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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Prefeito de Trindade flagrado em crime eleitoral
Prefeito de Trindade flagrado em crime eleitoral
Flagrado em clara demonstração de uso da máquina administrativa da prefeitura local a favor do candidato do PMDB a governador, Iris Rezende, o prefeito de Trindade, Ricardo Fortunato, foi denunciado ontem (se3xta-feira 17) ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Junto com ele os beneficiários de sua ação: o governadoriável Iris Rezende (PMDB), o vice Marcelo Melo (PMDB) e o candidato a deputado estadual Nélio Furtunato (PMDB), irmão do prefeito.
A representação, assinada pelo advogado João Paulo Brzezinski da Cunha, narra que no dia 21 de julho do corrente ano, portanto dentro do período eleitoral, o prefeito promoveu reunião com os secretários municipais para lhes determinar que pressionassem os servidores, especialmente os que ocupam cargos de confiança, a trabalharem em favor dos candidatos da coligação.
A gravação da reunião, que serve como base da denúncia, revela que o prefeito, de viva voz, disse na oportunidade que ocupante de cargo de confiança, “seja ele secretário, seja ele furador de buraco”, deve satisfação ao prefeito. “Ele me deve satisfação de seu salário”, afirma o Ricardo Fortunato na gravação.
No afã de pressionar os servidores a trabalharem pelos candidatos de seu partido, Ricardo Fortunato chega ao ponto de dizer na reunião que cerca de 3 mil pessoas no município dependem da Prefeitura, “então precisa haver engajamento”.
O prefeito também ameaça demitir os servidores “de tupete” (sic). Na gravação, prova incontestável de uso despudorado da máquina administrativa, o prefeito chega ao disparate de dizer que se ele perder a eleição “muita gente vai chorar”. “Eu vou fazer o limpa. Eu vou fazer o limpa”, enfatizou, com a segurança de quem ocupa o principal cargo na hierarquia administrativa do município.
Segundo o advogado que assina a representação, os diálogos degravados não deixam dúvida quanto à coação exercida pelo prefeito em relação ao funcionalismo público daquele município, com intuito de fortalecer a candidatura de Iris Rezende a governador e de seu irmão, Hélio Fortunato, a deputado estadual.
Brzezinski sublinha que o prefeito fere dispositivos da lei 9504/1997, que estabelece como conduta proibida aos agentes públicos, servidores ou não, ações que afetem a igualdade de oportunidade entre os candidatos nos pleitos eleitorais.
O advogado pede a cassação do registro das candidaturas dos beneficiários da ação do prefeito, bem como a decretação da pena de inelegilibidade de todos eles, incluindo-se Ricardo Fortunato, pelo prazo previsto na Lei Complementar nº 135/2010.
Flagrado em clara demonstração de uso da máquina administrativa da prefeitura local a favor do candidato do PMDB a governador, Iris Rezende, o prefeito de Trindade, Ricardo Fortunato, foi denunciado ontem (se3xta-feira 17) ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Junto com ele os beneficiários de sua ação: o governadoriável Iris Rezende (PMDB), o vice Marcelo Melo (PMDB) e o candidato a deputado estadual Nélio Furtunato (PMDB), irmão do prefeito.
A representação, assinada pelo advogado João Paulo Brzezinski da Cunha, narra que no dia 21 de julho do corrente ano, portanto dentro do período eleitoral, o prefeito promoveu reunião com os secretários municipais para lhes determinar que pressionassem os servidores, especialmente os que ocupam cargos de confiança, a trabalharem em favor dos candidatos da coligação.
A gravação da reunião, que serve como base da denúncia, revela que o prefeito, de viva voz, disse na oportunidade que ocupante de cargo de confiança, “seja ele secretário, seja ele furador de buraco”, deve satisfação ao prefeito. “Ele me deve satisfação de seu salário”, afirma o Ricardo Fortunato na gravação.
No afã de pressionar os servidores a trabalharem pelos candidatos de seu partido, Ricardo Fortunato chega ao ponto de dizer na reunião que cerca de 3 mil pessoas no município dependem da Prefeitura, “então precisa haver engajamento”.
O prefeito também ameaça demitir os servidores “de tupete” (sic). Na gravação, prova incontestável de uso despudorado da máquina administrativa, o prefeito chega ao disparate de dizer que se ele perder a eleição “muita gente vai chorar”. “Eu vou fazer o limpa. Eu vou fazer o limpa”, enfatizou, com a segurança de quem ocupa o principal cargo na hierarquia administrativa do município.
Segundo o advogado que assina a representação, os diálogos degravados não deixam dúvida quanto à coação exercida pelo prefeito em relação ao funcionalismo público daquele município, com intuito de fortalecer a candidatura de Iris Rezende a governador e de seu irmão, Hélio Fortunato, a deputado estadual.
Brzezinski sublinha que o prefeito fere dispositivos da lei 9504/1997, que estabelece como conduta proibida aos agentes públicos, servidores ou não, ações que afetem a igualdade de oportunidade entre os candidatos nos pleitos eleitorais.
O advogado pede a cassação do registro das candidaturas dos beneficiários da ação do prefeito, bem como a decretação da pena de inelegilibidade de todos eles, incluindo-se Ricardo Fortunato, pelo prazo previsto na Lei Complementar nº 135/2010.
Profissionais aplaudem na AMG plano de Marconi para Saúde
Marconi discute projetos para área da saúde
Em reunião com aproximadamente 600 profissionais e funcionários da Saúde na Associação Médica na quinta-feira (16), o candidato ao governo do Estado e senador Marconi Perillo (PSDB) discutiu as prioridades do seu plano de governo para a área. Os primeiros passos, de acordo com Marconi, sendo eleito, serão dados a partir do aprimoramento do plano de carreira e, em seguida, autonomia das unidades de saúde, a fim de que elas tenham o mesmo padrão de qualidade do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer).
“Vamos aprimorar o plano de carreira e garantir economia orçamentária nas unidades de saúde. Não há outro caminho para que as nossas unidades tenham o padrão de qualidade e eficiência do Crer se não tiverem dinheiro e garantia de autonomia. Como eu quero que todas as unidades de saúde tenham prestígio e prestem um grande serviço, vamos dotá-las, todas, de autonomia orçamentária e financeira”, disse. Marconi discutiu a necessidade da adoção do piso salarial para os médicos e criação do fórum da saúde.
Com o respaldo de ter melhorado a vida dos funcionários públicos aumentando salários, garantindo o pagamento dos salários no mês trabalhado, o décimo-terceiro no mês do aniversário dos funcionários e plano de carreira, entre outras ações, Marconi afirmou que, sendo eleito, vai fazer com os servidores do Ipasgo o mesmo que fez com os funcionários públicos, além dee sanear as dividas do Ipasgo.
“Vamos adotar piso para os médicos, a criação do fórum da saúde, que será um instrumento legítimo para o debate constante com o governo do Estado. Atualizar pagamentos do Ipasgo. Tenho um compromisso de que os funcionários públicos assumam o instituto de previdência do Estado. Mas não vou entregar o Ipasgo endividado, vou sanear o Ipasgo e depois entregá-lo à gestão eficiente dos servidores. Vou também fazer com o Ipasgo o que fiz com funcionários públicos quando cheguei ao governo, pagando os funcionários no mês trabalhado e melhorando salários. Em relação ao Ipasgo, vamos resolver o problema definitivamente. Quero ser abordado por prestadores de serviço do Ipasgo com o mesmo carinho que sou abordado hoje por funcionários públicos. As faturas do Ipasgo serão rigorosamente pagas em dia, ou antes, do dia”, afirmou, sob intensos aplausos.
Marconi falou também sobre a construção de mais duas unidades hospitalares em Goiânia, além da construção do Hospital de Urgências da região Noroeste da capital. Sobre a construção do Hospital da Mulher e do Centro de Recuperação para Dependentes Químicos (Credeq), disse: “Funcionando bem esses hospitais, o de Aparecida e o de Trindade, entregue ao município e hoje fechado, e também o de Anápolis, vamos ter um desafogo em relação às demandas de urgência de Goiânia”, disse. Marconi afirmou ainda que todos os anos ele e os senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB) colocam emendas para obras no Hospital das Clínicas da UFG. Ele reforçou a importância de o hospital ter concluídas suas obras de ampliação.
Crítica
A parte final do discurso de Marconi foi voltada a críticas ao governo federal, em razão dos escândalos recentes de quebra de sigilo fiscal na Receita Federal de pessoas ligadas ao PSDB e o envolvimento do filho da ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra (exonerada do cargo) em tráfico de influência e lobby na Casa Civil. O candidato afirmou que um presidente não pode ter salvo-conduto porque ajudou os mais pobres.
“Não é possível que os brasileiros vão fechar os olhos para tudo o que está acontecendo. O governo tomou raiva de mim porque eu falei do mensalão, porque votei contra a CPMF, que era um imposto injusto. Nós chegamos ao fim da picada. Problema de corrupção no governo federal a toda hora, e parece que todo mundo tapou os olhos. O programa de inclusão social Bolsa Família e Renda Cidadã quem criou no Brasil fui eu. Agora, não é porque eu criei programas sociais para ajudar os pobres que eu posso meter a mão no dinheiro do povo. Eu tive a honra de ser o presidente do Senado que votou o Projeto Ficha Limpa, porque eu não tenho problema nenhum com a justiça e não tenho receio dos meus atos como governador. O presidente ou governador não pode ter salvo conduto porque ajudou os mais pobres. Ajudar os mais pobres é obrigação do governo”, bradou.
Apoio
Marconi participou de reunião com funcionários e diretores da concessionária Saga. O diretor Geraldo Maia agradeceu a Marconi por ter tirado as concessionárias de uma crise ocasionada quando as pessoas passaram a comprar veículos em outros Estados devido a o imposto fora de Goiás ser menor. Marconi, procurado por diretores de concessionárias, aprovou a isenção do IPVA no primeiro ano de aquisição do veículo. “Quando o senhor era governador fez muito pelo nosso setor, criando a isenção do IPVA no primeiro ano. Isso deu uma musculatura e competitividade muito grande ao Centro-Oeste. Quero agradecer ao senhor pelo que fez pelo nosso Estado”, afirmou. Marconi relembrou a situação das concessionárias e completou que muitos empregos foram gerados com a isenção do IPVA.
Em reunião com aproximadamente 600 profissionais e funcionários da Saúde na Associação Médica na quinta-feira (16), o candidato ao governo do Estado e senador Marconi Perillo (PSDB) discutiu as prioridades do seu plano de governo para a área. Os primeiros passos, de acordo com Marconi, sendo eleito, serão dados a partir do aprimoramento do plano de carreira e, em seguida, autonomia das unidades de saúde, a fim de que elas tenham o mesmo padrão de qualidade do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer).
“Vamos aprimorar o plano de carreira e garantir economia orçamentária nas unidades de saúde. Não há outro caminho para que as nossas unidades tenham o padrão de qualidade e eficiência do Crer se não tiverem dinheiro e garantia de autonomia. Como eu quero que todas as unidades de saúde tenham prestígio e prestem um grande serviço, vamos dotá-las, todas, de autonomia orçamentária e financeira”, disse. Marconi discutiu a necessidade da adoção do piso salarial para os médicos e criação do fórum da saúde.
Com o respaldo de ter melhorado a vida dos funcionários públicos aumentando salários, garantindo o pagamento dos salários no mês trabalhado, o décimo-terceiro no mês do aniversário dos funcionários e plano de carreira, entre outras ações, Marconi afirmou que, sendo eleito, vai fazer com os servidores do Ipasgo o mesmo que fez com os funcionários públicos, além dee sanear as dividas do Ipasgo.
“Vamos adotar piso para os médicos, a criação do fórum da saúde, que será um instrumento legítimo para o debate constante com o governo do Estado. Atualizar pagamentos do Ipasgo. Tenho um compromisso de que os funcionários públicos assumam o instituto de previdência do Estado. Mas não vou entregar o Ipasgo endividado, vou sanear o Ipasgo e depois entregá-lo à gestão eficiente dos servidores. Vou também fazer com o Ipasgo o que fiz com funcionários públicos quando cheguei ao governo, pagando os funcionários no mês trabalhado e melhorando salários. Em relação ao Ipasgo, vamos resolver o problema definitivamente. Quero ser abordado por prestadores de serviço do Ipasgo com o mesmo carinho que sou abordado hoje por funcionários públicos. As faturas do Ipasgo serão rigorosamente pagas em dia, ou antes, do dia”, afirmou, sob intensos aplausos.
Marconi falou também sobre a construção de mais duas unidades hospitalares em Goiânia, além da construção do Hospital de Urgências da região Noroeste da capital. Sobre a construção do Hospital da Mulher e do Centro de Recuperação para Dependentes Químicos (Credeq), disse: “Funcionando bem esses hospitais, o de Aparecida e o de Trindade, entregue ao município e hoje fechado, e também o de Anápolis, vamos ter um desafogo em relação às demandas de urgência de Goiânia”, disse. Marconi afirmou ainda que todos os anos ele e os senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB) colocam emendas para obras no Hospital das Clínicas da UFG. Ele reforçou a importância de o hospital ter concluídas suas obras de ampliação.
Crítica
A parte final do discurso de Marconi foi voltada a críticas ao governo federal, em razão dos escândalos recentes de quebra de sigilo fiscal na Receita Federal de pessoas ligadas ao PSDB e o envolvimento do filho da ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra (exonerada do cargo) em tráfico de influência e lobby na Casa Civil. O candidato afirmou que um presidente não pode ter salvo-conduto porque ajudou os mais pobres.
“Não é possível que os brasileiros vão fechar os olhos para tudo o que está acontecendo. O governo tomou raiva de mim porque eu falei do mensalão, porque votei contra a CPMF, que era um imposto injusto. Nós chegamos ao fim da picada. Problema de corrupção no governo federal a toda hora, e parece que todo mundo tapou os olhos. O programa de inclusão social Bolsa Família e Renda Cidadã quem criou no Brasil fui eu. Agora, não é porque eu criei programas sociais para ajudar os pobres que eu posso meter a mão no dinheiro do povo. Eu tive a honra de ser o presidente do Senado que votou o Projeto Ficha Limpa, porque eu não tenho problema nenhum com a justiça e não tenho receio dos meus atos como governador. O presidente ou governador não pode ter salvo conduto porque ajudou os mais pobres. Ajudar os mais pobres é obrigação do governo”, bradou.
Apoio
Marconi participou de reunião com funcionários e diretores da concessionária Saga. O diretor Geraldo Maia agradeceu a Marconi por ter tirado as concessionárias de uma crise ocasionada quando as pessoas passaram a comprar veículos em outros Estados devido a o imposto fora de Goiás ser menor. Marconi, procurado por diretores de concessionárias, aprovou a isenção do IPVA no primeiro ano de aquisição do veículo. “Quando o senhor era governador fez muito pelo nosso setor, criando a isenção do IPVA no primeiro ano. Isso deu uma musculatura e competitividade muito grande ao Centro-Oeste. Quero agradecer ao senhor pelo que fez pelo nosso Estado”, afirmou. Marconi relembrou a situação das concessionárias e completou que muitos empregos foram gerados com a isenção do IPVA.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Marconi apresenta seu Plano de Governo
Marconi apresenta seu Plano de Governo
Para um público estimado em 1,5 mil pessoas, o candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, Marconi Perillo, apresentou seu Plano de Governo ontem (quinta-feira 16), a partir das 10 horas, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia.
Elaborado por uma equipe de 311 auxiliares coordenados pelo economista e ex-secretário estadual Giuseppe Vecci, o planejamento é fruto de 9 meses de trabalho e 21 seminários realizados em diversas regiões do Estado envolvendo milhares de pessoas de vários segmentos da sociedade.Marconi Perillo explicou que as propostas que sustentam o projeto de governo para os próximos quatro anos estão abertas a sugestões. “Embora o plano tenha sido exaustivamente discutido com a sociedade, estaremos sempre, democraticamente, aceitando criticas e sugestões que visem melhorá-lo”, declarou.Uma cartilha com 63 páginas abrangendo todas as áreas a serem contempladas num provável futuro governo de Marconi foi distribuída aos presentes. Nela o candidato alerta que a versão apresentada deve ser entendida como “mais uma oportunidade de convocar e provocar os cidadãos e as cidadãs de Goiás a analisar, refletir e influenciar um projeto que somente por eles se justifica e se sustenta.”Declarando-se otimista e disposto a realizar um governo ainda mais dinâmico e realizador em relação às administrações passadas, Marconi disse que vai trabalhar muito para que o projeto apresentado à sociedade seja atendido em sua totalidade. “Quero chegar ao final de quatro anos atingindo todas as metas. Assim fiz em meus governos passados e, agora, com ainda mais experiência e com muita garra, quero fazer muito mais”, disse.Marconi reafirmou seu compromisso com a melhoria da qualidade de vida dos goianos. Lembrou que em seus governos as famílias foram mais amparadas, tiveram mais oportunidades de emprego, foram beneficiadas com obras de saneamento básico e, por fim, foram tratadas com dignidade pelos programas de assistência social que implantou. Todas essas ações – salientou – fizeram com que Goiás deixasse de figurar entre os Estados mais pobres do País. "Agora minha meta é fazer com que o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – de Goiás seja o melhor do País. Temos as ferramentas, a disposição, a coragem, a determinação e os meios para isso. E vamos fazer”.
PressupostosSegundo Giuseppe Vecci, o documento baseia-se em quatro pressupostos: os contextos nacional e internacional, a realidade do Estado de Goiás, os anseios e necessidades da população e a agenda de projetos estruturantes e de desenvolvimento. “Goiás não é uma ilha, não podemos pensar em desenvolvimento sem estabelecer sintonia com tudo o que está acontecendo no mundo”, afirma.Durante o evento foram expostos painéis com todas as propostas do plano, que se divide em planejamento setorial, planejamento regional e planejamento segmentado. “Nosso diferencial é apostar no planejamento de forma séria e sistêmica e ouvir a população para encaixar as demandas no rol de propostas apresentadas”, diz Vecci.O Plano de Governo de Marconi Perillo ouviu pessoas de todo o Estado também por meio das redes sociais e registrou milhares de idéias, sugestões e perguntas de internautas, tabuladas e inseridas nas discussões de planejamento.A recomendação de Marconi Perillo, ao solicitar a elaboração de um plano de governo, é de que fosse elaborado em consonância com a realidade. “Fizemos levantamentos técnicos, valorizamos a participação popular, estudamos idéias e projetos de planos bem sucedidos e tivemos como pano de fundo a realidade de Goiás, do Brasil e do mundo”, diz Giuseppe Vecci.
Durante nove meses, cerca de 320 consultores e especialistas, voluntários em sua maioria, reuniram-se em 45 grupos temáticos e trabalharam em cima de pesquisas para compor um diagnóstico das demandas. Desse trabalho saíram os projetos estruturantes. Enquanto isso, outra parte da equipe percorreu o Estado em seminários abertos à população, colhendo sugestões e idéias para compor o programa.
Foram realizados seminários em Iporá, Porangatu, Itumbiara, Alvorada do Norte, Rialma, Senador Canedo e Alto Paraíso, entre outras cidades. Em Goiânia, foram promovidos encontros com representantes dos funcionários públicos, idosos, jovens, mulheres, conselhos tutelares, setores da agricultura e indústria e outros segmentos.
Para um público estimado em 1,5 mil pessoas, o candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, Marconi Perillo, apresentou seu Plano de Governo ontem (quinta-feira 16), a partir das 10 horas, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia.
Elaborado por uma equipe de 311 auxiliares coordenados pelo economista e ex-secretário estadual Giuseppe Vecci, o planejamento é fruto de 9 meses de trabalho e 21 seminários realizados em diversas regiões do Estado envolvendo milhares de pessoas de vários segmentos da sociedade.Marconi Perillo explicou que as propostas que sustentam o projeto de governo para os próximos quatro anos estão abertas a sugestões. “Embora o plano tenha sido exaustivamente discutido com a sociedade, estaremos sempre, democraticamente, aceitando criticas e sugestões que visem melhorá-lo”, declarou.Uma cartilha com 63 páginas abrangendo todas as áreas a serem contempladas num provável futuro governo de Marconi foi distribuída aos presentes. Nela o candidato alerta que a versão apresentada deve ser entendida como “mais uma oportunidade de convocar e provocar os cidadãos e as cidadãs de Goiás a analisar, refletir e influenciar um projeto que somente por eles se justifica e se sustenta.”Declarando-se otimista e disposto a realizar um governo ainda mais dinâmico e realizador em relação às administrações passadas, Marconi disse que vai trabalhar muito para que o projeto apresentado à sociedade seja atendido em sua totalidade. “Quero chegar ao final de quatro anos atingindo todas as metas. Assim fiz em meus governos passados e, agora, com ainda mais experiência e com muita garra, quero fazer muito mais”, disse.Marconi reafirmou seu compromisso com a melhoria da qualidade de vida dos goianos. Lembrou que em seus governos as famílias foram mais amparadas, tiveram mais oportunidades de emprego, foram beneficiadas com obras de saneamento básico e, por fim, foram tratadas com dignidade pelos programas de assistência social que implantou. Todas essas ações – salientou – fizeram com que Goiás deixasse de figurar entre os Estados mais pobres do País. "Agora minha meta é fazer com que o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – de Goiás seja o melhor do País. Temos as ferramentas, a disposição, a coragem, a determinação e os meios para isso. E vamos fazer”.
PressupostosSegundo Giuseppe Vecci, o documento baseia-se em quatro pressupostos: os contextos nacional e internacional, a realidade do Estado de Goiás, os anseios e necessidades da população e a agenda de projetos estruturantes e de desenvolvimento. “Goiás não é uma ilha, não podemos pensar em desenvolvimento sem estabelecer sintonia com tudo o que está acontecendo no mundo”, afirma.Durante o evento foram expostos painéis com todas as propostas do plano, que se divide em planejamento setorial, planejamento regional e planejamento segmentado. “Nosso diferencial é apostar no planejamento de forma séria e sistêmica e ouvir a população para encaixar as demandas no rol de propostas apresentadas”, diz Vecci.O Plano de Governo de Marconi Perillo ouviu pessoas de todo o Estado também por meio das redes sociais e registrou milhares de idéias, sugestões e perguntas de internautas, tabuladas e inseridas nas discussões de planejamento.A recomendação de Marconi Perillo, ao solicitar a elaboração de um plano de governo, é de que fosse elaborado em consonância com a realidade. “Fizemos levantamentos técnicos, valorizamos a participação popular, estudamos idéias e projetos de planos bem sucedidos e tivemos como pano de fundo a realidade de Goiás, do Brasil e do mundo”, diz Giuseppe Vecci.
Durante nove meses, cerca de 320 consultores e especialistas, voluntários em sua maioria, reuniram-se em 45 grupos temáticos e trabalharam em cima de pesquisas para compor um diagnóstico das demandas. Desse trabalho saíram os projetos estruturantes. Enquanto isso, outra parte da equipe percorreu o Estado em seminários abertos à população, colhendo sugestões e idéias para compor o programa.
Foram realizados seminários em Iporá, Porangatu, Itumbiara, Alvorada do Norte, Rialma, Senador Canedo e Alto Paraíso, entre outras cidades. Em Goiânia, foram promovidos encontros com representantes dos funcionários públicos, idosos, jovens, mulheres, conselhos tutelares, setores da agricultura e indústria e outros segmentos.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
“Governo central quer aniquilar as oposições” diz Marconi
Ao participar de mais um encontro com a Associação de Jovens Empresários – o primeiro ocorreu há três meses, na condição de senador – o candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, Marconi Perillo, manifestou-se ontem (segunda-feira 13) preocupado com o que chamou de “estratégia maquinada pelo governo central no intuito de aniquilar as oposições brasileiras”. Na abertura da reunião, que contou com a participação de 25 entidades ligadas à classe empresarial, Marconi denunciou a existência de uma “onda vermelha” no País que “quer mexicanizar ou venezualizar o Brasil, implantando aqui os mais agressivos modelos de repressão às liberdades, principalmente dos meios de comunicação.”
O senador lembrou com preocupação que o governo federal já nomeou nove dos ministros do Supremo Tribunal Federal e exerce, no momento, uma política que visa “varrer a oposição brasileira”. Segundo Marconi, a ação visando a formação de um governo totalitário está preocupando a classe política. “O governo federal está incitando uma campanha de agressão a todos os adversários políticos. O ataque tem se dado especialmente aos senadores. Há um terror muito grande em curso. Agora, mais do que nunca precisamos lutar para eleger uma forte bancada de oposição no Congresso Nacional. As pessoas de bem deste país precisam começar a se preocupar com o que estão tentando fazer do Brasil”, alertou.
Marconi recordou os recentes ataques que sofreu do presidente Lula durante comício realizado no Entorno de Brasília. “O governo federal tem atribuído a mim o fim da CPMF. Votei contra e votarei quantas vezes for necessário. O Brasil já é o campeão mundial em tributação, e a CPMF penaliza mais os assalariados. Por conta da minha coerência, tenho sofrido todo tipo de pressão do governo federal. Essa é a estratégia: acabar com a carreira de homens públicos que são contra os projetos absolutistas do poder central”, denunciou.
Na reunião com o Fórum Empresarial Jovem, Marconi ouviu sugestões para o futuro governo e reafirmou sua disposição de ter a classe como parceira. “Comigo os empresários são vistos como pessoas de bem, que precisam de estímulo para gerar empregos e renda. Em meus governos, agi de forma a promover o incremento da atividade empresarial através da redução de impostos, incentivos à nacionalização e até internacionalização das empresas e na democratização das decisões com o Fórum Empresarial”, declarou.
O candidato firmou compromissos com a valorização da pesquisa científica por intermédio do fortalecimento da Fapeg; com a implantação de um amplo projeto visando melhorar a infraestrutura viária, energética, de água e saneamento; com a volta de programas de incentivos fiscais visando a atração de empresas; com a primeira empresa tendo a contrapartida dos empresários na criação de um modelo de primeiro emprego; com a área da tecnologia de informação; fortalecimento dos cursos técnicos para a formação de mão-de-obra especializada e gestão profissional de todos os órgãos públicos, entre outras ações.
O senador lembrou com preocupação que o governo federal já nomeou nove dos ministros do Supremo Tribunal Federal e exerce, no momento, uma política que visa “varrer a oposição brasileira”. Segundo Marconi, a ação visando a formação de um governo totalitário está preocupando a classe política. “O governo federal está incitando uma campanha de agressão a todos os adversários políticos. O ataque tem se dado especialmente aos senadores. Há um terror muito grande em curso. Agora, mais do que nunca precisamos lutar para eleger uma forte bancada de oposição no Congresso Nacional. As pessoas de bem deste país precisam começar a se preocupar com o que estão tentando fazer do Brasil”, alertou.
Marconi recordou os recentes ataques que sofreu do presidente Lula durante comício realizado no Entorno de Brasília. “O governo federal tem atribuído a mim o fim da CPMF. Votei contra e votarei quantas vezes for necessário. O Brasil já é o campeão mundial em tributação, e a CPMF penaliza mais os assalariados. Por conta da minha coerência, tenho sofrido todo tipo de pressão do governo federal. Essa é a estratégia: acabar com a carreira de homens públicos que são contra os projetos absolutistas do poder central”, denunciou.
Na reunião com o Fórum Empresarial Jovem, Marconi ouviu sugestões para o futuro governo e reafirmou sua disposição de ter a classe como parceira. “Comigo os empresários são vistos como pessoas de bem, que precisam de estímulo para gerar empregos e renda. Em meus governos, agi de forma a promover o incremento da atividade empresarial através da redução de impostos, incentivos à nacionalização e até internacionalização das empresas e na democratização das decisões com o Fórum Empresarial”, declarou.
O candidato firmou compromissos com a valorização da pesquisa científica por intermédio do fortalecimento da Fapeg; com a implantação de um amplo projeto visando melhorar a infraestrutura viária, energética, de água e saneamento; com a volta de programas de incentivos fiscais visando a atração de empresas; com a primeira empresa tendo a contrapartida dos empresários na criação de um modelo de primeiro emprego; com a área da tecnologia de informação; fortalecimento dos cursos técnicos para a formação de mão-de-obra especializada e gestão profissional de todos os órgãos públicos, entre outras ações.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
"Ninguém governa da garupa" diz Serra em visita a Goiânia
Em visita a Goiânia, o candidato à Presidência da República José Serra (PSDB) reuniu-se ontem (sábado 11) com agentes comunitários de saúde no comitê do candidato ao governo do Estado senador Marconi Perillo (PSDB). Serra afirmou que o progresso de Goiás na última década é indissociável da figura de Marconi. “Fico muito feliz de encontrar aqui o senador Marconi Perillo, grande senador, grande governador e governador maior ainda a partir do ano que vem. O progresso de Goiás na última década é indissociável da figura de Marconi. Um governador competente que soube trazer progresso econômico e social para Goiás”, disse.
O presidenciável aproveitou o momento para criticar a candidata do PT, Dilma Rousseff, e o presidente Lula (PT) afirmando que “ninguém governa na garupa”. Serra usou o exemplo do candidato a deputado federal Paulo Maluf (PP), lembrando a época em que ele utilizou o prestígio que tinha para eleger prefeito da capital paulista Celso Pitta. “Ninguém governa da garupa. Se outro quiser mandar em quem foi eleito sai briga em quinze dias. Na cidade de São Paulo teve isso. Quando Maluf era prefeito, inventou um candidato, o Pitta. Chegou a ir na televisão e dizer: se Pitta não for bem nunca mais votem em mim. O Pitta entrou e em dois meses estava brigado com ele, foi uma tragédia para a cidade de São Paulo”, lembrou. Dando continuidade às críticas, Serra definiu-se como “um envelope aberto, que todos podem olhar, e que outro lado tem um envelope fechado que não se sabe o que tem dentro”, sugerindo que a história de Dilma é escondida pela própria candidata e por Lula.
“Minha história é conhecida. Eu não tranquei no cofre nenhum momento da minha vida, está tudo exposto. Eu não preciso que outros digam o que eu fiz, porque as pessoas sabem o que eu fiz. Eu não preciso que outros escondam meus erros. Todo mundo sabe o que eu fiz e o que eu deixei de fazer.”
Serra lembrou aos presentes que já foi testado na vida pública em praticamente todos os cargos, está na vida pública há muitos anos e já provou que soube fazer um bom trabalho, principalmente na área da saúde.
“Quando entrei no ministério tinha cerca de 1.500 equipes de saúde da família e 50 mil agentes comunitários. Quando saí tinha dez vezes mais equipes de saúde da família e três vezes mais agentes comunitários. Como ministro encaminhei a primeira lei que reconheceu a profissão dos agentes de saúde. Agora eu apoio e vou transformar a emenda constitucional que fixa uma remuneração mínima para os agentes de saúde”, declarou sob aplausos.
O presidenciável voltou a tratar do problema do aeroporto e a anunciou que, se eleito, construirá o metrô de Goiânia entre outros projetos. “Na Presidência vou ser amigo de Goiás. Marconi me diz sempre, aqui em Goiânia é uma vergonha o estado do aeroporto, é o que está em pior situação no Brasil. E não custa muito, não. No entanto, empreitaram o aeroporto. Metrô em Goiânia, que precisa tanto, vamos trazer sim. Vamos trazer o anel viário que Goiânia precisa, esticar a Norte-Sul até São Paulo. Vamos fazer em Anápolis um terminal de cargas, um viaduto que necessita e vamos duplicar a BR-060 até Mato Grosso. Isso se chama emprego, desenvolvimento”, ressaltou.
Marconi, por sua vez, afirmou ao candidato que ele e os senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB) têm levado a bandeira de Serra em Goiás contra tudo e contra todos. O senador fez menção à visita do presidente Lula a Valparaíso na semana passada, ocasião em que foi alvo de pesadas críticas, e afirmou que, ao contrário dos adversários, não tem padrinhos políticos. “Temos levantado sua bandeira aqui contra tudo e contra todos, porque você representa o que há de melhor e mais preparado neste País. Outro dia me atacaram em Goiás. Depois a imprensa me perguntou se eu tinha padrinhos, e eu disse: ‘Tenho dois padrinhos, Deus e o povo goiano’. Eu tenho certeza Serra, que seus padrinhos também são esses, Deus e o povo brasileiro”. “Vou plagiar Marconi: eu não tenho padrinho nem patrocinador, meu padrinho é Deus e o povo brasileiro”, emendou o presidenciável..
Aos agentes de saúde, Marconi lembrou que, ao lado de Demóstenes e Lúcia Vânia, tem lutado no Senado para regulamentar a profissão. “Eu, Demóstenes e Lúcia estamos ajudando a regulamentar a profissão de vocês no Senado. Os 25% a que vocês têm direito, vou atender se for eleito”, afirmou. A presidente da Federação Goiana dos Agentes de Saúde, Ruth Brilhante, disse que Marconi foi o único governador que trabalhou por eles. “Marconi, hoje nós não temos nada, nós fomos lesados. Os 25% a que temos direito não chega à nossa categoria, são desviados para outros fins. Estamos trabalhando para o senhor porque foi o único governador que nos ajudou, os outros não fizeram nada”, disse, recebendo aplausos dos agentes de saúde que lotavam o pátio do Comitê Central da Coligação Goiás Quer Mais.
Em entrevista coletiva à imprensa, Marconi comentou a importância da visita de Serra. “É uma visita que nos deixa muito contentes. Serra sempre demonstrou muito apreço por Goiás, por mim, pela Lúcia Vânia, por Demóstenes e pelo povo goiano. Eu fico feliz de vê-lo animado, falando de projetos para o futuro do Brasil e, principalmente, se comprometendo com o nosso Estado”, disse.
O presidenciável aproveitou o momento para criticar a candidata do PT, Dilma Rousseff, e o presidente Lula (PT) afirmando que “ninguém governa na garupa”. Serra usou o exemplo do candidato a deputado federal Paulo Maluf (PP), lembrando a época em que ele utilizou o prestígio que tinha para eleger prefeito da capital paulista Celso Pitta. “Ninguém governa da garupa. Se outro quiser mandar em quem foi eleito sai briga em quinze dias. Na cidade de São Paulo teve isso. Quando Maluf era prefeito, inventou um candidato, o Pitta. Chegou a ir na televisão e dizer: se Pitta não for bem nunca mais votem em mim. O Pitta entrou e em dois meses estava brigado com ele, foi uma tragédia para a cidade de São Paulo”, lembrou. Dando continuidade às críticas, Serra definiu-se como “um envelope aberto, que todos podem olhar, e que outro lado tem um envelope fechado que não se sabe o que tem dentro”, sugerindo que a história de Dilma é escondida pela própria candidata e por Lula.
“Minha história é conhecida. Eu não tranquei no cofre nenhum momento da minha vida, está tudo exposto. Eu não preciso que outros digam o que eu fiz, porque as pessoas sabem o que eu fiz. Eu não preciso que outros escondam meus erros. Todo mundo sabe o que eu fiz e o que eu deixei de fazer.”
Serra lembrou aos presentes que já foi testado na vida pública em praticamente todos os cargos, está na vida pública há muitos anos e já provou que soube fazer um bom trabalho, principalmente na área da saúde.
“Quando entrei no ministério tinha cerca de 1.500 equipes de saúde da família e 50 mil agentes comunitários. Quando saí tinha dez vezes mais equipes de saúde da família e três vezes mais agentes comunitários. Como ministro encaminhei a primeira lei que reconheceu a profissão dos agentes de saúde. Agora eu apoio e vou transformar a emenda constitucional que fixa uma remuneração mínima para os agentes de saúde”, declarou sob aplausos.
O presidenciável voltou a tratar do problema do aeroporto e a anunciou que, se eleito, construirá o metrô de Goiânia entre outros projetos. “Na Presidência vou ser amigo de Goiás. Marconi me diz sempre, aqui em Goiânia é uma vergonha o estado do aeroporto, é o que está em pior situação no Brasil. E não custa muito, não. No entanto, empreitaram o aeroporto. Metrô em Goiânia, que precisa tanto, vamos trazer sim. Vamos trazer o anel viário que Goiânia precisa, esticar a Norte-Sul até São Paulo. Vamos fazer em Anápolis um terminal de cargas, um viaduto que necessita e vamos duplicar a BR-060 até Mato Grosso. Isso se chama emprego, desenvolvimento”, ressaltou.
Marconi, por sua vez, afirmou ao candidato que ele e os senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB) têm levado a bandeira de Serra em Goiás contra tudo e contra todos. O senador fez menção à visita do presidente Lula a Valparaíso na semana passada, ocasião em que foi alvo de pesadas críticas, e afirmou que, ao contrário dos adversários, não tem padrinhos políticos. “Temos levantado sua bandeira aqui contra tudo e contra todos, porque você representa o que há de melhor e mais preparado neste País. Outro dia me atacaram em Goiás. Depois a imprensa me perguntou se eu tinha padrinhos, e eu disse: ‘Tenho dois padrinhos, Deus e o povo goiano’. Eu tenho certeza Serra, que seus padrinhos também são esses, Deus e o povo brasileiro”. “Vou plagiar Marconi: eu não tenho padrinho nem patrocinador, meu padrinho é Deus e o povo brasileiro”, emendou o presidenciável..
Aos agentes de saúde, Marconi lembrou que, ao lado de Demóstenes e Lúcia Vânia, tem lutado no Senado para regulamentar a profissão. “Eu, Demóstenes e Lúcia estamos ajudando a regulamentar a profissão de vocês no Senado. Os 25% a que vocês têm direito, vou atender se for eleito”, afirmou. A presidente da Federação Goiana dos Agentes de Saúde, Ruth Brilhante, disse que Marconi foi o único governador que trabalhou por eles. “Marconi, hoje nós não temos nada, nós fomos lesados. Os 25% a que temos direito não chega à nossa categoria, são desviados para outros fins. Estamos trabalhando para o senhor porque foi o único governador que nos ajudou, os outros não fizeram nada”, disse, recebendo aplausos dos agentes de saúde que lotavam o pátio do Comitê Central da Coligação Goiás Quer Mais.
Em entrevista coletiva à imprensa, Marconi comentou a importância da visita de Serra. “É uma visita que nos deixa muito contentes. Serra sempre demonstrou muito apreço por Goiás, por mim, pela Lúcia Vânia, por Demóstenes e pelo povo goiano. Eu fico feliz de vê-lo animado, falando de projetos para o futuro do Brasil e, principalmente, se comprometendo com o nosso Estado”, disse.
Marconi recebe apoios no Médio Araguaia
As carreatas que passaram ontem (domingo 12) pelo Médio Araguaia, em Doverlândia, Caiapônia, Piranhas e Aragarças, trouxeram ao candidato ao governo do Estado pela Coligação Goiás Quer Mais, senador Marconi Perillo (PSDB), apoio também de políticos de partidos da oposição. Eles justificaram sua decisão com o respaldo dado por Marconi Perillo a cada município da região e aos moradores durante os períodos em que governou o Estado.
Em Doverlândia, o prefeito Gaspar Alves disse que a cada dia aumenta o número de apoios a Marconi no município. Gaspar estima que pelo menos 70% do eleitorado de Doverlândia está com Marconi. “Estamos nos surpreendendo a cada dia com o número de pessoas que passam a apoiar Marconi em Doverlândia. Com esta visita de hoje de Marconi, então, alcançaremos pelo menos 70% do eleitorado de Doverlândia. Quando Marconi era governador, trouxe a municipalização da saúde doando o prédio do hospital, 240 mil metros de asfalto e mais de cem casas populares, entre outros benefícios, além de ampliar os programas sociais”, lembrou.
O ex-prefeito de Caiapônia Antônio Castro (PMDB) disse que decidiu trabalhar por Marconi devido à falta de democracia no seu partido e pelo fato de o senador ter sido um governador moderno. “Devido à falta de democracia no PMDB, que não dá oportunidades para as outras pessoas, os candidatos são sempre os mesmos, achei que era hora de apoiar um candidato com outro perfil, mais moderno, mais arrojado e que realmente fez bem para Goiás. Por essas razões resolvi apoiar Marconi. E eu não quero mais ter um chefe, quero ter um líder. E o Marconi não é chefe de ninguém, é um líder”, afirmou.
O prefeito de Bom Jardim de Goiás, Cleudes Baré (PSDB), que também é presidente da Associação dos Municípios do Médio Araguaia, entidade que engloba 24 municípios, avaliou a aceitação de Marconi nessa região e afirmou que o povo sabe reconhecer os benefícios de Marconi. “Quando foi governador, Marconi deixou um legado de trabalho, de amizade, de confiabilidade. Ele foi companheiro de todos os municípios. De forma inovadora e moderna, fez uma gestão aprovada por todos os goianos. O povo é sábio e sabe reconhecer isso. O povo entende que nos quadros atuais não temos nenhum candidato melhor do que Marconi”, disse. Na condição de presidente, ele afirmou ainda que Marconi é quase unanimidade na região. “Nessa região, sobretudo em Bom Jardim de Goiás, temos a convicção de que Marconi já é quase unanimidade. Nosso candidato costuma dizer que as principais obras dele não estão em concreto, mas no investimento no ser humano. E eu acredito nisso, porque ele deu autoestima e qualidade de vida à população. Tivemos aqui a pavimentação da GO-421, de várias ruas da cidade, um pólo da Universidade Estadual de Goiás (UEG)”, ressaltou.
O vice-prefeito Edson Godozim (PP) disse que apoia Marconi há muito tempo. “Apoio Marconi desde que ele foi candidato a deputado federal, e ele nos ajudou com várias emendas. Desde então, Goiás só teve ganhos com Marconi e com essa coligação. Alguns companheiros do PP que cuspiram no prato em que comeram tentaram atrapalhar a candidatura de Marconi, mas nós vamos mostrar nas urnas que eles não conseguiram isso”, disse. O vereador Willian Gregório (PMDB) afirmou que está cansado da política antiga de seu partido. “Apoio Marconi porque ele é o melhor para Goiás, e nós estamos cansados dessa política de coronelismo do PMDB, que não dá oportunidade para ninguém no partido. Tudo o que Marconi fez por Goiás está sendo refletido agora, e a nossa cidade é 80% Marconi Perillo”, disse. O vereador Divino Alves (PP) disse que o Tempo Novo ainda existe entre políticos do PP e PSDB no município. “Aqui o Tempo Novo continua firme e forte, e nós apoiamos Marconi para valer, estamos trabalhando para que ele vença as eleições ainda no primeiro turno”, declarou.
Em Doverlândia, o prefeito Gaspar Alves disse que a cada dia aumenta o número de apoios a Marconi no município. Gaspar estima que pelo menos 70% do eleitorado de Doverlândia está com Marconi. “Estamos nos surpreendendo a cada dia com o número de pessoas que passam a apoiar Marconi em Doverlândia. Com esta visita de hoje de Marconi, então, alcançaremos pelo menos 70% do eleitorado de Doverlândia. Quando Marconi era governador, trouxe a municipalização da saúde doando o prédio do hospital, 240 mil metros de asfalto e mais de cem casas populares, entre outros benefícios, além de ampliar os programas sociais”, lembrou.
O ex-prefeito de Caiapônia Antônio Castro (PMDB) disse que decidiu trabalhar por Marconi devido à falta de democracia no seu partido e pelo fato de o senador ter sido um governador moderno. “Devido à falta de democracia no PMDB, que não dá oportunidades para as outras pessoas, os candidatos são sempre os mesmos, achei que era hora de apoiar um candidato com outro perfil, mais moderno, mais arrojado e que realmente fez bem para Goiás. Por essas razões resolvi apoiar Marconi. E eu não quero mais ter um chefe, quero ter um líder. E o Marconi não é chefe de ninguém, é um líder”, afirmou.
O prefeito de Bom Jardim de Goiás, Cleudes Baré (PSDB), que também é presidente da Associação dos Municípios do Médio Araguaia, entidade que engloba 24 municípios, avaliou a aceitação de Marconi nessa região e afirmou que o povo sabe reconhecer os benefícios de Marconi. “Quando foi governador, Marconi deixou um legado de trabalho, de amizade, de confiabilidade. Ele foi companheiro de todos os municípios. De forma inovadora e moderna, fez uma gestão aprovada por todos os goianos. O povo é sábio e sabe reconhecer isso. O povo entende que nos quadros atuais não temos nenhum candidato melhor do que Marconi”, disse. Na condição de presidente, ele afirmou ainda que Marconi é quase unanimidade na região. “Nessa região, sobretudo em Bom Jardim de Goiás, temos a convicção de que Marconi já é quase unanimidade. Nosso candidato costuma dizer que as principais obras dele não estão em concreto, mas no investimento no ser humano. E eu acredito nisso, porque ele deu autoestima e qualidade de vida à população. Tivemos aqui a pavimentação da GO-421, de várias ruas da cidade, um pólo da Universidade Estadual de Goiás (UEG)”, ressaltou.
O vice-prefeito Edson Godozim (PP) disse que apoia Marconi há muito tempo. “Apoio Marconi desde que ele foi candidato a deputado federal, e ele nos ajudou com várias emendas. Desde então, Goiás só teve ganhos com Marconi e com essa coligação. Alguns companheiros do PP que cuspiram no prato em que comeram tentaram atrapalhar a candidatura de Marconi, mas nós vamos mostrar nas urnas que eles não conseguiram isso”, disse. O vereador Willian Gregório (PMDB) afirmou que está cansado da política antiga de seu partido. “Apoio Marconi porque ele é o melhor para Goiás, e nós estamos cansados dessa política de coronelismo do PMDB, que não dá oportunidade para ninguém no partido. Tudo o que Marconi fez por Goiás está sendo refletido agora, e a nossa cidade é 80% Marconi Perillo”, disse. O vereador Divino Alves (PP) disse que o Tempo Novo ainda existe entre políticos do PP e PSDB no município. “Aqui o Tempo Novo continua firme e forte, e nós apoiamos Marconi para valer, estamos trabalhando para que ele vença as eleições ainda no primeiro turno”, declarou.
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