Santana (PP) lembrou que, com Marconi, Goiás se desenvolveu no plano nacional, inclusive tendo muitos de seus programas sociais copiados pelo próprio presidente. “Lula está equivocado, Goiás desenvolveu-se muito com Marconi em todas as áreas, e até a nível federal tem hoje uma posição considerável. Sobre a Celg, sabemos que a dívida é conseqüência da venda de Cachoeira Dourada”, reforçou. Erisval explicou ainda o carinho dos moradores de Palminópolis por Marconi. “Consideramos Marconi um filho de Palminópolis. E pelo carinho que ele sempre teve por Palminópolis, os moradores retribuem sempre esse carinho nas eleições. Nós sabemos que ele é o melhor para Goiás”, frisou.
O prefeito de Guapó, Divino Eterno Arruda (PP), presente na carreata, afirmou que o povo de Goiás não é bobo e sabe o que Marconi fez pelo Estado. “O povo de Goiás não é bobo e sabe que Marconi fez uma administração muito qualificada, sabe também que os governos do PMDB é que quebraram a Celg”, declarou. Sobre o apoio de Guapó a Marconi, completou: “Estamos entusiasmados e muito satisfeitos com a campanha em Guapó.”
Em Turvânia, o prefeito José Rodrigues (DEM) liderava uma cidade repleta de moradores à espera de Marconi. “Marconi está disparado na nossa cidade”, disse. O prefeito de Avelinópolis, Agmon Leite (PSB), disse que a resposta ao presidente Lula é dada pelo resultado das pesquisas. “Avelinópolis é Marconi, e nós estamos ajudando o senador a vencer no primeiro turno. A resposta ao presidente Lula é dada em todas as pesquisas e mostram Marconi à frente de todos os candidatos, inclusive com grandes chances de vencer no primeiro turno”, disse. O ex-prefeito Adelir Gomes (PP) comparou as carreatas de Marconi às do adversário Iris Rezende. “Marconi me ajudou muito logo que assumi o mandato de prefeito e, por meio da ajuda dele, construí 150 casas na cidade e asfaltei tudo. A força dele é só nós observarmos as carreatas do adversário Iris Rezende. Quando ele esteve aqui, sua carreata tinha meia dúzia de carros”, disse. Em Santa Bárbara, um grupo de jovens carregava balões azuis e brancos em homenagem a Marconi.
Amnésia
O deputado estadual candidato à reeleição Honor Cruvinel (PSDB), presente nas carreatas, disse que o presidente Lula sofre de amnésia por não se lembrar que a venda da Usina de Cachoeira Dourada foi o principal motivo que levou ao endividamento da empresa. Honor disse ainda que Lula também faz questão de não se lembrar que prometeu, em visitas a Goiás, resolver o problema da Celg em um mês.
“Lula está sofrendo de amnésia. Foi criada uma CPI e ficou muito claro que quem quebrou a Celg foi Iris Rezende. Não me importa que ele seja amigo de Iris, pois quem realmente foi o coveiro da Celg foi Iris. E depois disso outras CPIs vieram. Agora, Lula também sofre de amnésia quando vem a Goiás mais de três vezes e afirma que em trinta dias resolveria o problema da Celg. Acho que ele está sem memória nenhuma. Ele deveria ser sério com o povo de Goiás e cumprir os compromissos que fez em praça pública espontaneamente”, afirmou.
Goianira
Em reunião na segunda-feira (6) com lideranças políticas e moradores de Goianira, o candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, senador Marconi Perillo (PSDB) ouviu do prefeito Carlão (PSDB) que Goianira já é 80% Marconi. O prefeito disse ainda que todos os vereadores e o vice-prefeito estão ao lado de Marconi. “Goianira está de braços abertos para receber o senhor de volta ao governo do Estado. A Câmara já está fechada com Marconi, os nove vereadores, o vice-prefeito e ainda 90% da população. Goianira já chegou a conclusão que Marconi é melhor para Goianira, é melhor para Goiás e é melhor para o Brasil”, afirmou.
Marconi lembrou os benefícios que levou para a cidade em seus governos, como o pólo calçadista, construção da rodovia que liga Goiânia a Goianira, Estação de Tratamento de Esgoto e pavimentação asfáltica, além de levar todos os programas sociais criados em seus governos. “Tive a oportunidade de construir e inaugurar a rodovia ligando Goiânia a Goianira. Talvez essa, a Estação de Tratamento de Esgoto e o pólo calçadista tenham sido as obras mais importantes. A rodovia trouxe mais conforto a quem precisa ir e voltar de Goiânia todos os dias”, disse.
Marconi disse que, sendo eleito, levará novamente todos os programas sociais para o município. O governadoriável afirmou que caso a rodovia que ligará Goianira a Inhumas não fique pronta agora, sendo eleito, irá concluir a obra. Ele citou ainda a necessidade de gerar mais empregos e construir uma escola tecnológica para dar aos jovens oportunidades de emprego mais cedo.
“A rodovia ligando Goianira até Inhumas é uma luta histórica de Balestra (Roberto, deputado federal). Se ela não ficar pronta este ano, eleito governador terminaremos ano que vem. Vamos buscar emenda do Ministério do Turismo e vamos estender a rodovia de Inhumas ate Goiás, que é uma cidade histórica. Sei que aqui precisa de mais empregos e indústrias. Trouxemos o pólo calçadista para cá e vamos trazer mais indústrias. A providencia que vamos tomar será trazer um colégio tecnológico profissionalizante. Transformar as escolas estaduais em escolas de tempo integral é um compromisso nosso”, disse. Estiveram presentes o deputado federal Roberto Balestra (PP) e o prefeito de Luziânia, Célio Silveira (PSDB).
Em Palminópolis, milhares de pessoas aguardavam Marconi descer de helicóptero em um campo da cidade para dar início às carreatas. A primeira-dama, Jeanete Araújo, fundadora da Associação Clube de Mães de Palminópolis, reuniu-se com outras mulheres e entregou a Marconi uma Bíblia. “É um momento importante na vida de Marconi e estamos pedindo a Deus que o abençoe. E também em agradecimento a Marconi porque, quando ele foi governador, nos ajudou a terminar a nossa sede do Clube de Mães”, disse. O prefeito, João Foguete (PSDB), foi o primeiro a rebater as críticas do presidente. “Lula faltou com a verdade. Todos nós sabemos que o que quebrou a Celg foi a venda de Cachoeira Dourada. Inclusive já foi provado em CPI. Ele não sabe nada da realidade de Goiás”, disse. O prefeito disse ainda que Marconi tem praticamente o voto de toda a cidade. “Palminópolis é grata por tudo o que Marconi já fez por nós e a cada dia, em reconhecimento, mostra que quer trabalhar por Marconi. Hoje ele tem o voto de praticamente toda a cidade”, declarou.
A presidente do PR de Palminópolis, Islene de Lima, disse que, ao contrário das afirmações de Lula, Marconi foi um dos melhores governadores que Goiás já teve. “São denúncias incabíveis. Sabemos que Marconi foi um governador muito honesto. As afirmações de Lula são equivocadas, ele precisa conhecer a história de Goiás para saber quem quebrou a Celg”, disse.
O ex-prefeito de Palminópolis Erisval Vicente Santana (PP) lembrou que, com Marconi, Goiás se desenvolveu no plano nacional, inclusive tendo muitos de seus programas sociais copiados pelo próprio presidente. “Lula está equivocado, Goiás desenvolveu-se muito com Marconi em todas as áreas, e até a nível federal tem hoje uma posição considerável. Sobre a Celg, sabemos que a dívida é conseqüência da venda de Cachoeira Dourada”, reforçou. Erisval explicou ainda o carinho dos moradores de Palminópolis por Marconi. “Consideramos Marconi um filho de Palminópolis. E pelo carinho que ele sempre teve por Palminópolis, os moradores retribuem sempre esse carinho nas eleições. Nós sabemos que ele é o melhor para Goiás”, frisou.
O prefeito de Guapó, Divino Eterno Arruda (PP), presente na carreata, afirmou que o povo de Goiás não é bobo e sabe o que Marconi fez pelo Estado. “O povo de Goiás não é bobo e sabe que Marconi fez uma administração muito qualificada, sabe também que os governos do PMDB é que quebraram a Celg”, declarou. Sobre o apoio de Guapó a Marconi, completou: “Estamos entusiasmados e muito satisfeitos com a campanha em Guapó.”
Em Turvânia, o prefeito José Rodrigues (DEM) liderava uma cidade repleta de moradores à espera de Marconi. “Marconi está disparado na nossa cidade”, disse. O prefeito de Avelinópolis, Agmon Leite (PSB), disse que a resposta ao presidente Lula é dada pelo resultado das pesquisas. “Avelinópolis é Marconi, e nós estamos ajudando o senador a vencer no primeiro turno. A resposta ao presidente Lula é dada em todas as pesquisas e mostram Marconi à frente de todos os candidatos, inclusive com grandes chances de vencer no primeiro turno”, disse. O ex-prefeito Adelir Gomes (PP) comparou as carreatas de Marconi às do adversário Iris Rezende. “Marconi me ajudou muito logo que assumi o mandato de prefeito e, por meio da ajuda dele, construí 150 casas na cidade e asfaltei tudo. A força dele é só nós observarmos as carreatas do adversário Iris Rezende. Quando ele esteve aqui, sua carreata tinha meia dúzia de carros”, disse. Em Santa Bárbara, um grupo de jovens carregava balões azuis e brancos em homenagem a Marconi.
Amnésia
O deputado estadual candidato à reeleição Honor Cruvinel (PSDB), presente nas carreatas, disse que o presidente Lula sofre de amnésia por não se lembrar que a venda da Usina de Cachoeira Dourada foi o principal motivo que levou ao endividamento da empresa. Honor disse ainda que Lula também faz questão de não se lembrar que prometeu, em visitas a Goiás, resolver o problema da Celg em um mês.
“Lula está sofrendo de amnésia. Foi criada uma CPI e ficou muito claro que quem quebrou a Celg foi Iris Rezende. Não me importa que ele seja amigo de Iris, pois quem realmente foi o coveiro da Celg foi Iris. E depois disso outras CPIs vieram. Agora, Lula também sofre de amnésia quando vem a Goiás mais de três vezes e afirma que em trinta dias resolveria o problema da Celg. Acho que ele está sem memória nenhuma. Ele deveria ser sério com o povo de Goiás e cumprir os compromissos que fez em praça pública espontaneamente”, afirmou.
Goianira
Em reunião na segunda-feira (6) com lideranças políticas e moradores de Goianira, o candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, senador Marconi Perillo (PSDB) ouviu do prefeito Carlão (PSDB) que Goianira já é 80% Marconi. O prefeito disse ainda que todos os vereadores e o vice-prefeito estão ao lado de Marconi. “Goianira está de braços abertos para receber o senhor de volta ao governo do Estado. A Câmara já está fechada com Marconi, os nove vereadores, o vice-prefeito e ainda 90% da população. Goianira já chegou a conclusão que Marconi é melhor para Goianira, é melhor para Goiás e é melhor para o Brasil”, afirmou.
Marconi lembrou os benefícios que levou para a cidade em seus governos, como o pólo calçadista, construção da rodovia que liga Goiânia a Goianira, Estação de Tratamento de Esgoto e pavimentação asfáltica, além de levar todos os programas sociais criados em seus governos. “Tive a oportunidade de construir e inaugurar a rodovia ligando Goiânia a Goianira. Talvez essa, a Estação de Tratamento de Esgoto e o pólo calçadista tenham sido as obras mais importantes. A rodovia trouxe mais conforto a quem precisa ir e voltar de Goiânia todos os dias”, disse.
Marconi disse que, sendo eleito, levará novamente todos os programas sociais para o município. O governadoriável afirmou que caso a rodovia que ligará Goianira a Inhumas não fique pronta agora, sendo eleito, irá concluir a obra. Ele citou ainda a necessidade de gerar mais empregos e construir uma escola tecnológica para dar aos jovens oportunidades de emprego mais cedo.
“A rodovia ligando Goianira até Inhumas é uma luta histórica de Balestra (Roberto, deputado federal). Se ela não ficar pronta este ano, eleito governador terminaremos ano que vem. Vamos buscar emenda do Ministério do Turismo e vamos estender a rodovia de Inhumas ate Goiás, que é uma cidade histórica. Sei que aqui precisa de mais empregos e indústrias. Trouxemos o pólo calçadista para cá e vamos trazer mais indústrias. A providencia que vamos tomar será trazer um colégio tecnológico profissionalizante. Transformar as escolas estaduais em escolas de tempo integral é um compromisso nosso”, disse. Estiveram presentes o deputado federal Roberto Balestra (PP) e o prefeito de Luziânia, Célio Silveira (PSDB).
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Mensagem da Coligação Goiás Quer Mais
Jamais me afastei do compromisso de manter o alto nível e a alegria em nossa campanha. Os adversários, no entanto, apelaram para as mentiras, as baixarias, os conluios espúrios na tentativa de mudar a vontade dosgoianos.
Até um dossiê fajuto forjaram contra mim. Não me intimidei e fui à Tribuna do Senado e também ao Ministério da Justiça cobrar uma investigação séria acerca da origem de tais documentos forjados.
A Revista Veja, uma das mais respeitadas do Brasil, que chegou às bancas na manhã desse sábado, mostra o triste nível ao qual meus adversários chegaram: o Ministério Público da Suíça confirmou que a
conta que atribuíram a mim no exterior jamais existiu.
Tudo mentira, forjada por aloprados, que se utilizam despudoradamente de estrutura pública na tentativa de perseguir adversários. Uma vergonha para a democracia brasileira, um desrespeito ao contribuinte
e à inteligência do cidadão!
Em nome dos seus interesses eleitoreiros, usam órgãos públicos como a Receita Federal para bisbilhotar a vida das pessoas, ferindo o direito constitucional do sigilo fiscal.
Tenho certeza de que os brasileiros saberão punir nas urnas esses aloprados. Quanto mais disserem mentiras sobre nós, mas diremos verdades sobre eles.
No link abaixo, confira os áudios dos trechos mais importantes de
minha entrevista:
http://bit.ly/a2hy6p
E também a matéria publicada na revista Veja:
http://bit.ly/9lFbcV
Veja ainda o meu artigo de hoje no jornal Diário da Manhã:
http://bit.ly/bUs3TM
Um abraço fraterno,
Marconi Perillo
Essa é uma mensagem da coligação Goiás Quer Mais, que é registrada
sob o CNPJ: 12.191.504/0001-15.
Até um dossiê fajuto forjaram contra mim. Não me intimidei e fui à Tribuna do Senado e também ao Ministério da Justiça cobrar uma investigação séria acerca da origem de tais documentos forjados.
A Revista Veja, uma das mais respeitadas do Brasil, que chegou às bancas na manhã desse sábado, mostra o triste nível ao qual meus adversários chegaram: o Ministério Público da Suíça confirmou que a
conta que atribuíram a mim no exterior jamais existiu.
Tudo mentira, forjada por aloprados, que se utilizam despudoradamente de estrutura pública na tentativa de perseguir adversários. Uma vergonha para a democracia brasileira, um desrespeito ao contribuinte
e à inteligência do cidadão!
Em nome dos seus interesses eleitoreiros, usam órgãos públicos como a Receita Federal para bisbilhotar a vida das pessoas, ferindo o direito constitucional do sigilo fiscal.
Tenho certeza de que os brasileiros saberão punir nas urnas esses aloprados. Quanto mais disserem mentiras sobre nós, mas diremos verdades sobre eles.
No link abaixo, confira os áudios dos trechos mais importantes de
minha entrevista:
http://bit.ly/a2hy6p
E também a matéria publicada na revista Veja:
http://bit.ly/9lFbcV
Veja ainda o meu artigo de hoje no jornal Diário da Manhã:
http://bit.ly/bUs3TM
Um abraço fraterno,
Marconi Perillo
Essa é uma mensagem da coligação Goiás Quer Mais, que é registrada
sob o CNPJ: 12.191.504/0001-15.
sábado, 28 de agosto de 2010
Marconi: “Vou processar envolvidos no dossiê”
Marconi afirmou, na entrevista concedida na Fama, esperar que os principais órgãos de investigação e judiciais do País descubram e punam os autores da trama e lembrou que sempre teve a convicção de que a justiça às vezes tarda, mas nunca falta. “Quando recebi cópia desse dossiê falso, imediatamente procurei o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e fui, também, à Corregedoria do Senado. Espero que os órgãos judiciais deste País descubram quem são os autores intelectuais dessa trama que tinha como objetivo me prejudicar. Felizmente, nunca tive maior preocupação e fiz questão de denunciar essa farsa porque não temo nada, tenho minha consciência absolutamente tranqüila e tenho sempre muita convicção de que a justiça às vezes tarda, mas não falta. Eu sabia que mais dia ou menos dia a verdade viria à tona”, disse.
Sobre o envolvimento de Sandro Mabel, declarou não duvidar de que o deputado possa estar envolvido e lembrou que o motivo poderia ser o fato de que ele (Marconi) advertiu o presidente Lula da existência do desvio de dinheiro por parlamentares – o Mensalão. Por ser um dos envolvidos no Mensalão e aliado de Lula, Mabel teria motivos para atacar Marconi. “Não duvido, ele (Mabel) é capaz de qualquer coisa. Eu tenho a impressão que isso deve ter acontecido em função da denúncia que fiz há muitos anos sobre o Mensalão, e ele era um dos principais envolvidos no Mensalão. Espero que não tenha sido (vingança), mas também espero que a Polícia Federal descubra os verdadeiros autores e os puna. O País precisa de justiça que puna bandidos, pessoas que montam falcatruas e fazem dossiês”, sentenciou.
Na entrevista que deu à imprensa na Fama, Marconi Perillo disse não ter provas de um suposto envolvimento do governo estadual na elaboração do falso dossiê. Ponderou, porém, que soube à época que o documento teria passado “pelos escaninhos do Estado”. “À época me disseram que esse dossiê teria passado pelos escaninhos do Estado. Eu não tenho provas e espero que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal descubram toda a trama”, reforçou.
O candidato comentou ainda pesquisa Serpes/ O Popular, que o mostra 16 pontos porcentuais à frente do segundo colocado, Iris Rezende (PMDB). “Estou feliz, otimista, estou sendo muito bem recebido. A campanha está indo muito bem, mas estou recebendo tudo isso com humildade, com os pés no chão, sabendo que terei de trabalhar muito mais daqui para frente”, afirmou.
Maçonaria
Marconi apresentou seu plano de governo a centenas de membros da Maçonaria, na sede do Grande Oriente do Estado de Goiás. Marconi apontou o que pretende fazer nas áreas de educação, saúde, segurança e tecnologia da informação.
Sobre educação, Marconi discutiu a implantação de cem escolas técnicas em prédios que já existem e que devem ser reformados. Ele lembrou a necessidade de investir em mão de obra cada vez mais qualificada. O tucano defendeu ainda o fortalecimento e consolidação da Universidade Estadual de Goiás (UEG) com todos os equipamentos necessários, a ampliação do Programa Bolsa Universitária e a transformação dos campus da UEG de Jataí e Catalão em universidades autônomas. Marconi deu ênfase à adoção do piso salarial dos professores.
Na área da saúde, disse que a preocupação é que as unidades hospitalares tenham padrão de qualidade do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) e do Hospital de Urgências de Anápolis. Discutiu ainda a necessidade de levar ambulatórios 24 horas para cada região. O governadoriável falou sobre a construção de um Hospital da Mulher e do Centro de Recuperação para Dependentes Químicos (Credeq).
“Na área da segurança publica, alem de valorizar e equipar a policia, como já fizemos nos outros governos, vamos lutar para que em nível federal tenhamos votado uma PEC que vincule recursos da União dos Estados e dos Municípios para o setor de segurança pública. O principal problema da segurança pública no País é a falta de dinheiro, porque somente os governos estaduais são responsáveis, pela Constituição, para manutenção e custeio da segurança pública”, disse.
Trindade
Marconi fez uma grande carreata em Trindade, onde foi muito bem recebido pelos moradores, que saíram às ruas com suas famílias para empunhar bandeiras e mostrar apoio ao candidato. O presidente da Câmara Municipal de Trindade, Marcos Lago (PR), comentou a receptividade de Marconi no município. “A receptividade de Marconi está sendo ótima. Coloco bem claro que, como cidadão goiano, tenho de fazer as minhas escolhas, e não tem uma escolha melhor para Goiás do que Marconi Perillo”, disse.
Sobre o envolvimento de Sandro Mabel, declarou não duvidar de que o deputado possa estar envolvido e lembrou que o motivo poderia ser o fato de que ele (Marconi) advertiu o presidente Lula da existência do desvio de dinheiro por parlamentares – o Mensalão. Por ser um dos envolvidos no Mensalão e aliado de Lula, Mabel teria motivos para atacar Marconi. “Não duvido, ele (Mabel) é capaz de qualquer coisa. Eu tenho a impressão que isso deve ter acontecido em função da denúncia que fiz há muitos anos sobre o Mensalão, e ele era um dos principais envolvidos no Mensalão. Espero que não tenha sido (vingança), mas também espero que a Polícia Federal descubra os verdadeiros autores e os puna. O País precisa de justiça que puna bandidos, pessoas que montam falcatruas e fazem dossiês”, sentenciou.
Na entrevista que deu à imprensa na Fama, Marconi Perillo disse não ter provas de um suposto envolvimento do governo estadual na elaboração do falso dossiê. Ponderou, porém, que soube à época que o documento teria passado “pelos escaninhos do Estado”. “À época me disseram que esse dossiê teria passado pelos escaninhos do Estado. Eu não tenho provas e espero que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal descubram toda a trama”, reforçou.
O candidato comentou ainda pesquisa Serpes/ O Popular, que o mostra 16 pontos porcentuais à frente do segundo colocado, Iris Rezende (PMDB). “Estou feliz, otimista, estou sendo muito bem recebido. A campanha está indo muito bem, mas estou recebendo tudo isso com humildade, com os pés no chão, sabendo que terei de trabalhar muito mais daqui para frente”, afirmou.
Maçonaria
Marconi apresentou seu plano de governo a centenas de membros da Maçonaria, na sede do Grande Oriente do Estado de Goiás. Marconi apontou o que pretende fazer nas áreas de educação, saúde, segurança e tecnologia da informação.
Sobre educação, Marconi discutiu a implantação de cem escolas técnicas em prédios que já existem e que devem ser reformados. Ele lembrou a necessidade de investir em mão de obra cada vez mais qualificada. O tucano defendeu ainda o fortalecimento e consolidação da Universidade Estadual de Goiás (UEG) com todos os equipamentos necessários, a ampliação do Programa Bolsa Universitária e a transformação dos campus da UEG de Jataí e Catalão em universidades autônomas. Marconi deu ênfase à adoção do piso salarial dos professores.
Na área da saúde, disse que a preocupação é que as unidades hospitalares tenham padrão de qualidade do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) e do Hospital de Urgências de Anápolis. Discutiu ainda a necessidade de levar ambulatórios 24 horas para cada região. O governadoriável falou sobre a construção de um Hospital da Mulher e do Centro de Recuperação para Dependentes Químicos (Credeq).
“Na área da segurança publica, alem de valorizar e equipar a policia, como já fizemos nos outros governos, vamos lutar para que em nível federal tenhamos votado uma PEC que vincule recursos da União dos Estados e dos Municípios para o setor de segurança pública. O principal problema da segurança pública no País é a falta de dinheiro, porque somente os governos estaduais são responsáveis, pela Constituição, para manutenção e custeio da segurança pública”, disse.
Trindade
Marconi fez uma grande carreata em Trindade, onde foi muito bem recebido pelos moradores, que saíram às ruas com suas famílias para empunhar bandeiras e mostrar apoio ao candidato. O presidente da Câmara Municipal de Trindade, Marcos Lago (PR), comentou a receptividade de Marconi no município. “A receptividade de Marconi está sendo ótima. Coloco bem claro que, como cidadão goiano, tenho de fazer as minhas escolhas, e não tem uma escolha melhor para Goiás do que Marconi Perillo”, disse.
Veja desmonta dossiê contra Marconi
Documentos confidenciais revelados pela edição da revista Veja desta semana revelam: não passou de uma farsa a denúncia de que o senador Marconi Perillo possuía contas secretas em paraísos fiscais. A revista mostra que, em conluio de adversários, o governo tentou dar ares de autenticidade ao dossiê contra o tucano, finalmente desmontado por autoridades suíças. Por trás da articulação, segundo a revista, estaria o deputado federal Sandro Mabel (PR).
Os documentos obtidos por Veja atestam que a máquina do Estado foi usada para tentar dar ares de legalidade a papéis falsos. O Ministério de Justiça chegou a buscar informações junto a promotores suíços, mas a conclusão a que chegou a Justiça daquele país é que os documentos não passam de uma manipulação fajuta.
A revista revela que a armação começou a ser preparada no ano passado, quando o líder do PR na Câmara, deputado Sandro Mabel, aliado do governo, encontrou-se no Planalto com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dizendo que tinha uma “bomba” a ser detonada. O deputado dizia ter documentos que mostravam a existência de uma conta secreta no exterior em nome de Marconi Perillo. O calhamaço continha extratos bancários de uma certa Aztec Group, offshore supostamente sediada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Marconi seria o administrador da empresa, segundo a falsa documentação.
Todas as informações solicitadas pelo governo federal, por meio da chefia de gabinete da Presidência da República e do Ministério da Justiça, revelaram, com base em informações oficiais da Justiça suíça, que a conta nunca existiu e que a documentação era falsa.
Em entrevista coletiva, Marconi Perillo, governadoriável da Coligação Goiás Quer Mais, disse ontem (sábado 28), na Fundação de Assistência aos Menores Aprendizes (Fama), em Goiânia, pouco antes de apresentar à Maçonaria seu plano de Governo, que durante todo esse tempo ficou tranquilo por saber que se tratava de uma manobra de adversários políticos. O senador adiantou que todos serão processados criminal e civilmente. Ele acredita que Mabel tenha tentado montar um dossiê depois de ele, ainda como governador de Goiás, prevenir o presidente Lula de ter conhecimento de que Mabel era um dos principais envolvidos com o esquema do chamado mensalão. O senador diz esperar que a Polícia Federal mostre todos os responsáveis pelo falso dossiê.
Os documentos obtidos por Veja atestam que a máquina do Estado foi usada para tentar dar ares de legalidade a papéis falsos. O Ministério de Justiça chegou a buscar informações junto a promotores suíços, mas a conclusão a que chegou a Justiça daquele país é que os documentos não passam de uma manipulação fajuta.
A revista revela que a armação começou a ser preparada no ano passado, quando o líder do PR na Câmara, deputado Sandro Mabel, aliado do governo, encontrou-se no Planalto com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dizendo que tinha uma “bomba” a ser detonada. O deputado dizia ter documentos que mostravam a existência de uma conta secreta no exterior em nome de Marconi Perillo. O calhamaço continha extratos bancários de uma certa Aztec Group, offshore supostamente sediada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Marconi seria o administrador da empresa, segundo a falsa documentação.
Todas as informações solicitadas pelo governo federal, por meio da chefia de gabinete da Presidência da República e do Ministério da Justiça, revelaram, com base em informações oficiais da Justiça suíça, que a conta nunca existiu e que a documentação era falsa.
Em entrevista coletiva, Marconi Perillo, governadoriável da Coligação Goiás Quer Mais, disse ontem (sábado 28), na Fundação de Assistência aos Menores Aprendizes (Fama), em Goiânia, pouco antes de apresentar à Maçonaria seu plano de Governo, que durante todo esse tempo ficou tranquilo por saber que se tratava de uma manobra de adversários políticos. O senador adiantou que todos serão processados criminal e civilmente. Ele acredita que Mabel tenha tentado montar um dossiê depois de ele, ainda como governador de Goiás, prevenir o presidente Lula de ter conhecimento de que Mabel era um dos principais envolvidos com o esquema do chamado mensalão. O senador diz esperar que a Polícia Federal mostre todos os responsáveis pelo falso dossiê.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
IMPROBIDADE NA AGECOM
IMPROBIDADE
Um grupo de funcionários da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), intitulados "Indignados da Agecom", registrou denúncia no Ministério Público (MP) acusando cinco servidores da agência de usarem a estatal em benefício próprio.
A denúncia gira em torno de favorecimento a alguns veículos de comunicação, bem como pagamento de taxa para veiculação de peça publicitária na Rádio Brasil Central (RBC) e TV Brasil Central (TBC) com valor acima do que é cobrado no mercado.
A denúncia diz que "o esquema é formado por peças estrategicamente posicionadas para seu funcionamento". Os integrantes do grupo, segundo os "Indignados", são: Waneska Noraligia Aparecida Santos, gerente de divulgação; Flávia Aline da Silva, secretária da gerência de divulgação; Wesley Ferreira da Costa, supervisor de controle; Monalisa Lopes da Silva, supervisora financeira; e Ataualpa de Sousa Borges, assessor da presidência.
Os "Indignados" relacionam na denúncia o comandante dos servidores e os crimes que eles teriam cometido. "As ações do grupo, comandado por Ataualpa Borges, envolvem superfaturamento, pagamentos sem autorização, inserções contratadas bem acima das veiculadas, gasto com mídia acima do permitido em contrato, gasto com mídia no ano de 2010 superior à média de gasto dos últimos três anos (já gastaram mais de R$ 80 milhões), serviços na Agecom sem a devida contabilidade pagos com mídias (exemplo: últimos painéis instalados nas dependências da agência), pagamento de viagens de férias com mídia em revista, direcionamento de mídias a veículos de propriedade dos membros do grupo, de laranjas ou de outros que tenham ligação com o grupo, pagamento de mídias irregulares com cobrança de comissão e outras situações que visam benefícios financeiros aos envolvidos no esquema".
A denúncia ainda especifica as responsabilidades de cada um dos suspeitos. "Waneska e Flávia direcionam as mídias para os veículos de interesse do grupo. Os que não têm ligação com o grupo recebem um valor pequeno em relação aos envolvidos no esquema; Wesley é quem verifica a veracidade e irregularidades dos documentos e atesta os pagamentos; Monalisa é quem faz os pagamentos, é a pessoa de confiança de Ataualpa.
Ela tem a senha para fazer os pagamentos, mesmo antes de assumir a supervisão, quando era uma simples servidora do departamento financeiro".
As principais acusações se referem a Ataualpa, que, segundo a denúncia, determina as ações do grupo por meio de portarias. "Ataualpa é o comandante do grupo, ele faz as negociações, fixa comissões e libera valores de mídia e seus respectivos pagamentos.
Também utiliza-se da sua função para manter a gerência financeira inoperante. As atribuições da gerência são determinadas a ele por portarias. Desde que esse esquema foi implantado, os gerentes de administração e finanças só ocuparam a cadeira (fantoches), todos que por lá passaram tiveram as atribuições do cargo transferidas para o Ataualpa. Essa ação tinha o objetivo de evitar a fiscalização e consequentemente a descoberta de todo o esquema".
A denúncia também alerta para o fato de o grupo envolver outras secretarias do governo para que o esquema não seja descoberto. "A Sefaz (Secretaria da Fazenda), com medo dessa situação tornar-se pública, colocou, recentemente, um gestor na gerência de administração e finanças. Um técnico competente que será “usado” para regularizar toda a situação. O Ataualpa deverá sair do Estado em breve, com o intuito de esconder todas as irregularidades cometidas pelo grupo".
A denúncia, realizada de forma anônima, foi registrada sob o protocolo 2010000100048619 e será analisada pelo promotor Humberto Machado, que questionará a Agecom sobre as acusações.
A assessoria de Humberto disse que o promotor só se pronunciará sobre o caso após a resposta da estatal, que será feita por meio de documentos.
Por telefone, o presidente da Agecom, Marcus Vinícius, não quis comentar o caso. Marcus explicou que estava viajando e ainda não tinha sido notificado sobre as acusações. “Assim que tomar conhecimento do caso irei me manifestar”, completa Marcus.
O Diário da Manhã entrou em contato com os Indignados da Agecom por meio do endereço eletrônico indignadosdaagecom@gmail.com, mas não houve resposta até o fechamento dessa edição.
Fonte DM.
Um grupo de funcionários da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), intitulados "Indignados da Agecom", registrou denúncia no Ministério Público (MP) acusando cinco servidores da agência de usarem a estatal em benefício próprio.
A denúncia gira em torno de favorecimento a alguns veículos de comunicação, bem como pagamento de taxa para veiculação de peça publicitária na Rádio Brasil Central (RBC) e TV Brasil Central (TBC) com valor acima do que é cobrado no mercado.
A denúncia diz que "o esquema é formado por peças estrategicamente posicionadas para seu funcionamento". Os integrantes do grupo, segundo os "Indignados", são: Waneska Noraligia Aparecida Santos, gerente de divulgação; Flávia Aline da Silva, secretária da gerência de divulgação; Wesley Ferreira da Costa, supervisor de controle; Monalisa Lopes da Silva, supervisora financeira; e Ataualpa de Sousa Borges, assessor da presidência.
Os "Indignados" relacionam na denúncia o comandante dos servidores e os crimes que eles teriam cometido. "As ações do grupo, comandado por Ataualpa Borges, envolvem superfaturamento, pagamentos sem autorização, inserções contratadas bem acima das veiculadas, gasto com mídia acima do permitido em contrato, gasto com mídia no ano de 2010 superior à média de gasto dos últimos três anos (já gastaram mais de R$ 80 milhões), serviços na Agecom sem a devida contabilidade pagos com mídias (exemplo: últimos painéis instalados nas dependências da agência), pagamento de viagens de férias com mídia em revista, direcionamento de mídias a veículos de propriedade dos membros do grupo, de laranjas ou de outros que tenham ligação com o grupo, pagamento de mídias irregulares com cobrança de comissão e outras situações que visam benefícios financeiros aos envolvidos no esquema".
A denúncia ainda especifica as responsabilidades de cada um dos suspeitos. "Waneska e Flávia direcionam as mídias para os veículos de interesse do grupo. Os que não têm ligação com o grupo recebem um valor pequeno em relação aos envolvidos no esquema; Wesley é quem verifica a veracidade e irregularidades dos documentos e atesta os pagamentos; Monalisa é quem faz os pagamentos, é a pessoa de confiança de Ataualpa.
Ela tem a senha para fazer os pagamentos, mesmo antes de assumir a supervisão, quando era uma simples servidora do departamento financeiro".
As principais acusações se referem a Ataualpa, que, segundo a denúncia, determina as ações do grupo por meio de portarias. "Ataualpa é o comandante do grupo, ele faz as negociações, fixa comissões e libera valores de mídia e seus respectivos pagamentos.
Também utiliza-se da sua função para manter a gerência financeira inoperante. As atribuições da gerência são determinadas a ele por portarias. Desde que esse esquema foi implantado, os gerentes de administração e finanças só ocuparam a cadeira (fantoches), todos que por lá passaram tiveram as atribuições do cargo transferidas para o Ataualpa. Essa ação tinha o objetivo de evitar a fiscalização e consequentemente a descoberta de todo o esquema".
A denúncia também alerta para o fato de o grupo envolver outras secretarias do governo para que o esquema não seja descoberto. "A Sefaz (Secretaria da Fazenda), com medo dessa situação tornar-se pública, colocou, recentemente, um gestor na gerência de administração e finanças. Um técnico competente que será “usado” para regularizar toda a situação. O Ataualpa deverá sair do Estado em breve, com o intuito de esconder todas as irregularidades cometidas pelo grupo".
A denúncia, realizada de forma anônima, foi registrada sob o protocolo 2010000100048619 e será analisada pelo promotor Humberto Machado, que questionará a Agecom sobre as acusações.
A assessoria de Humberto disse que o promotor só se pronunciará sobre o caso após a resposta da estatal, que será feita por meio de documentos.
Por telefone, o presidente da Agecom, Marcus Vinícius, não quis comentar o caso. Marcus explicou que estava viajando e ainda não tinha sido notificado sobre as acusações. “Assim que tomar conhecimento do caso irei me manifestar”, completa Marcus.
O Diário da Manhã entrou em contato com os Indignados da Agecom por meio do endereço eletrônico indignadosdaagecom@gmail.com, mas não houve resposta até o fechamento dessa edição.
Fonte DM.
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