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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Mensagem da Coligação Goiás Quer Mais

Jamais me afastei do compromisso de manter o alto nível e a alegria em nossa campanha. Os adversários, no entanto, apelaram para as mentiras, as baixarias, os conluios espúrios na tentativa de mudar a vontade dosgoianos.


Até um dossiê fajuto forjaram contra mim. Não me intimidei e fui à Tribuna do Senado e também ao Ministério da Justiça cobrar uma investigação séria acerca da origem de tais documentos forjados.

A Revista Veja, uma das mais respeitadas do Brasil, que chegou às bancas na manhã desse sábado, mostra o triste nível ao qual meus adversários chegaram: o Ministério Público da Suíça confirmou que a

conta que atribuíram a mim no exterior jamais existiu.

Tudo mentira, forjada por aloprados, que se utilizam despudoradamente de estrutura pública na tentativa de perseguir adversários. Uma vergonha para a democracia brasileira, um desrespeito ao contribuinte

e à inteligência do cidadão!

Em nome dos seus interesses eleitoreiros, usam órgãos públicos como a Receita Federal para bisbilhotar a vida das pessoas, ferindo o direito constitucional do sigilo fiscal.

Tenho certeza de que os brasileiros saberão punir nas urnas esses aloprados. Quanto mais disserem mentiras sobre nós, mas diremos verdades sobre eles.

No link abaixo, confira os áudios dos trechos mais importantes de

minha entrevista:

http://bit.ly/a2hy6p

E também a matéria publicada na revista Veja:

http://bit.ly/9lFbcV

Veja ainda o meu artigo de hoje no jornal Diário da Manhã:

http://bit.ly/bUs3TM

Um abraço fraterno,

Marconi Perillo



Essa é uma mensagem da coligação Goiás Quer Mais, que é registrada

sob o CNPJ: 12.191.504/0001-15.

sábado, 28 de agosto de 2010

Marconi: “Vou processar envolvidos no dossiê”

Marconi afirmou, na entrevista concedida na Fama, esperar que os principais órgãos de investigação e judiciais do País descubram e punam os autores da trama e lembrou que sempre teve a convicção de que a justiça às vezes tarda, mas nunca falta. “Quando recebi cópia desse dossiê falso, imediatamente procurei o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e fui, também, à Corregedoria do Senado. Espero que os órgãos judiciais deste País descubram quem são os autores intelectuais dessa trama que tinha como objetivo me prejudicar. Felizmente, nunca tive maior preocupação e fiz questão de denunciar essa farsa porque não temo nada, tenho minha consciência absolutamente tranqüila e tenho sempre muita convicção de que a justiça às vezes tarda, mas não falta. Eu sabia que mais dia ou menos dia a verdade viria à tona”, disse.

Sobre o envolvimento de Sandro Mabel, declarou não duvidar de que o deputado possa estar envolvido e lembrou que o motivo poderia ser o fato de que ele (Marconi) advertiu o presidente Lula da existência do desvio de dinheiro por parlamentares – o Mensalão. Por ser um dos envolvidos no Mensalão e aliado de Lula, Mabel teria motivos para atacar Marconi. “Não duvido, ele (Mabel) é capaz de qualquer coisa. Eu tenho a impressão que isso deve ter acontecido em função da denúncia que fiz há muitos anos sobre o Mensalão, e ele era um dos principais envolvidos no Mensalão. Espero que não tenha sido (vingança), mas também espero que a Polícia Federal descubra os verdadeiros autores e os puna. O País precisa de justiça que puna bandidos, pessoas que montam falcatruas e fazem dossiês”, sentenciou.

Na entrevista que deu à imprensa na Fama, Marconi Perillo disse não ter provas de um suposto envolvimento do governo estadual na elaboração do falso dossiê. Ponderou, porém, que soube à época que o documento teria passado “pelos escaninhos do Estado”. “À época me disseram que esse dossiê teria passado pelos escaninhos do Estado. Eu não tenho provas e espero que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal descubram toda a trama”, reforçou.

O candidato comentou ainda pesquisa Serpes/ O Popular, que o mostra 16 pontos porcentuais à frente do segundo colocado, Iris Rezende (PMDB). “Estou feliz, otimista, estou sendo muito bem recebido. A campanha está indo muito bem, mas estou recebendo tudo isso com humildade, com os pés no chão, sabendo que terei de trabalhar muito mais daqui para frente”, afirmou.



Maçonaria



Marconi apresentou seu plano de governo a centenas de membros da Maçonaria, na sede do Grande Oriente do Estado de Goiás. Marconi apontou o que pretende fazer nas áreas de educação, saúde, segurança e tecnologia da informação.

Sobre educação, Marconi discutiu a implantação de cem escolas técnicas em prédios que já existem e que devem ser reformados. Ele lembrou a necessidade de investir em mão de obra cada vez mais qualificada. O tucano defendeu ainda o fortalecimento e consolidação da Universidade Estadual de Goiás (UEG) com todos os equipamentos necessários, a ampliação do Programa Bolsa Universitária e a transformação dos campus da UEG de Jataí e Catalão em universidades autônomas. Marconi deu ênfase à adoção do piso salarial dos professores.

Na área da saúde, disse que a preocupação é que as unidades hospitalares tenham padrão de qualidade do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) e do Hospital de Urgências de Anápolis. Discutiu ainda a necessidade de levar ambulatórios 24 horas para cada região. O governadoriável falou sobre a construção de um Hospital da Mulher e do Centro de Recuperação para Dependentes Químicos (Credeq).

“Na área da segurança publica, alem de valorizar e equipar a policia, como já fizemos nos outros governos, vamos lutar para que em nível federal tenhamos votado uma PEC que vincule recursos da União dos Estados e dos Municípios para o setor de segurança pública. O principal problema da segurança pública no País é a falta de dinheiro, porque somente os governos estaduais são responsáveis, pela Constituição, para manutenção e custeio da segurança pública”, disse.

Trindade



Marconi fez uma grande carreata em Trindade, onde foi muito bem recebido pelos moradores, que saíram às ruas com suas famílias para empunhar bandeiras e mostrar apoio ao candidato. O presidente da Câmara Municipal de Trindade, Marcos Lago (PR), comentou a receptividade de Marconi no município. “A receptividade de Marconi está sendo ótima. Coloco bem claro que, como cidadão goiano, tenho de fazer as minhas escolhas, e não tem uma escolha melhor para Goiás do que Marconi Perillo”, disse.

Veja desmonta dossiê contra Marconi

Documentos confidenciais revelados pela edição da revista Veja desta semana revelam: não passou de uma farsa a denúncia de que o senador Marconi Perillo possuía contas secretas em paraísos fiscais. A revista mostra que, em conluio de adversários, o governo tentou dar ares de autenticidade ao dossiê contra o tucano, finalmente desmontado por autoridades suíças. Por trás da articulação, segundo a revista, estaria o deputado federal Sandro Mabel (PR).

Os documentos obtidos por Veja atestam que a máquina do Estado foi usada para tentar dar ares de legalidade a papéis falsos. O Ministério de Justiça chegou a buscar informações junto a promotores suíços, mas a conclusão a que chegou a Justiça daquele país é que os documentos não passam de uma manipulação fajuta.

A revista revela que a armação começou a ser preparada no ano passado, quando o líder do PR na Câmara, deputado Sandro Mabel, aliado do governo, encontrou-se no Planalto com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dizendo que tinha uma “bomba” a ser detonada. O deputado dizia ter documentos que mostravam a existência de uma conta secreta no exterior em nome de Marconi Perillo. O calhamaço continha extratos bancários de uma certa Aztec Group, offshore supostamente sediada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Marconi seria o administrador da empresa, segundo a falsa documentação.

Todas as informações solicitadas pelo governo federal, por meio da chefia de gabinete da Presidência da República e do Ministério da Justiça, revelaram, com base em informações oficiais da Justiça suíça, que a conta nunca existiu e que a documentação era falsa.

Em entrevista coletiva, Marconi Perillo, governadoriável da Coligação Goiás Quer Mais, disse ontem (sábado 28), na Fundação de Assistência aos Menores Aprendizes (Fama), em Goiânia, pouco antes de apresentar à Maçonaria seu plano de Governo, que durante todo esse tempo ficou tranquilo por saber que se tratava de uma manobra de adversários políticos. O senador adiantou que todos serão processados criminal e civilmente. Ele acredita que Mabel tenha tentado montar um dossiê depois de ele, ainda como governador de Goiás, prevenir o presidente Lula de ter conhecimento de que Mabel era um dos principais envolvidos com o esquema do chamado mensalão. O senador diz esperar que a Polícia Federal mostre todos os responsáveis pelo falso dossiê.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

IMPROBIDADE NA AGECOM

IMPROBIDADE


Um grupo de funcionários da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), intitulados "Indignados da Agecom", registrou denúncia no Ministério Público (MP) acusando cinco servidores da agência de usarem a estatal em benefício próprio.

A denúncia gira em torno de favorecimento a alguns veículos de comunicação, bem como pagamento de taxa para veiculação de peça publicitária na Rádio Brasil Central (RBC) e TV Brasil Central (TBC) com valor acima do que é cobrado no mercado.


A denúncia diz que "o esquema é formado por peças estrategicamente posicionadas para seu funcionamento". Os integrantes do grupo, segundo os "Indignados", são: Waneska Noraligia Aparecida Santos, gerente de divulgação; Flávia Aline da Silva, secretária da gerência de divulgação; Wesley Ferreira da Costa, supervisor de controle; Monalisa Lopes da Silva, supervisora financeira; e Ataualpa de Sousa Borges, assessor da presidência.



Os "Indignados" relacionam na denúncia o comandante dos servidores e os crimes que eles teriam cometido. "As ações do grupo, comandado por Ataualpa Borges, envolvem superfaturamento, pagamentos sem autorização, inserções contratadas bem acima das veiculadas, gasto com mídia acima do permitido em contrato, gasto com mídia no ano de 2010 superior à média de gasto dos últimos três anos (já gastaram mais de R$ 80 milhões), serviços na Agecom sem a devida contabilidade pagos com mídias (exemplo: últimos painéis instalados nas dependências da agência), pagamento de viagens de férias com mídia em revista, direcionamento de mídias a veículos de propriedade dos membros do grupo, de laranjas ou de outros que tenham ligação com o grupo, pagamento de mídias irregulares com cobrança de comissão e outras situações que visam benefícios financeiros aos envolvidos no esquema".



A denúncia ainda especifica as responsabilidades de cada um dos suspeitos. "Waneska e Flávia direcionam as mídias para os veículos de interesse do grupo. Os que não têm ligação com o grupo recebem um valor pequeno em relação aos envolvidos no esquema; Wesley é quem verifica a veracidade e irregularidades dos documentos e atesta os pagamentos; Monalisa é quem faz os pagamentos, é a pessoa de confiança de Ataualpa.



Ela tem a senha para fazer os pagamentos, mesmo antes de assumir a supervisão, quando era uma simples servidora do departamento financeiro".



As principais acusações se referem a Ataualpa, que, segundo a denúncia, determina as ações do grupo por meio de portarias. "Ataualpa é o comandante do grupo, ele faz as negociações, fixa comissões e libera valores de mídia e seus respectivos pagamentos.



Também utiliza-se da sua função para manter a gerência financeira inoperante. As atribuições da gerência são determinadas a ele por portarias. Desde que esse esquema foi implantado, os gerentes de administração e finanças só ocuparam a cadeira (fantoches), todos que por lá passaram tiveram as atribuições do cargo transferidas para o Ataualpa. Essa ação tinha o objetivo de evitar a fiscalização e consequentemente a descoberta de todo o esquema".



A denúncia também alerta para o fato de o grupo envolver outras secretarias do governo para que o esquema não seja descoberto. "A Sefaz (Secretaria da Fazenda), com medo dessa situação tornar-se pública, colocou, recentemente, um gestor na gerência de administração e finanças. Um técnico competente que será “usado” para regularizar toda a situação. O Ataualpa deverá sair do Estado em breve, com o intuito de esconder todas as irregularidades cometidas pelo grupo".



A denúncia, realizada de forma anônima, foi registrada sob o protocolo 2010000100048619 e será analisada pelo promotor Humberto Machado, que questionará a Agecom sobre as acusações.



A assessoria de Humberto disse que o promotor só se pronunciará sobre o caso após a resposta da estatal, que será feita por meio de documentos.



Por telefone, o presidente da Agecom, Marcus Vinícius, não quis comentar o caso. Marcus explicou que estava viajando e ainda não tinha sido notificado sobre as acusações. “Assim que tomar conhecimento do caso irei me manifestar”, completa Marcus.



O Diário da Manhã entrou em contato com os Indignados da Agecom por meio do endereço eletrônico indignadosdaagecom@gmail.com, mas não houve resposta até o fechamento dessa edição.
 
Fonte DM.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Maioria do PMDB fecha com Marconi em Cristalina / Cirlene garantiu que a maioria do PMDB de Cristalina decidiu abandonar a candidatura de Íris Rezende e se aliar ao projeto de Marconi.

A vice-presidente municipal do PMDB e presidente da Câmara Municipal de Cristalina, Cirlene Maria Paula Cortes, anunciou apoio à candidatura de Marconi Perillo ao governo do Estado durante carreata que a Coligação Goiás Quer Mais realizou no final da tarde de ontem (quinta-feira 26) na cidade. Durante conversa com o candidato, Cirlene garantiu que a maioria do PMDB de Cristalina decidiu abandonar a candidatura de Íris Rezende e se aliar ao projeto de Marconi.

Mais uma vez, segundo a vereadora, a causa principal de mais uma dissidência que se abre dentro do PMDB é a truculência das principais lideranças do partido. “Há dois meses o candidato ao Senado, Adib Elias (PMDB), sem qualquer justificativa, trocou alguns membros do Diretório Municipal do partido em Cristalina, causando profundo desconforto entre os companheiros. Foi um ato de desmando, de autoritarismo, que tem caracterizado a direção estadual do PMDB e daqueles que se dizem donos do partido”, reclamou Cirlene.

A presidente da Câmara afiançou que a medida autoritária do ex-prefeito de Catalão desagradou a grande maioria dos filiados à legenda em Cristalina, abrindo a maior dissidência do partido no Sudeste goiano e Entorno do Distrito Federal. “Estou aqui para dizer ao Marconi que falo em nome de muitos companheiros do PMDB. O nosso grupo dissidente, que passou a trabalhar pela vitória de Marconi ainda no primeiro turno, é hoje maior do que o agrupamento daqueles que aceitaram de mão beijada a intervenção branca promovida pelo Adib, que só está pensando na candidatura dele”, acusou Cirlene.

A vice-presidente municipal do PMDB de Cristalina recepcionou Marconi às portas do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) de Cristalina, de onde partiu a carreata realizada ontem à tarde pela Coligação. Mais de mil veículos e cerca de cinco mil pessoas acompanharam a carreata, considerada por membros da Polícia Militar a maior manifestação política realizada na cidade na atual campanha.

Marconi realizou carreatas em mais quatro cidades da região Sudeste e no distrito de Domiciano Ribeiro, pertencente a Ipameri. O mesmo entusiasmo registrado em Cristalina foi constatado em Três Ranchos, Ouvidor, Davinópolis e Campo Alegre. Nesta última cidade o candidato foi recebido pela prefeita Maria Aparecida Fleury Siqueira (PP), uma das centenas de lideranças políticas do seu partido que abriram dissidência em favor da candidatura de Marconi. A prefeita estava acompanhada de vários membros do PP de Campo Alegre.

O prefeito Diorivan Pereira (PP), de Ouvidor, também recebeu Marconi com alegria e confiança. Coordenador da campanha da Coligação Goiás Quer Mais na região, o prefeito de Ouvidor se disse indignado com o que chamou de “falta de ética do adversário do PMDB”. Diorivan se referia à clonagem que o candidato Iris Rezende está fazendo de alguns projetos criados e defendidos por Marconi.

“Se estão copiando sem nenhum constrangimento é porque sabem que as propostas de Marconi são sérias e merecem crédito por parte do eleitor. Copiar, entretanto, não vai fazê-los credor da confiança do eleitorado. O povo goiano sabe quem realmente tem condições de cumprir o que promete. Marconi tem credibilidade e goza do respeito da nossa gente. Essas e muitas outras qualidades é que vão fazê-lo vencer essa eleição no primeiro turno. Se depender do Sudeste, é certeza de vitória no dia 3 de outubro”, declarou, confiante.

Visita de Marconi aos Confeccionistas

Confecções




Pela manhã, Marconi reuniu-se ontem com segmentos das confecções -- Sindicato das Roupas (SindRoupas), Associação Goiana das Indústrias de Confecções (Agicon) e Sindicato dos Vestuários (SinVest). O presidente da Agicon, Edílson Borges, entregou um documento a Marconi com as principais reivindicações da categoria. Entre elas, redução do ICMS de 7% para 1% o que, segundo o presidente, propiciaria a geração de cerca de 80 mil empregos. Foi solicitada também linha de crédito específica para as indústrias de confecções. A pedido do presidente, Marconi assinou um termo comprometendo-se, sendo eleito, a reduzir o ICMS e garantir uma linha de crédito a um valor a ser decidido entre as indústrias, sendo aplaudido por todos.

Marconi lembrou que, ao chegar ao governo, o setor produtivo estava sem competitividade e, por meio de algumas políticas implantadas, foi possível fazer em pouco tempo com que o setor chegasse ao sétimo lugar em competitividade no Brasil. Ele lembrou ainda que houve muitos incentivos do Estado às promoções, como a Feira Internacional da Indústria Têxtil (Fenit). “Não tenho dúvida de que nós teremos de ser muito mais agressivos agora para atrair mais compradores, mais interessados em negócios do Estado. Podem ter certeza da minha palavra no sentido de promover a confecção e a moda goiana, pois enxergo a grande quantidade de empregos que foram gerados em Goiás pela moda”, disse.