Emocionado também foi o discurso de Goianita Balestra, irmã do ex-deputado federal Roberto Balestra. Ao lado da irmã Ana Lúcia, Goianita se disse “de alma lavada”. E acusou,referindo-se à convenção do PP na qual não se aprovou a coligação do partido ao PSDB.
A irmã de Balestra, que falou em nome de toda a família, declarou ainda que “a derrota do nosso projeto e a truculência dos nossos adversários dentro do PP não farão com que nos curvemos. Não vamos sucumbir ante a pressão, o coronelismo e o desrespeito de alguns. Sabemos o que é melhor para Goiás. Trago o apoio de toda a minha família à candidatura do senador Marconi Perillo”.

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quinta-feira, 1 de julho de 2010
José Gomes, prefeito pepista de Itumbiara, assumiu o compromisso de renunciar ao mandato caso Marconi não vença as eleições em seu município. Trajando camiseta da campanha, José Gomes garantiu que “Itumbiara é Marconi. Se perdermos as eleições em minha cidade, renuncio ao meu mandato. Marconi vai vencer porque é o futuro das crianças, dos estudantes, dos idosos, das pessoas com necessidades especiais, enfim, deste Estado”.
Marconi lembra benefícios do Salário Escola
Com grande frequência, por onde o senador e pré-candidato a governador Marconi Perillo tem andado em Goiás, as pessoas o abordam a respeito do programa Salário Escola, que ele implantou no início do seu primeiro governo, em 1999, e que beneficiava mais de 70 mil famílias carentes que mantinham seus filhos entre sete e 17 anos na escola. Era um grande instrumento visando a erradicação da evasão escolar na rede estadual e também de eliminação do trabalho infantil e de promoção social de adolescentes, sempre em fase de intensa busca por um futuro melhor.
Marconi costuma agradecer a lembrança e afirma que esse programa continua em sua meta de trabalho e fará parte também do seu plano de governo, pois reforça a atenção às crianças em idade escolar, evitando que se desviem para os caminhos da destruição da família. Ele lamenta que o programa tenha sido desestruturado e interrompido pelo atual governo, mostrando imensa falta de sensibilidade com uma questão social de extrema importância e que certamente balizará o futuro de nossos jovens que têm cada vez mais se enveredado por caminhos de dificuldades.
Segundo Marconi Perillo, o Salário Escola implantado por ele em Goiás serviu de modelo para o governo federal implantar o Bolsa Escola. Um dos benefícios desse programa, observa ele, era a grande diminuição da evasão escolar, porque aos pais interessa manter o filho na escola, e só assim a família recebia o benefício. O índice de evasão escolar no período de vigência do programa Salário Escola em Goiás caiu para 0,2%, um dos mais baixos do mundo.
O Salário Escola não se limitava a apenas doar o dinheiro. Paralelamente, era desenvolvido o programa de emancipação social Ensinando a Pescar, que capacitava e qualificava profissionalmente pais, mães e adolescentes das famílias incluídas no programa. Eram promovidos cursos em vários ramos de atividades, e, muitas vezes, feitos os encaminhamentos ao mercado de trabalho. Para isso, a Secretaria de Educação firmava parceria com instituições públicas e privadas e organizações não-governamentais em todo o Estado.
Marconi se emociona com a lembrança que as famílias têm dos benefícios advindos do programa Salário Escola. Aproveita em seus discursos para enfatizar os benefícios advindos do programa: “Em nome da dignidade e dos direitos da cidadania, procuramos em nosso governo ir ao encontro de um compromisso prioritário: a promoção social do cidadão. O Salário Escola não era instrumento de demagogia, muito menos de exploração eleitoreira, e muito menos ainda recurso imediatista de marketing da administração. Era, no sentido exato do termo, uma excelente alternativa de inclusão social”, sentencia.
Marconi costuma agradecer a lembrança e afirma que esse programa continua em sua meta de trabalho e fará parte também do seu plano de governo, pois reforça a atenção às crianças em idade escolar, evitando que se desviem para os caminhos da destruição da família. Ele lamenta que o programa tenha sido desestruturado e interrompido pelo atual governo, mostrando imensa falta de sensibilidade com uma questão social de extrema importância e que certamente balizará o futuro de nossos jovens que têm cada vez mais se enveredado por caminhos de dificuldades.
Segundo Marconi Perillo, o Salário Escola implantado por ele em Goiás serviu de modelo para o governo federal implantar o Bolsa Escola. Um dos benefícios desse programa, observa ele, era a grande diminuição da evasão escolar, porque aos pais interessa manter o filho na escola, e só assim a família recebia o benefício. O índice de evasão escolar no período de vigência do programa Salário Escola em Goiás caiu para 0,2%, um dos mais baixos do mundo.
O Salário Escola não se limitava a apenas doar o dinheiro. Paralelamente, era desenvolvido o programa de emancipação social Ensinando a Pescar, que capacitava e qualificava profissionalmente pais, mães e adolescentes das famílias incluídas no programa. Eram promovidos cursos em vários ramos de atividades, e, muitas vezes, feitos os encaminhamentos ao mercado de trabalho. Para isso, a Secretaria de Educação firmava parceria com instituições públicas e privadas e organizações não-governamentais em todo o Estado.
Marconi se emociona com a lembrança que as famílias têm dos benefícios advindos do programa Salário Escola. Aproveita em seus discursos para enfatizar os benefícios advindos do programa: “Em nome da dignidade e dos direitos da cidadania, procuramos em nosso governo ir ao encontro de um compromisso prioritário: a promoção social do cidadão. O Salário Escola não era instrumento de demagogia, muito menos de exploração eleitoreira, e muito menos ainda recurso imediatista de marketing da administração. Era, no sentido exato do termo, uma excelente alternativa de inclusão social”, sentencia.
Marconi anuncia política arrojada de qualificação de mão-de-obra
Candidato ao governo do Estado pelo PSDB, o senador Marconi Perillo enfatiza o tema do desenvolvimento de políticas públicas e de geração de emprego e renda. Diz que vai investir e se empenhar para o desenvolvimento de um trabalho magistral de qualificação profissional em Goiás como nunca se viu antes porque, para ele, esse tem sido o grande gargalo ao pleno e sustentado desenvolvimento econômico e social de Goiás. Ele observa que, quando governador, buscou implementar parcerias que foram um sucesso com o governo federal e com as prefeituras para qualificação de mão-de-obra, um trabalho que marcou época.
Marconi percebe que o deslocamento de empresas de centros mais avançados como São Paulo, Paraná e Minas Gerais para Goiás tem enfrentado um obstáculo justamente na qualificação de mão-de-obra. Segundo ele, no período de suas duas gestões Goiás foi campeão brasileiro na geração de emprego e renda, ultrapassando a casa de mais de 600 mil empregos gerados, segundo números do próprio Ministério do Trabalho, mas mesmo assim teve dificuldades com a falta de preparo adequado da mão-de-obra disponível no mercado.
“Quando governamos Goiás, o governo estadual executou primordialmente políticas de inclusão social e de geração de emprego e renda para o desenvolvimento econômico e social do Estado. Criamos a Secretaria do Trabalho para dotar o Estado de um instrumento ágil e eficaz no desenvolvimento das políticas públicas de emprego e renda, investindo no trabalhador e buscando formar mão-de-obra, tendo como público alvo aqueles trabalhadores mais vulneráveis social e economicamente”, observa Marconi, acrescentando que buscará sempre a universalização do direito dos trabalhadores à qualificação profissional, intelectual, técnica, cultural e cidadã.
Além da parceria com os governos federal e municipais e de uma adequação da UEG para esse fim, ele tem em mente a criação de centros de formação tecnológica de nível superior e, ainda, ampliar parcerias com Sebrae, Sine, Sesi, Senai e Senac no sentido de ampliar o oferecimento da qualificação, ajudando assim a encaixar mais trabalhadores qualificados no mercado de trabalho, observando sempre as vocações regionais. Além disso, ressalta a importância do fortalecimento dos programas de empreendedorismo, como o Banco do Povo e de Fomento e de Geração de Emprego e Renda. Ele quer ainda ampliar a absorção de jovens que buscam o primeiro emprego, concretizando políticas que incentivem as empresas a admitirem esse tipo de mão-de-obra.
É intenção de Marconi Perillo recriar o Cursinho do Povo, em parceria com organismos sociais de educação, sites de Internet e emissoras de televisão, para proporcionar melhores condições a jovens sem recursos financeiros de cursar o preparatório para o Vestibular em igualdades de condições com alunos da rede particular. A experiência vivenciada por ele, durante seus sete anos e três meses de governo, no que tange à preparação e à oportunização desse curso a alunos carentes de Goiás foi, segundo Marconi, muito positiva, expressiva e muito bem aceita, tendo contabilizado mais de 15 mil vagas por ano no Cursinho do Povo.
Marconi percebe que o deslocamento de empresas de centros mais avançados como São Paulo, Paraná e Minas Gerais para Goiás tem enfrentado um obstáculo justamente na qualificação de mão-de-obra. Segundo ele, no período de suas duas gestões Goiás foi campeão brasileiro na geração de emprego e renda, ultrapassando a casa de mais de 600 mil empregos gerados, segundo números do próprio Ministério do Trabalho, mas mesmo assim teve dificuldades com a falta de preparo adequado da mão-de-obra disponível no mercado.
“Quando governamos Goiás, o governo estadual executou primordialmente políticas de inclusão social e de geração de emprego e renda para o desenvolvimento econômico e social do Estado. Criamos a Secretaria do Trabalho para dotar o Estado de um instrumento ágil e eficaz no desenvolvimento das políticas públicas de emprego e renda, investindo no trabalhador e buscando formar mão-de-obra, tendo como público alvo aqueles trabalhadores mais vulneráveis social e economicamente”, observa Marconi, acrescentando que buscará sempre a universalização do direito dos trabalhadores à qualificação profissional, intelectual, técnica, cultural e cidadã.
Além da parceria com os governos federal e municipais e de uma adequação da UEG para esse fim, ele tem em mente a criação de centros de formação tecnológica de nível superior e, ainda, ampliar parcerias com Sebrae, Sine, Sesi, Senai e Senac no sentido de ampliar o oferecimento da qualificação, ajudando assim a encaixar mais trabalhadores qualificados no mercado de trabalho, observando sempre as vocações regionais. Além disso, ressalta a importância do fortalecimento dos programas de empreendedorismo, como o Banco do Povo e de Fomento e de Geração de Emprego e Renda. Ele quer ainda ampliar a absorção de jovens que buscam o primeiro emprego, concretizando políticas que incentivem as empresas a admitirem esse tipo de mão-de-obra.
É intenção de Marconi Perillo recriar o Cursinho do Povo, em parceria com organismos sociais de educação, sites de Internet e emissoras de televisão, para proporcionar melhores condições a jovens sem recursos financeiros de cursar o preparatório para o Vestibular em igualdades de condições com alunos da rede particular. A experiência vivenciada por ele, durante seus sete anos e três meses de governo, no que tange à preparação e à oportunização desse curso a alunos carentes de Goiás foi, segundo Marconi, muito positiva, expressiva e muito bem aceita, tendo contabilizado mais de 15 mil vagas por ano no Cursinho do Povo.
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