No ar, Paulo Beringhs pede demissão e denuncia censura na TV Brasil Central
Jornalista diz que Jorcelino Braga e grupo de Iris impuseram mordaça aos jornalistas da estatal, que é gerida pela Agecom
21 de Outubro de 2010
Por: Alexandre Bittencourt/Editor de Política
Os telespectadores da Televisão Brasil Central (TBC) foram tomados de súbito no final da noite de ontem com um ato inesperado do jornalista Paulo Beringhs. Ao vivo, no momento em que encerrava o telejornal que apresenta diariamente, Paulo se declarou vítima de censura política praticada pela Agência Goiana de Comunicação (Agecom), mantenedora da TBC, e pediu demissão. O que desencadeou a crise foi uma queda-de-braço travada nos bastidores da tevê desde que o jornalista avisou, há dois dias, que levaria o candidato a governo pela coligação Goiás Quer Mais, Marconi Perillo (PSDB), para uma entrevista no programa que deveria ir ao ar hoje. A Agecom queria impedi-la de ocorrer.
Paulo estava a apresentar o programa ao vivo, no meio da bancada. O senador Demóstenes Torres (DEM) estava à sua esquerda e o jornalista Cléber Ferreira, à direita. O apresentador interrompeu a entrevista e começou a dizer que a equipe da TV Brasil Central estava sob censura. "Nós estamos sob intervenção. O nosso jornalismo passa a não ter liberdade como a gente teve até agora, o que é uma coisa que eu lamento muito". O jornalista afirmou que havia a ordem para que ele não recebesse Marconi no programa de hoje, o que lamentava muito, e deu nome aos responsáveis pela mordaça. "Eu lamento demais esta postura do senhor Jorcelino Braga (ex-secretário da Fazenda) e do grupo de Iris Rezende, que tem tradição em censurar a imprensa".
Minutos depois de pedir demissão, Paulo relatou ao Diário da Manhã os episódios ocorridos na véspera que foram determinantes em sua decisão. No telejornal de terça-feira, o jornalista comunicou aos telespectadores que o entrevistado do programa de ontem seria Demóstenes, e o de hoje, Marconi. Na quarta-feira, o presidente da Agecom, Marcus Vinícius Faria Felipe, procurou o diretor comercial da empresa, Fernando Dib, e mandou o recado: Paulo teria duas opções. A primeira, já bastante absurda, era insistir na entrevista com Ma rconi e correr o risco de ter a exibição do programa cortada ao vivo.
A segunda opção era ainda mais escandalosa: desistir da entrevista com o candidato do PSDB, e ainda assim, ser obrigado a conviver com interventores nomeados por Marcus Vinícius em sua redação e no seu estúdio, que não funcionam nas dependências da Agecom. Fontes do governo informaram Paulo que o presidente da agência estava disposto a indicar dois jornalistas de sua estrita confiança para acompanhar a produção do telejornal, e que hoje fazem parte dos quadros da Rádio 730: Altair Tavares e Eduardo Horácio.
“Por coincidência, estes dois trabalham no órgão de comunicação mais alinhado aos interesses do governo entre todos de Goiás. Quer dizer, este foi claramente um ato de ingerência no sentido de beneficiar a candidatura de Iris Rezende (PMDB), que é apoiada por Alcides", acusa Paulo. Ontem, durante o desabafo feito no final do programa, o jornalista revelou que antes mesmo deste dia decisivo, quand o deveria ocorrer a entrevista com Marconi, já havia um emissário do presidente da Agecom na sua redação - o jornalista Cléber Ferreira.
Paulo – Você sabe (por que está aqui). Mas eu quero preservar você, Cléber, em respeito à nossa amizade.
(Cléber) – Não...
(Paulo) – Você sabe, você sabe exatamente o que aconteceu. Você esteve comigo e sabe exatamente o que aconteceu. Garanta o seu emprego que eu garanto a minha dignidade. Boa noite.
Após o programa, Paulo Beringhs ressaltou que segue amigo de Cléber, e que não o culpa ou se sente magoado com ele por conta do episódio. "Não tenho nada contra o Cléber, mas sei que ele foi usado. Sou amigo dele e reconheço a sua capacidade profissional, só que neste episódio devo dizer que ele foi usado", diz Paulo.
O agora ex-apresentador da TBC pede que o texto do DM deixe claro que a decisão de entrevistar Marconi não foi tomada de forma arbitrária e desigual para Iris, como teria insinuado o presidente da Agecom na conversa com Fernando Dib. Ocorre que, por meio de correspondência, a produção do programa convidou a assessoria dos dois candidatos que disputam o segundo turno e as convidou para reunião que definiria a ordem das entrevistas. A equipe de Iris não compareceu, e Paulo teria insistido no convite por meio dos assessores de campanha Filemon Pereira e Macloys Aquino, ambos jornalistas. O apresentador conta que, ainda assim, não houve feedback por parte do staff do PMDB. Como a equipe do PSDB havia manifestado interesse em ocupar o espaço oferecido, a entrevista foi agendada para hoje, dia 21.
“Fiquei decepcionado ao perceber que Marcus Vinícius, com quem eu nunca consegui conversar, não teve a coragem de expor as suas opiniões para mim. Ficou mandando recadinho”, reclama Paulo. “Estou em Goiás há 35 anos, e tenho 46 de profissão. Todos sabem que, sempre que levo um político de um partido, levo também de outro. Quando há três correntes políticas, levo as três para o programa. Todos sabem que me pauto pelo equilíbrio e que primo pelo jornalismo verdade, e nós sabemos que a vida de jornalista é cheia de probleminhas, que a gente vai contornando. Mas, desta vez, ficou insustentável”.
Paulo tem convicção de que Braga está por trás da decisão de censurar o seu programa e impor a nomeação de interventores através do seu braço direito, o presidente da Agecom. "A todo momento, desde que comecei na Brasil Central, ele sempre pediu a minha cabeça. Achava um absurdo que eu continuasse no ar sem pedir votos para os candidatos dele. Mas não peço e nunca vou pedir voto para ninguém no ar. Tenho idade e história para exigir respeito deste senhor, que tem uma vida completamente alheia ao jornalismo e me impos toda sorte de chantagens financeiras, políticas e emocionais”.
Pelo Twitter, ontem, o presidente da Agecom negou as acusações. “Não houve ordem alguma. Marconi já havia sido entrevistado, então cadê a censura? A TBC é estatal, pública e demo crática”, afirmou Marcus Vinícius.
UTI
Enquanto conversava com a reportagem por DM por telefone, Paulo abriu a sua caixa de e-mails em um dos computadores de seu estúdio. A conta, segundo o apresentador, estava lotada de mensagens de apoio e solidariedade à sua decisão. Emocionado, ele contou que a pressão financeira imposta sobre o seu programa pelo ex-secretário Braga (hoje marqueteiro do PMDB) impôs a severos danos à sua saúde.
"Sabe, tirei um peso enorme de mim. Nos últimos dias eu estava me sentindo mal. Até parei em hospital com stress, arritmia. Foram três dias na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). De modo que não havia outra decisão a tomar".
Paulo, que tem o hábito de se reunir com a família aos domingos, tentou ao máximo expor o problema de ordem política e financeira que estava vivendo, e que aos poucos deu pistas das dificuldades que estava a enfrentar. "Logo todos perceberam o que havia, e foram muito solidários comigo. Eu s oube até que hoje (ontem), assim que viu o meu pedido de demissão, meu sobrinho-neto de 12 anos vibrou em casa, comemorou a minha atitude. Não há recompensa melhor do que esta".
Ojornalista continua a apresentar o programa que tem todo domingo, às 23h30, na TV Goiânia. Neste programa, ele entrevista personalidades do mundo político do Estado. “Espero que lá também não haja a censura que eu sofri na TBC”, afirma.
Mordaça é “um tapa na cara da democracia”, diz Túlio Isac
O deputado Túlio Isac (PSDB) classificou como “um tapa na cara da democracia” o ato de censura sofrido pelo jornalista e amigo Paulo Beringhs. O parlamentar tem conhecimento de causa para comentar o episódio, pois em agosto deste ano teve seu programa, o “Cidade Esperança”, tirado subitamente da grade de programação da TBC.
“É uma vergonha o que aconteceu”, protesta o deputado tucano. Ele alerta os veículos de imprensa e indignado faz um apelo. “Temos que tomar alguma atitude. Os veículos de imprensa precisam ser solidários. Pode ser o início de uma ditadura”, afirmou. Túlio Isac informou que estava assistindo ao programa de Paulo Beringhs quando viu o protesto do jornalista. “Liguei para o Paulo e ele estava emocionado. Estava chocado com o que aconteceu”, contau o deputado.
O programa “Cidade Esperança” foi tirado do ar em agosto. Túlio afirma que foi vítima de retaliação por não ter votado a favor da provação do empréstimo da Celg em sessão na Assembl eia Legislativa. “Fui tirado do ar. Não consegui despedir dos meus telespectadores”. O deputado faz questão de ressaltar que sua dívida com a Agecom está em dia. “O Marcus Vinicius (presidente da Agecom) nunca me ligou”, afirma.
O jornalista Paulo Beringhs afirmou no encerramento de seu telejornal que o ex-secretário da Fazenda Jorcelino Braga teria proibido a presença de Marconi no programa. Túlio Isac diz que Braga está sendo movido pelo ódio. “É o espírito de vingança contra o Marconi. Não sei qual o poder mágico que Braga tem sobre o governador Alcides”.
DEMISSÃO CAUSA ALVOROÇO NA INTERNET
O tópico “Beringhs” alcançou a sexta colocação entre os assuntos mais comentados entre usuários brasileiros do Twitter na noite de ontem
O pedido de demissão de Paulo Beringhs na TBC repercutiu imediatamente na internet. No início desta madrugada, o nome do jornalista estava entre os assuntos mais comentados pelos usuários do Twitter no Brasil. A tag “Beringhs” estava em 6º no Trending Tropics Brasil, que mostra em tempo real quais os assuntos mais comentados no microblog. A maioria dos usuários prestavam solidariedade ao jornalista e condenavam o ato censura que fez com que Paulo Beringhs pedisse demissão em seu programa. Veja algumas manifestações registradas.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Ataques de Lula a Marconi Perillo
Alvo dos ataques falaciosos que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez durante visita a Goiânia na terça-feira (19), acompanhando a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) em comício no Jardim Curitiba, o candidato ao governo do Estado Marconi Perillo (PSDB) respondeu ontem em Anápolis (quarta-feira 20) as agressões do presidente da República de forma tranquila, afirmando que ele não deveria “tratar adversários como inimigos”. Marconi disse que Lula cometeu injustiças, como em relação à Ferrovia Norte-Sul, ao afirmar que ele “não colocou nenhum trilho na ferrovia”.
Marconi disse em Anápolis, antes de dar início a uma caminhada na região central da cidade, que a dedicação à campanha o impede de se preocupar com intrigas. “Estou tão preocupado com minha campanha, com os projetos que tenho para Goiás, que não tenho dado muita atenção a esse tipo de futrica. Lamento que o mais alto magistrado da Nação desça do seu pedestal, da sua função de chefe do Estado para se imiscuir em atividades políticas. Acho que o presidente tem tantos afazeres que não deveria eleger adversários como inimigos. A oposição deve ser tratada como adversária, não como inimiga. Acho que ele cometeu algumas injustiças e acabou falando o que não deveria falar porque às vezes foi utilizado por terceiros para me atacar e me agredir”, afirmou.
Marconi disse que “a melhor resposta aos ataques é o trabalho”, e lembrou o quanto colaborou com o presidente Lula ao criar programas sociais que inspiraram o Bolsa Família e o ProUni. Marconi aludiu ainda à denúncia do mensalão, feita por ele ao próprio presidente, e à votação contra a CPMF. “A resposta que eu dou é com trabalho. Colaborei muito com o Brasil ao votar contra a CPMF, um imposto injusto para os pobres, ao denunciar a existência do mensalão, ao sugerir a criação do Bolsa Família, com a junção dos programas sociais do Fernando Henrique (ex-presidente, PSDB), e ao sugerir a criação do ProUni a partir da experiência do Bolsa Universitária”, lembrou.
Sobre a Ferrovia Norte-Sul, o tucano afirmou que, como senador, aprovou emenda que destinava R$ 360 milhões para a conclusão das obras. “Em relação à Ferrovia Norte-Sul eu coloquei como emendas, aprovei como presidente da Comissão de Infraestrutura e aprovei como senador da República R$ 360 milhões, que foram usados para a continuidade das obras. Portanto, eu fiz muito. Acho que não coloquei um só trilho, mas milhares de trilhos na Ferrovia Norte-Sul, como senador da República, olhando para os interesses do nosso Estado. Quanto ao mais, vamos buscar reparação na Justiça”, afirmou.
Anápolis
Em caminhada pelo centro de Anápolis, acompanhado por centenas de pessoas e visitando os estabelecimentos comerciais Marconi falou sobre a campanha e aproveitou para agradecer o carinho com que tem sido recebido pela cidade que lhe deu 65% dos votos do município. “Estou feliz com a receptividade e a acolhida que tenho sempre em Anápolis. Já falei muito dos projetos e compromissos que temos para Anápolis e quero agradecer ao povo que me deu uma grande votação, agradecer por confiar em mim”, disse. Marconi falou também sobre a satisfação em receber hoje (quinta-feira 21) o senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) e anunciou a visita do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alkmin, para o próximo sábado, além do governador eleito do Paraná, Beto Richa, para a próxima semana.
“Quero falar da minha satisfação em receber o ex-governador e senador eleito Aécio Neves, uma das maiores lideranças do País, para a inauguração do nosso comitê conjunto com Serra. No sábado vamos receber a visita do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alkmin, que vem trazer sua solidariedade à nossa candidatura, e na terça-feira próxima também está confirmada a presença do governador do Paraná, Beto Richa. Essas manifestações de carinho estão cada vez mais encorpando a nossa campanha”, declarou.
O governadoriável discutiu sobre sua campanha no rádio e televisão, afirmando que tem respeitado o adversário e que o povo goiano não quer assistir a baixarias. “Na minha campanha em rádio e TV não tenho me preocupado com o adversário. Tenho respeitado o adversário e, principalmente, tenho respeitado o povo, que não quer baixaria em campanha mas uma com propostas que visem o futuro do nosso Estado”, disse.
A massoterapeuta Bertulina Maciel abraçou Marconi e explicou por que sempre votou nele. “A primeira vez que votei em Marconi foi só porque ele era muito simpático com as pessoas, ouvia o que as pessoas tinham a dizer para ele e escutava até conselhos. Hoje voto porque presenciei os dois governos dele e vi que não houve melhor governador para Goiás. Um governador que se preocupou com todas as áreas”, disse. Durante a caminhada, Aluísio Rodrigues, policial militar, agradeceu a Marconi o tratamento que deu à Polícia e disse que em seus governos os policiais recebiam o salário de férias adiantado: “Na época do Marconi nós recebíamos o salário das férias adiantado e hoje recebemos atrasado, depois que já entramos de férias. Ele foi o melhor governador que já existiu para a polícia”, disse.
Marconi disse em Anápolis, antes de dar início a uma caminhada na região central da cidade, que a dedicação à campanha o impede de se preocupar com intrigas. “Estou tão preocupado com minha campanha, com os projetos que tenho para Goiás, que não tenho dado muita atenção a esse tipo de futrica. Lamento que o mais alto magistrado da Nação desça do seu pedestal, da sua função de chefe do Estado para se imiscuir em atividades políticas. Acho que o presidente tem tantos afazeres que não deveria eleger adversários como inimigos. A oposição deve ser tratada como adversária, não como inimiga. Acho que ele cometeu algumas injustiças e acabou falando o que não deveria falar porque às vezes foi utilizado por terceiros para me atacar e me agredir”, afirmou.
Marconi disse que “a melhor resposta aos ataques é o trabalho”, e lembrou o quanto colaborou com o presidente Lula ao criar programas sociais que inspiraram o Bolsa Família e o ProUni. Marconi aludiu ainda à denúncia do mensalão, feita por ele ao próprio presidente, e à votação contra a CPMF. “A resposta que eu dou é com trabalho. Colaborei muito com o Brasil ao votar contra a CPMF, um imposto injusto para os pobres, ao denunciar a existência do mensalão, ao sugerir a criação do Bolsa Família, com a junção dos programas sociais do Fernando Henrique (ex-presidente, PSDB), e ao sugerir a criação do ProUni a partir da experiência do Bolsa Universitária”, lembrou.
Sobre a Ferrovia Norte-Sul, o tucano afirmou que, como senador, aprovou emenda que destinava R$ 360 milhões para a conclusão das obras. “Em relação à Ferrovia Norte-Sul eu coloquei como emendas, aprovei como presidente da Comissão de Infraestrutura e aprovei como senador da República R$ 360 milhões, que foram usados para a continuidade das obras. Portanto, eu fiz muito. Acho que não coloquei um só trilho, mas milhares de trilhos na Ferrovia Norte-Sul, como senador da República, olhando para os interesses do nosso Estado. Quanto ao mais, vamos buscar reparação na Justiça”, afirmou.
Anápolis
Em caminhada pelo centro de Anápolis, acompanhado por centenas de pessoas e visitando os estabelecimentos comerciais Marconi falou sobre a campanha e aproveitou para agradecer o carinho com que tem sido recebido pela cidade que lhe deu 65% dos votos do município. “Estou feliz com a receptividade e a acolhida que tenho sempre em Anápolis. Já falei muito dos projetos e compromissos que temos para Anápolis e quero agradecer ao povo que me deu uma grande votação, agradecer por confiar em mim”, disse. Marconi falou também sobre a satisfação em receber hoje (quinta-feira 21) o senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) e anunciou a visita do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alkmin, para o próximo sábado, além do governador eleito do Paraná, Beto Richa, para a próxima semana.
“Quero falar da minha satisfação em receber o ex-governador e senador eleito Aécio Neves, uma das maiores lideranças do País, para a inauguração do nosso comitê conjunto com Serra. No sábado vamos receber a visita do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alkmin, que vem trazer sua solidariedade à nossa candidatura, e na terça-feira próxima também está confirmada a presença do governador do Paraná, Beto Richa. Essas manifestações de carinho estão cada vez mais encorpando a nossa campanha”, declarou.
O governadoriável discutiu sobre sua campanha no rádio e televisão, afirmando que tem respeitado o adversário e que o povo goiano não quer assistir a baixarias. “Na minha campanha em rádio e TV não tenho me preocupado com o adversário. Tenho respeitado o adversário e, principalmente, tenho respeitado o povo, que não quer baixaria em campanha mas uma com propostas que visem o futuro do nosso Estado”, disse.
A massoterapeuta Bertulina Maciel abraçou Marconi e explicou por que sempre votou nele. “A primeira vez que votei em Marconi foi só porque ele era muito simpático com as pessoas, ouvia o que as pessoas tinham a dizer para ele e escutava até conselhos. Hoje voto porque presenciei os dois governos dele e vi que não houve melhor governador para Goiás. Um governador que se preocupou com todas as áreas”, disse. Durante a caminhada, Aluísio Rodrigues, policial militar, agradeceu a Marconi o tratamento que deu à Polícia e disse que em seus governos os policiais recebiam o salário de férias adiantado: “Na época do Marconi nós recebíamos o salário das férias adiantado e hoje recebemos atrasado, depois que já entramos de férias. Ele foi o melhor governador que já existiu para a polícia”, disse.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Nota à Imprensa Coligação Goiás Quer Mais - Marconi Perillo
O desespero diante do quadro eleitoral adverso fez a campanha de Iris Rezende realizar ontem uma manobra agressiva, desleal e desrespeitosa em relação ao povo de Goiás.
O candidato Iris Rezende destilou pela boca do presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma séria de inverdades sobre a Companhia Energética de Goiás (Celg), a construção da Ferrovia Norte–Sul e o senador Marconi Perillo.
Falou-se ontem, no calor do comício, sobre R$ 1 bilhão que teriam sido subtraídos da Celg. Isto é, claramente, um ato falho. A quantia representa exatamente o volume de recursos levantados com a privatização de Cachoeira Dourada promovida pelo governador Maguito Vilela, do PMDB de Iris.
Como todos sabem, o dinheiro da venda de Cachoeira Dourada foi pulverizado em inúmeras obras inacabadas, num esforço fracassado de tentar eleger Iris Rezende governador em 1998.
No mais, a imprensa goiana não registra um apoio sequer do candidato Iris à construção da Ferrovia Norte–Sul. Marconi tem legitimidade reconhecida para falar da obra.
O candidato da coligação Goiás Quer Mais é defensor histórico da ferrovia. Em 1987, ao lado do governador Henrique Santillo, Marconi participava de atos em defesa da obra. Quando governador (1999-2005), mostrou-se incansável na luta pela retomada das obras.
Na condição de senador, Marconi sempre colocou recursos no orçamento da União, para dar prosseguimento às obras da ferrovia. Esse trabalho, nos últimos anos, resultou em proposições que alcançam a soma de R$ 360 milhões, que foram liberados, dos quais R$ 300 milhões para o exercício de 2008 e R$ 60 milhões para o exercício de 2009.
Não fica bem ao presidente fazer denúncias, ainda mais sem provas, contra qualquer cidadão. Quanto às ofensas levianas e caluniosas, o senador Marconi adotará todas as medidas legais cabíveis.
Por fim, confiamos em que os ataques caluniosos de Iris por meio de Lula contra Marconi serão respondidos pelo eleitorado goiano no próximo dia 31 de outubro.
Com a palavra, o povo de Goiás.
Coligação Goiás Quer Mais
O candidato Iris Rezende destilou pela boca do presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma séria de inverdades sobre a Companhia Energética de Goiás (Celg), a construção da Ferrovia Norte–Sul e o senador Marconi Perillo.
Falou-se ontem, no calor do comício, sobre R$ 1 bilhão que teriam sido subtraídos da Celg. Isto é, claramente, um ato falho. A quantia representa exatamente o volume de recursos levantados com a privatização de Cachoeira Dourada promovida pelo governador Maguito Vilela, do PMDB de Iris.
Como todos sabem, o dinheiro da venda de Cachoeira Dourada foi pulverizado em inúmeras obras inacabadas, num esforço fracassado de tentar eleger Iris Rezende governador em 1998.
No mais, a imprensa goiana não registra um apoio sequer do candidato Iris à construção da Ferrovia Norte–Sul. Marconi tem legitimidade reconhecida para falar da obra.
O candidato da coligação Goiás Quer Mais é defensor histórico da ferrovia. Em 1987, ao lado do governador Henrique Santillo, Marconi participava de atos em defesa da obra. Quando governador (1999-2005), mostrou-se incansável na luta pela retomada das obras.
Na condição de senador, Marconi sempre colocou recursos no orçamento da União, para dar prosseguimento às obras da ferrovia. Esse trabalho, nos últimos anos, resultou em proposições que alcançam a soma de R$ 360 milhões, que foram liberados, dos quais R$ 300 milhões para o exercício de 2008 e R$ 60 milhões para o exercício de 2009.
Não fica bem ao presidente fazer denúncias, ainda mais sem provas, contra qualquer cidadão. Quanto às ofensas levianas e caluniosas, o senador Marconi adotará todas as medidas legais cabíveis.
Por fim, confiamos em que os ataques caluniosos de Iris por meio de Lula contra Marconi serão respondidos pelo eleitorado goiano no próximo dia 31 de outubro.
Com a palavra, o povo de Goiás.
Coligação Goiás Quer Mais
Marconi diz que próximo governo vai ser o da Educação
Aproximadamente mil gestores, professores e administrativos da Educação de todo o estado de Goiás se reuniram nesta terça, 19, em grande ato de apoio ao candidato Marconi Perillo (PSDB) na sede da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás, na Avenida 85, Setor Serrinha.
Marconi estava acompanhado da deputada e professora Raquel Teixeira (PSDB), ex-secretária estadual de Educação e de Ciência e Tecnologia em seus governos, do deputado estadual Daniel Goulart, presidente estadual do PSDB, do suplente de deputado Afreni Gonçalves (PSDB) e do professor Dalson Borges, ex-subsecretário metropolitano de Educação e várias outras lideranças políticas como prefeitos, ex-prefeitos e secretários municipais de Educação.
“Se no primeiro governo já demos atenção à educação e priorizamos os programas sociais, o próximo governo nosso será o governo da educação, da creche ao ensino superior”, propôs Marconi Perillo.
No encontro, que reuniu representantes das 38 subsecretarias de todo o Estado, o candidato foi ovacionado quando disse que alguns políticos se gabam de apenas fazer asfalto. E que é fácil fazer asfalto, basta contratar uma empreiteira. Para o tucano, asfalto e obras físicas são muito importantes, ele mesmo fez muitas em todos os cantos de Goiás. “Mas governar é construir cidadania, e garantir as bases e as pontes para o futuro”, disse sob gritos e aplausos.
Segundo Marconi, é obrigação do Estado investir em segurança pública, habitação, saúde, saneamento, energia, mas principalmente de investir na qualificação e na formação de crianças e jovens.
O tucano prometeu que vai fazer convênios com as prefeituras para que as mães trabalhadoras tenham creches dia e noite para seus filhos; vai valorizar os professores do ensino fundamental; vai apostar no ensino médio trazendo cursos de formação tecnológica, usando a rede já existente, se necessário contratando professores novos e usando os espaços ociosos e turnos ociosos para os cursos de acordo com a vocação de cada região e a necessidade de mão de obra qualificada para empresas e segmentos;vai cuidar do Plano de Carreira, data base e das perdas salariais dos profissionais da educação. Lembrado pela deputada Raquel, Marconi voltou a garantir que o dinheiro da Educação irá diretamente para o caixa da Educação.
“Vamos ter um piso salarial diferenciado. Nosso piso será acima do piso salarial nacional e será também para os aposentados”.
Marconi também foi muito aplaudido quando disse que não vai construir nada novo enquanto não colocar tudo para funcionar direito, as escolas que precisam de reformas, as que precisam de bibliotecas novas, ou completar as bibliotecas já existentes, completar os laboratórios de informática, de ciências e de línguas.
“Depois, nós vamos concluir as obras já iniciadas. Eu não vou deixar obra iniciada no governo anterior sem concluir por conta de birra política”. Nesse momento alguém gritou “muito bem, Marconi”, e puxou mais aplausos da platéia que ouvia atenta o discurso do candidato que concluiu explicando que solução de continuidade significa desperdício. Ele garantiu também que vai dar autonomia administrativa e financeira para a UEG, completar os equipamentos concluir todas as unidades da UEG que foram abandonadas pelo atual governo (Aparecida de Goiânia, Trindade, Edéia, Inhumas, praticamente nas mesma condições que foram deixadas há quatro anos e meio) e depois construir mais unidades que faltam.
Apoio
“Eu vim aqui para ouvir e para apoiá-lo porque há 30 anos estou na educação e sou testemunha de que Marconi foi o melhor governador que já tivemos”, declarou a diretora Cremilda Rodrigues da Silva, de Piracanjuba. Professora de uma escola na região Noroeste de Goiânia, Maria Vanda de Sousa Castelo há 15 anos trabalha na Educação, e concorda que Marconi foi o melhor governador para os servidores. "Ele é humano, cuida da gente e foi o que pagou os melhores salários. Não vou viajar no feriado e vou pedir para meus colegar que não viagem também para votarmos nele". A pedagoga Luzimere José Santana, de Hidrolândia, há 21 anos na Educação, confirma a opinião dos colegas."Marconi foi o melhor governador, valorizou os profissionais, pagou os salários em dia, deu curso de qualificação".
Uma das organizadoras do ato de apoio, a professora Solange Andrade de Oliveira, de Goiânia, contou que todos os gestores e simpatizantes vieram do interior com recursos próprios. “Muitos viajaram em seus próprios carros e, em outros casos, alugaram ônibus e ratearam as despesas. Fizeram isso porque acreditam em Marconi Perillo".
Para Raquel Teixeira, ato demonstra gratidão e confiança
A deputada Raquel Teixeira (PSDB) avaliou que o evento foi um sucesso absoluto e que o volume de profissionais da educação presentes representa uma retribuição óbvia a Marconi Perillo, pois nenhum governador valorizou professores e servidores administrativos com tamanho cuidado na carreira, formação inicial e formação continuada.
Para a professora Raquel, mais do que o dinheiro que ele canalizou para a educação, a presença em massa também representa a forma carinhosa e respeitosa com que ele vê cada aluno e cada professor. “Marconi, mais do que ninguém, entende o papel transformador do professor, sem o professor para estimular no aluno a capacidade de aprender ninguém vai mudar este Estado. Segundo a parlamentar que é uma catedrática, o século 21 é competitivo, complexo e a educação é a base de emancipação de qualquer grupo sócia, de qualquer estado ou país.
“Marconi como ninguém reconhece isso e é claro que os professores e profissionais da educação como um todo reconhecem isso, porque é genuíno, é espontâneo nele essa valorização. Para Raquel Teixeira, esse foi mais um momento em que os profissionais da educação puderam mostrar a Marconi Perillo a gratidão, o agradecimento e mais que tudo a confiança e a fé no próximo governo que vem por aí.
O encontro desta terça na Adpego foi o terceiro ato de apoio que Marconi recebeu de servidores da Educação. Os dois primeiros foram realizados no primeiro turno por professores de Goiânia e Região Metropolitana e por professores e servidores da UEG.
Marconi estava acompanhado da deputada e professora Raquel Teixeira (PSDB), ex-secretária estadual de Educação e de Ciência e Tecnologia em seus governos, do deputado estadual Daniel Goulart, presidente estadual do PSDB, do suplente de deputado Afreni Gonçalves (PSDB) e do professor Dalson Borges, ex-subsecretário metropolitano de Educação e várias outras lideranças políticas como prefeitos, ex-prefeitos e secretários municipais de Educação.
“Se no primeiro governo já demos atenção à educação e priorizamos os programas sociais, o próximo governo nosso será o governo da educação, da creche ao ensino superior”, propôs Marconi Perillo.
No encontro, que reuniu representantes das 38 subsecretarias de todo o Estado, o candidato foi ovacionado quando disse que alguns políticos se gabam de apenas fazer asfalto. E que é fácil fazer asfalto, basta contratar uma empreiteira. Para o tucano, asfalto e obras físicas são muito importantes, ele mesmo fez muitas em todos os cantos de Goiás. “Mas governar é construir cidadania, e garantir as bases e as pontes para o futuro”, disse sob gritos e aplausos.
Segundo Marconi, é obrigação do Estado investir em segurança pública, habitação, saúde, saneamento, energia, mas principalmente de investir na qualificação e na formação de crianças e jovens.
O tucano prometeu que vai fazer convênios com as prefeituras para que as mães trabalhadoras tenham creches dia e noite para seus filhos; vai valorizar os professores do ensino fundamental; vai apostar no ensino médio trazendo cursos de formação tecnológica, usando a rede já existente, se necessário contratando professores novos e usando os espaços ociosos e turnos ociosos para os cursos de acordo com a vocação de cada região e a necessidade de mão de obra qualificada para empresas e segmentos;vai cuidar do Plano de Carreira, data base e das perdas salariais dos profissionais da educação. Lembrado pela deputada Raquel, Marconi voltou a garantir que o dinheiro da Educação irá diretamente para o caixa da Educação.
“Vamos ter um piso salarial diferenciado. Nosso piso será acima do piso salarial nacional e será também para os aposentados”.
Marconi também foi muito aplaudido quando disse que não vai construir nada novo enquanto não colocar tudo para funcionar direito, as escolas que precisam de reformas, as que precisam de bibliotecas novas, ou completar as bibliotecas já existentes, completar os laboratórios de informática, de ciências e de línguas.
“Depois, nós vamos concluir as obras já iniciadas. Eu não vou deixar obra iniciada no governo anterior sem concluir por conta de birra política”. Nesse momento alguém gritou “muito bem, Marconi”, e puxou mais aplausos da platéia que ouvia atenta o discurso do candidato que concluiu explicando que solução de continuidade significa desperdício. Ele garantiu também que vai dar autonomia administrativa e financeira para a UEG, completar os equipamentos concluir todas as unidades da UEG que foram abandonadas pelo atual governo (Aparecida de Goiânia, Trindade, Edéia, Inhumas, praticamente nas mesma condições que foram deixadas há quatro anos e meio) e depois construir mais unidades que faltam.
Apoio
“Eu vim aqui para ouvir e para apoiá-lo porque há 30 anos estou na educação e sou testemunha de que Marconi foi o melhor governador que já tivemos”, declarou a diretora Cremilda Rodrigues da Silva, de Piracanjuba. Professora de uma escola na região Noroeste de Goiânia, Maria Vanda de Sousa Castelo há 15 anos trabalha na Educação, e concorda que Marconi foi o melhor governador para os servidores. "Ele é humano, cuida da gente e foi o que pagou os melhores salários. Não vou viajar no feriado e vou pedir para meus colegar que não viagem também para votarmos nele". A pedagoga Luzimere José Santana, de Hidrolândia, há 21 anos na Educação, confirma a opinião dos colegas."Marconi foi o melhor governador, valorizou os profissionais, pagou os salários em dia, deu curso de qualificação".
Uma das organizadoras do ato de apoio, a professora Solange Andrade de Oliveira, de Goiânia, contou que todos os gestores e simpatizantes vieram do interior com recursos próprios. “Muitos viajaram em seus próprios carros e, em outros casos, alugaram ônibus e ratearam as despesas. Fizeram isso porque acreditam em Marconi Perillo".
Para Raquel Teixeira, ato demonstra gratidão e confiança
A deputada Raquel Teixeira (PSDB) avaliou que o evento foi um sucesso absoluto e que o volume de profissionais da educação presentes representa uma retribuição óbvia a Marconi Perillo, pois nenhum governador valorizou professores e servidores administrativos com tamanho cuidado na carreira, formação inicial e formação continuada.
Para a professora Raquel, mais do que o dinheiro que ele canalizou para a educação, a presença em massa também representa a forma carinhosa e respeitosa com que ele vê cada aluno e cada professor. “Marconi, mais do que ninguém, entende o papel transformador do professor, sem o professor para estimular no aluno a capacidade de aprender ninguém vai mudar este Estado. Segundo a parlamentar que é uma catedrática, o século 21 é competitivo, complexo e a educação é a base de emancipação de qualquer grupo sócia, de qualquer estado ou país.
“Marconi como ninguém reconhece isso e é claro que os professores e profissionais da educação como um todo reconhecem isso, porque é genuíno, é espontâneo nele essa valorização. Para Raquel Teixeira, esse foi mais um momento em que os profissionais da educação puderam mostrar a Marconi Perillo a gratidão, o agradecimento e mais que tudo a confiança e a fé no próximo governo que vem por aí.
O encontro desta terça na Adpego foi o terceiro ato de apoio que Marconi recebeu de servidores da Educação. Os dois primeiros foram realizados no primeiro turno por professores de Goiânia e Região Metropolitana e por professores e servidores da UEG.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Francisco e seus filhos apoiam Marconi Perillo
A família da dupla Zezé di Camargo & Luciano fez um almoço em homenagem ao candidato a governador Marconi Perillo (PSDB), nesta segunda, 18, no apartamento dos pais dos cantores sertanejos, no Setor Bueno, em Goiânia.
Acompanhado de sua esposa, Valéria, e do deputado federal reeleito Carlos Alberto Lereia (PSDB), Marconi Perillo foi recebido com carinho por seu Francisco e dona Helena e por quatro irmãos e duas cunhadas da dupla – Emanoel e Gláucia, Wellington e Kátia, além dos irmãos Walter e Marlene e pelo amigo da família Maílson.
Já na porta de entrada principal do espaçoso apartamento, um cartaz com a fotografia do candidato tucano e vários adesivos com o número 45 deixavam claro a opção daquela família. “É Marconi Perillo governador, ele é nosso amigo, um rapaz jovem e trabalhador que ainda vai fazer muito por este Estado”, declarou Francisco Camargo.
Em 2005, a história da vida, da família e da carreira da dupla foi contada no filme 2 Filhos de Francisco. Foi quando seu Francisco, dona Helena e os demais irmãos se tornaram conhecidos. O filme quebrou recordes de bilheteria no Brasil, sendo assistido por mais de 5 milhões de pessoas.
“A gente tem uma amizade de bastante tempo, conhecemos o trabalho de Marconi, sabemos que ele fez um bom trabalho em dois mandatos. Nós confiamos nele”, disse dona Helena Camargo. Segundo ela, na época do sequestro de Wellington Camargo (o irmão dos sertanejos ficou 94 dias em cativeiro no final de 1998/1999), Marconi deu bastante força e apoio para a família. “A gente tem de ser amigo para todas as horas”, disse ela.
O cantor e ex-deputado estadual Wellington Camargo ressaltou o trabalho de Marconi Perillo como governador que criou obras importantíssimas como a Estação de Tratamento de Esgotos em Goiânia (ETE) e o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), fundamental para a reabilitação de pessoas como ele portadoras de necessidades especiais.
“Nós resolvemos colocar o nome da família Camargo à disposição do senador Marconi no que for preciso para que possamos dar continuidade ao progresso no estado de Goiás”, disse Wellington.
Para Marconi, o apoio dos filhos de Francisco, dele e de dona Helena representa muito por causa da relação de amizade antiga com todos. “Eles formam uma família que nos inspira muito, que acreditou no potencial do Zezé e do Luciano, mas que trabalhou muito para chegar onde chegou. Eles são um exemplo de persistência, de idealismo e de amor a uma causa, de amor a Goiás”.
A amizade é confirmada pelo patriarca: “Nós estamos juntos com Marconi desde que ele se candidatou no primeiro pleito. E lá na fazenda tá todo mundo vestido com a camiseta dele”, contou seu Francisco. “Eu fico muito feliz de ser recebido aqui com minha esposa na casa de dona Helena e de seu Francisco. Isso me enche de responsabilidade porque eu sei que eles não entram em qualquer projeto político, só entram quando acreditam para valer”, disse Marconi.
Toda a família Camargo gravou depoimentos para o programa eleitoral do candidato tucano e trechos do jingle com a adaptação da música É o amor. Marconi Perillo e Valéria Perillo também afinaram a voz e arriscaram cantar a primeira parte do jingle para o programa de televisão junto com Dona Helena: “É Marconi/ que pede licença de novo com fé e paixão/ que faz o futuro chegar quando entra em ação/ Goiás é Marconi, é cabeça, é coração.”
Durante o almoço preparado por um buffet local, em que foram servidos risoto do cerrado, filé e peixe, houve uma conversa leve sobre os programas eleitorais, sobre Pirenópolis ( a terra dos Camargo e de Valéria Perillo) sobre família e crianças.
O assunto também foi o novo jingle da campanha de Marconi, adaptação do megassucesso da dupla É o amor que está fazendo o maior sucesso na campanha. Segundo Marconi Perillo, a idéia foi do marqueteiro Paulo de Tarso. A consulta foi feita a Emanuel, irmão e presidente do grupo Penta, que cuida dos interesses da dupla. “Ele telefonou para os irmãos, que concordaram imediatamente e o jingle virou esse sucesso que emociona a todos”, disse Marconi.
Marconi lembrou que Zezé di Camargo e Luciano são verdadeiros embaixadores de Goiás lá fora. “Não somos capazes de imaginar o que eles representam em termos de divulgação para Goiás no Brasil e no mundo. Eles são pessoas que, pelo talento, conseguiram se projetar e projetar Goiás em todos os cantos. São goianos que amam o nosso Estado e conseguiram trazer para cá investimentos, frutos do trabalho que realizaram em toda sua vida. Eles têm praticamente todos seus bens aqui. Os empregos são gerados aqui. São pessoas que agregam um valor extraordinário ao nosso Estado.”
Campanha
Sobre a reta final da campanha, Marconi acredita que não há motivo para o tom da campanha ficar mais agressivo. Para ele, o eleitor quer saber é das propostas e dos projetos dos candidatos. “Eu vou continuar me comportando como me comportei no primeiro turno, fazendo uma campanha decente, limpa, de alto nível, propositiva. O mais importante é falar o que eu pretendo fazer para o futuro das nossas crianças e para o futuro de Goiás.”
O candidato do PSDB também comentou o fato de a coligação adversária ter entrado na Justiça contra a divulgação da Pesquisa Serpes, encomendada pelo jornal O Popular, que revelou sua dianteira de 11,5% sobre o candidato Iris. “É um direito deles, eu acredito muito nessa pesquisa. Em relação ao Serpes, não há por que duvidar, é o que mais se aproxima da realidade das urnas sempre. A Justiça vai julgar, e não vejo possibilidade de isso prosperar, não há como questionar a realidade.”
Visita de Aécio - O Senador eleito por Minas Gerais Aécio Neves (PSDB), uma das maiores lideranças tucanas no país, vem a Goiânia na próxima quinta-feira, 21, fazer campanha para o candidato Serra na capital. Segundo Marconi Perillo, Aécio é um grande amigo de mais de 30 anos e virá para a inauguração do comitê conjunto Serra Presidente, Marconi Governador.
Acompanhado de sua esposa, Valéria, e do deputado federal reeleito Carlos Alberto Lereia (PSDB), Marconi Perillo foi recebido com carinho por seu Francisco e dona Helena e por quatro irmãos e duas cunhadas da dupla – Emanoel e Gláucia, Wellington e Kátia, além dos irmãos Walter e Marlene e pelo amigo da família Maílson.
Já na porta de entrada principal do espaçoso apartamento, um cartaz com a fotografia do candidato tucano e vários adesivos com o número 45 deixavam claro a opção daquela família. “É Marconi Perillo governador, ele é nosso amigo, um rapaz jovem e trabalhador que ainda vai fazer muito por este Estado”, declarou Francisco Camargo.
Em 2005, a história da vida, da família e da carreira da dupla foi contada no filme 2 Filhos de Francisco. Foi quando seu Francisco, dona Helena e os demais irmãos se tornaram conhecidos. O filme quebrou recordes de bilheteria no Brasil, sendo assistido por mais de 5 milhões de pessoas.
“A gente tem uma amizade de bastante tempo, conhecemos o trabalho de Marconi, sabemos que ele fez um bom trabalho em dois mandatos. Nós confiamos nele”, disse dona Helena Camargo. Segundo ela, na época do sequestro de Wellington Camargo (o irmão dos sertanejos ficou 94 dias em cativeiro no final de 1998/1999), Marconi deu bastante força e apoio para a família. “A gente tem de ser amigo para todas as horas”, disse ela.
O cantor e ex-deputado estadual Wellington Camargo ressaltou o trabalho de Marconi Perillo como governador que criou obras importantíssimas como a Estação de Tratamento de Esgotos em Goiânia (ETE) e o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), fundamental para a reabilitação de pessoas como ele portadoras de necessidades especiais.
“Nós resolvemos colocar o nome da família Camargo à disposição do senador Marconi no que for preciso para que possamos dar continuidade ao progresso no estado de Goiás”, disse Wellington.
Para Marconi, o apoio dos filhos de Francisco, dele e de dona Helena representa muito por causa da relação de amizade antiga com todos. “Eles formam uma família que nos inspira muito, que acreditou no potencial do Zezé e do Luciano, mas que trabalhou muito para chegar onde chegou. Eles são um exemplo de persistência, de idealismo e de amor a uma causa, de amor a Goiás”.
A amizade é confirmada pelo patriarca: “Nós estamos juntos com Marconi desde que ele se candidatou no primeiro pleito. E lá na fazenda tá todo mundo vestido com a camiseta dele”, contou seu Francisco. “Eu fico muito feliz de ser recebido aqui com minha esposa na casa de dona Helena e de seu Francisco. Isso me enche de responsabilidade porque eu sei que eles não entram em qualquer projeto político, só entram quando acreditam para valer”, disse Marconi.
Toda a família Camargo gravou depoimentos para o programa eleitoral do candidato tucano e trechos do jingle com a adaptação da música É o amor. Marconi Perillo e Valéria Perillo também afinaram a voz e arriscaram cantar a primeira parte do jingle para o programa de televisão junto com Dona Helena: “É Marconi/ que pede licença de novo com fé e paixão/ que faz o futuro chegar quando entra em ação/ Goiás é Marconi, é cabeça, é coração.”
Durante o almoço preparado por um buffet local, em que foram servidos risoto do cerrado, filé e peixe, houve uma conversa leve sobre os programas eleitorais, sobre Pirenópolis ( a terra dos Camargo e de Valéria Perillo) sobre família e crianças.
O assunto também foi o novo jingle da campanha de Marconi, adaptação do megassucesso da dupla É o amor que está fazendo o maior sucesso na campanha. Segundo Marconi Perillo, a idéia foi do marqueteiro Paulo de Tarso. A consulta foi feita a Emanuel, irmão e presidente do grupo Penta, que cuida dos interesses da dupla. “Ele telefonou para os irmãos, que concordaram imediatamente e o jingle virou esse sucesso que emociona a todos”, disse Marconi.
Marconi lembrou que Zezé di Camargo e Luciano são verdadeiros embaixadores de Goiás lá fora. “Não somos capazes de imaginar o que eles representam em termos de divulgação para Goiás no Brasil e no mundo. Eles são pessoas que, pelo talento, conseguiram se projetar e projetar Goiás em todos os cantos. São goianos que amam o nosso Estado e conseguiram trazer para cá investimentos, frutos do trabalho que realizaram em toda sua vida. Eles têm praticamente todos seus bens aqui. Os empregos são gerados aqui. São pessoas que agregam um valor extraordinário ao nosso Estado.”
Campanha
Sobre a reta final da campanha, Marconi acredita que não há motivo para o tom da campanha ficar mais agressivo. Para ele, o eleitor quer saber é das propostas e dos projetos dos candidatos. “Eu vou continuar me comportando como me comportei no primeiro turno, fazendo uma campanha decente, limpa, de alto nível, propositiva. O mais importante é falar o que eu pretendo fazer para o futuro das nossas crianças e para o futuro de Goiás.”
O candidato do PSDB também comentou o fato de a coligação adversária ter entrado na Justiça contra a divulgação da Pesquisa Serpes, encomendada pelo jornal O Popular, que revelou sua dianteira de 11,5% sobre o candidato Iris. “É um direito deles, eu acredito muito nessa pesquisa. Em relação ao Serpes, não há por que duvidar, é o que mais se aproxima da realidade das urnas sempre. A Justiça vai julgar, e não vejo possibilidade de isso prosperar, não há como questionar a realidade.”
Visita de Aécio - O Senador eleito por Minas Gerais Aécio Neves (PSDB), uma das maiores lideranças tucanas no país, vem a Goiânia na próxima quinta-feira, 21, fazer campanha para o candidato Serra na capital. Segundo Marconi Perillo, Aécio é um grande amigo de mais de 30 anos e virá para a inauguração do comitê conjunto Serra Presidente, Marconi Governador.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Em Goianira, Marconi recebe novas adesões
Durante encontro com eleitores e lideranças políticas de Goianira e região na tarde de (sábado 16), o candidato ao governo do Estado Marconi Perillo recebeu novas adesões para esta reta final da campanha no segundo turno. Na reunião com mais de mil pessoas no Centro Comunitário Irmã Maria Inês, mantido pelo Lions Clube de Goianira, anunciaram adesão o prefeito de Santo Antônio de Goiás, Lourival Vaz (PMDB) e o pastor Jerônimo (PR), ex-candidato a deputado estadual.
O prefeito peemedebista disse que a decisão é respaldada pela população de sua cidade e elogiou o que chamou de “estilo municipalista de governar” de Marconi. Afiançou que as forças políticas de seu município que estão alinhadas com o projeto do candidato tucano vão dar-lhe uma expressiva votação.
O pastor Jerônimo, por sua vez, declarou que a opção pelo nome de Marconi justifica-se pela necessidade de ter no governo aquele que tem as melhores propostas e que já tenha mostrado capacidade administrativa. “E não estou chegando sozinho, trago comigo um expressivo grupo de amigos e correligionários que nos apoiaram. Temos absoluta certeza de que a vitória de Marconi, que se consuma no dia-a-dia, representará mais desenvolvimento e justiça social para Goiás”, completou.
A reunião de Goianira foi prestigiada pelos deputados estaduais Tiãozinho Costa, Túlio Isac, Honor Cruvinel, Hélio de Souza, Wellington Valin, Jânio Darrot e pelo deputado federal Luiz Bittencourt (PMDB). Para reafirmar apoio a Marconi também estiveram presentes o presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM) e prefeito de Inhumas, Abelardo Vaz, também ex-coordenador da campanha de Vanderlan Cardoso, Dona Garcita, mãe do deputado federal eleito Roberto Balestra e vários prefeitos da região, vereadores, dirigentes de partidos e líderes comunitários.
Agora, sem empate
Goianira protagonizou o fato mais inusitado do primeiro turno das eleições. Lá, os dois candidatos que passaram para o segundo turno tiveram exatos 50% dos votos válidos. “Considero que obtivemos uma verdadeira vitória com este empate, afinal a um mês da votação o adversário tinha aqui mais de 13% de frente. Goianira sofre influência de Goiânia pela proximidade e esta votação conquistada pelo nosso adversário deve-se muito mais a isso do que aos méritos dele”, explicou o prefeito Carlos Alberto, o Carlão (PR).
Para este segundo turno, de mãos dadas com a quase unanimidade dos vereadores o prefeito proclamou uma expressiva vitória para Marconi. “Estamos trabalhando dia e noite com o nosso grupo político, amigos e correligionários para que Marconi obtenha uma votação à altura do que merece. Marconi investiu muito em nosso município, ao contrário do adversário. Portanto, uma vitória dele aqui agora será até uma questão de justiça. Sem dizer que será também um passo importante que estaremos dando visando o futuro de Goianira e de Goiás”, declarou.
Marconi também ouviu demonstrações de apoio redobrado de dona Garcita e do prefeito de Inhumas Abelardo Vaz. A mãe do deputado Balestra disse que “Marconi dará um brilho diferente à administração estadual”. Abelardo garantiu que a região ampliará em muito a votação obtida por Marconi no 1 turno. “Estamos todos empenhados para isso. Nunca vi união tamanha em favor de um projeto. Sua vitória é certa”, disse, confiante.
O candidato, por seu lado, disse estar cheio de energia, animado e disposto para esta reta final. Ele voltou a lembrar que disputa uma das eleições mais difíceis de sua vida, enfrentando as máquinas do estado, federal e dos três maiores municípios do Estado.
“Junto com minha garra e ousadia – declarou – vou aliar a experiência e a maturidade para fazer o melhor governo da história de Goiás. Nunca tive medo de desafios, sempre enfrentei as dificuldades de cabeça erguida, sem medo e sem hesitação”.
Depois de agradecer os novos apoios que estava recebendo naquela reunião em Goianira, o candidato reforçou os compromissos que assumiu com a região na campanha do 1 turno, dentre eles o de duplicar a rodovia Goiânia à Cidade de Goiás, integração do transporte coletivo até Goiânia com a mesma tarifa praticada na capital, investimento na melhoria do Hospital, pavimentação asfáltica urbana e duas unidades de ensino, uma da UEG e outra de um curso tecnológico.
Responsável pela duplicação da rodovia que liga Goiânia a Goianira e pela criação do Pólo Calçadista, Marconi disse que agora vai incentivar o surgimento na cidade de um pólo de confecção. “Vamos discutir o assunto com o prefeito, lideranças e população e empreender esforços para criar mais este mercado de trabalho e renda para Goianira”, acrescentou.
Ao reiterar o pedido de voto e empenho de todos, Marconi agradeceu o carinho com que tem sido recebido pela população de Goiás em todos os lugares por onde tem passado. “As pessoas, mesmo aquelas que não votam em mim, me recebem com respeito e carinho. O fato de elas terem uma outra opção de voto não significa que desconheçam tudo o que fizemos por Goiás ao longo da nossa vida pública. Isso me deixa feliz e agradecido”, disse.
Ao encerrar seu discurso, Marconi pediu votos para José Serra. “Falta pouco para o Serra ultrapassar a adversária do PT. Peço o voto para ele porque o conheço, sei da sua capacidade, da sua seriedade e da sua competência. Além do mais, o Serra é ficha limpa e, o que é mais importante, anda ao lado de quem é ficha limpa”, disse.
O prefeito peemedebista disse que a decisão é respaldada pela população de sua cidade e elogiou o que chamou de “estilo municipalista de governar” de Marconi. Afiançou que as forças políticas de seu município que estão alinhadas com o projeto do candidato tucano vão dar-lhe uma expressiva votação.
O pastor Jerônimo, por sua vez, declarou que a opção pelo nome de Marconi justifica-se pela necessidade de ter no governo aquele que tem as melhores propostas e que já tenha mostrado capacidade administrativa. “E não estou chegando sozinho, trago comigo um expressivo grupo de amigos e correligionários que nos apoiaram. Temos absoluta certeza de que a vitória de Marconi, que se consuma no dia-a-dia, representará mais desenvolvimento e justiça social para Goiás”, completou.
A reunião de Goianira foi prestigiada pelos deputados estaduais Tiãozinho Costa, Túlio Isac, Honor Cruvinel, Hélio de Souza, Wellington Valin, Jânio Darrot e pelo deputado federal Luiz Bittencourt (PMDB). Para reafirmar apoio a Marconi também estiveram presentes o presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM) e prefeito de Inhumas, Abelardo Vaz, também ex-coordenador da campanha de Vanderlan Cardoso, Dona Garcita, mãe do deputado federal eleito Roberto Balestra e vários prefeitos da região, vereadores, dirigentes de partidos e líderes comunitários.
Agora, sem empate
Goianira protagonizou o fato mais inusitado do primeiro turno das eleições. Lá, os dois candidatos que passaram para o segundo turno tiveram exatos 50% dos votos válidos. “Considero que obtivemos uma verdadeira vitória com este empate, afinal a um mês da votação o adversário tinha aqui mais de 13% de frente. Goianira sofre influência de Goiânia pela proximidade e esta votação conquistada pelo nosso adversário deve-se muito mais a isso do que aos méritos dele”, explicou o prefeito Carlos Alberto, o Carlão (PR).
Para este segundo turno, de mãos dadas com a quase unanimidade dos vereadores o prefeito proclamou uma expressiva vitória para Marconi. “Estamos trabalhando dia e noite com o nosso grupo político, amigos e correligionários para que Marconi obtenha uma votação à altura do que merece. Marconi investiu muito em nosso município, ao contrário do adversário. Portanto, uma vitória dele aqui agora será até uma questão de justiça. Sem dizer que será também um passo importante que estaremos dando visando o futuro de Goianira e de Goiás”, declarou.
Marconi também ouviu demonstrações de apoio redobrado de dona Garcita e do prefeito de Inhumas Abelardo Vaz. A mãe do deputado Balestra disse que “Marconi dará um brilho diferente à administração estadual”. Abelardo garantiu que a região ampliará em muito a votação obtida por Marconi no 1 turno. “Estamos todos empenhados para isso. Nunca vi união tamanha em favor de um projeto. Sua vitória é certa”, disse, confiante.
O candidato, por seu lado, disse estar cheio de energia, animado e disposto para esta reta final. Ele voltou a lembrar que disputa uma das eleições mais difíceis de sua vida, enfrentando as máquinas do estado, federal e dos três maiores municípios do Estado.
“Junto com minha garra e ousadia – declarou – vou aliar a experiência e a maturidade para fazer o melhor governo da história de Goiás. Nunca tive medo de desafios, sempre enfrentei as dificuldades de cabeça erguida, sem medo e sem hesitação”.
Depois de agradecer os novos apoios que estava recebendo naquela reunião em Goianira, o candidato reforçou os compromissos que assumiu com a região na campanha do 1 turno, dentre eles o de duplicar a rodovia Goiânia à Cidade de Goiás, integração do transporte coletivo até Goiânia com a mesma tarifa praticada na capital, investimento na melhoria do Hospital, pavimentação asfáltica urbana e duas unidades de ensino, uma da UEG e outra de um curso tecnológico.
Responsável pela duplicação da rodovia que liga Goiânia a Goianira e pela criação do Pólo Calçadista, Marconi disse que agora vai incentivar o surgimento na cidade de um pólo de confecção. “Vamos discutir o assunto com o prefeito, lideranças e população e empreender esforços para criar mais este mercado de trabalho e renda para Goianira”, acrescentou.
Ao reiterar o pedido de voto e empenho de todos, Marconi agradeceu o carinho com que tem sido recebido pela população de Goiás em todos os lugares por onde tem passado. “As pessoas, mesmo aquelas que não votam em mim, me recebem com respeito e carinho. O fato de elas terem uma outra opção de voto não significa que desconheçam tudo o que fizemos por Goiás ao longo da nossa vida pública. Isso me deixa feliz e agradecido”, disse.
Ao encerrar seu discurso, Marconi pediu votos para José Serra. “Falta pouco para o Serra ultrapassar a adversária do PT. Peço o voto para ele porque o conheço, sei da sua capacidade, da sua seriedade e da sua competência. Além do mais, o Serra é ficha limpa e, o que é mais importante, anda ao lado de quem é ficha limpa”, disse.
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